Galaxy Tab A: saiba mais sobre o tablet acessível da Samsung

Os dispositivos móveis estão a cada dia sendo mais utilizados. Estamos deixando de acessar a rede pelos desktops e indo para os celulares ou tablets. Entrando nessa nova onda, você tem que conhecer o lançamento da Samsung, o Galaxy Tab A. 

Esse é um ótimo lançamento da marca, que foi comercializado em 2019 – Então, conheça o novo design do modelo, a bateria, as câmeras e as conexões. Além disso, veja seu custo-benefício e o desempenho com aplicativos mais pesados. 

Leia mais: Os melhores celulares da Samsung em 2019.

Galaxy Tab A

Anunciado no início de 2019, começou as vendas em outubro do mesmo ano. O Galaxy Tab A é um tablet básico, que promete fazer jus à marca e ao preço. Ele é bastante fino e compacto, sendo perfeito para ser transportado no trabalho, no carro ou te acompanhar em qualquer momento. Assim, ele consegue auxiliar a sua rotina, seja de trabalho ou de lazer.

 

Novo design e portabilidade do Galaxy Tab A

O tablet tem tela de 8 polegadas, sendo um tamanho bem grande se comparado a outros modelos desse tipo de aparelho.

Ele é leve e possui apenas 8 milímetros de espessura, pesando 347 gramas, e tem tamanho 210x124mm. Possui um display TFT com resolução de 1280×800 pixels, numa proporção de 16:10. Com o Galaxy Tab A você consegue ver até 16 milhões de cores com densidade de 189ppi.

Ele não possui o botão de home na parte frontal. Sendo assim, o usuário recebe uma tela maior. Até o logo da marca foi movido para a parte traseira do aparelho.

frente sem botão home

Ele é construído em alumínio. Porém, uma parte na traseira é feita de plástico. Isso para ajudar as antenas internas a enviarem e receberem mensagens sem problema. Mas ele é revestido de um material mais agradável ao toque.

 

Galaxy Tab A: desempenho

A Samsung não poupou esforços no desempenho e no espaço do tablet.

O aparelho vem com 2GB de memória RAM e 32GB de armazenamento. Possui um slot de cartão SD para expandir o espaço até 512GB.

O Galaxy Tab A vem com o Android OS P.

Quanto ao software, a Samsung inovou trazendo o One UI, que é uma versão para tablets do Galaxy Note 9 ou da série S do smartphone. Ele consegue usar de forma eficaz todo o espaço da tela.

Em multitarefas, os aplicativos não são mostrados próximos uns dos outros, pois eles aparecem como uma grade.

Outro ponto muito importante nesse modelo é o recurso Smart Things. Com ele, você pode transformar o Galaxy Tab A em um controle remoto dentro da sua casa, sendo possível controlar aparelhos eletrônicos de forma inteligente.

Segundo a marca, é possível automatizar mais de 400 produtos, tanto da Samsung quanto de terceiros, como Philips Hue, Netgear Arlo, Ring e outros. Dessa forma, o tablet funciona igual aos assistentes pessoais do Google e Amazon.

O tablet possui alto-falantes duplos, podendo produzir som surround com Dolby Atmos. O processador é o Snapdragon 429 da Qualcomm com 2GHz de velocidade, para um ótimo aproveitamento de aplicativos. E, tem sensor de acelerômetro e controle de luz.

 

Galaxy Tab A: conexões

O tablet tem duas versões. Uma com Wi-Fi (SM-T290) e outro com 4G (SM-T295). Claro que esse último também tem tecnologia para o Wi-Fi. A frequência dele é de 2.4 GHz, e ele também consegue suporte para o 2G e o 3G.

Porém, o modelo não tem suporte para a tecnologia MHL, que são cabos que conectam o tablet à televisão. Você pode ler mais aqui. E a conexão Bluetooth é o 4.0.

 

Galaxy Tab A: bateria

Junto com o Galaxy Tab A vem um cabo USB para o carregamento. Ele possui bateria de 5100mAh, que ajuda o aparelho a ter energia para muitas tarefas. Claro que o consumo alto do tablet fará com que a bateria acabe mais rápido.

Esse modelo não suporta o carregamento sem fio, com a tecnologia QI. Isso, porque ele é envolto em alumínio.

 

Galaxy Tab A: câmeras

Tablets, normalmente, não tÊm as melhores câmeras – se comparados aos smartphones. Porém, elas são eficientes e boas para ligações em vídeo. Esse modelo vem com uma câmera traseira de 8MP com foco automático, e uma frontal de 5MP. Consegue gravar em FHD com 1920×1080 pixels e 30fps.

 

Galaxy Tab A: preço acessível

O novo Galaxy Tab A na versão Wi-Fi está por volta de R$799 e na versão 4G por R$ 899. Esses valores tornam o aparelho muito mais acessível financeiramente, comparado com os modelos dos concorrentes. Por exemplo, o iPad 9.7 da Apple custa cerca R$2.000 aqui no Brasil.

Por isso, o tablet da Samsung se mostra com um ótimo preço, levados em consideração seus benefício e suas especificações.

 

Bom desempenho para jogos e vídeos

Com o processador Snapdragon 429 você vai conseguir um ótimo desempenho para aplicativos, jogos e também para as funções mais básicas – como redes sociais e navegador.

Para um tablet, ele possui um bom desempenho com programas mais pesados (games ou vídeos).

Além disso, ele vem junto com o YouTube Premium, que reproduz vídeos e músicas da plataforma sem anúncios. E, ainda, o usuário ganha 3 meses de Spotify Premium, que é a versão do programa sem reproduções de propagandas.

 

Acessórios e Garantia

Junto com o Galaxy Tab A, tanto no Wi-Fi quanto no 4G, a embalagem vem junto com um cabo USB, o carregador, o manual e o fone de ouvido. Na versão 4G, está incluso um extrator de chip, já que nesse modelo você terá que ter um chip de alguma operadora com um plano de internet para funcionar longe do Wi-Fi.

Além disso, há outros acessórios que você pode adquirir para tornar sua experiência com o aparelho ainda melhor. Por exemplo, a caneta S Pen Tab, que ajuda na escrita e no desenho no tablet. Esse acessório é muito utilizado para fazer trabalhos, pois ajuda a redação a ficar mais uniforme, assim como os traços dos  desenhos. 

Você pode adquiri-la em lojas online ou física – inclusive da própria Samsung -, e o preço varia de acordo com o modelo.

E, também, há os cases ou capas protetoras. Existem diversos modelos, com cores e estilos diferentes. Você pode comprá-los em lojas físicas ou online, sejam da própria marca ou não.

O preço varia bastante de acordo com o modelo e o local em que se está comprando. Mas, fique atento para conferir se a que você está adquirindo realmente cabe no tablet (confira os tamanhos).

Kids Home

A Samsung tem um modo Kids Home para o Galaxy Tab A. É um ambiente com a interface voltada para as crianças, que o torna totalmente seguro para educação ou brincadeiras.

Os pais podem configurá-lo, garantindo que seus filhos fiquem protegidos contra pessoas má intencionadas, ou contra exposição de informações pessoais na internet.

Para acessá-lo, entre no painel rápido (quick panel) e procure essa opção. Os aplicativos são totalmente voltados para o público infantil, com personagens que vivem dentro do mundo virtual.

Além disso, o Controle Parental consegue monitorar o uso do tablet, definindo limite de tempo para jogos e outros aplicativos específicos. Assim, os pais têm controle de o que a criança está fazendo e podem deixá-las brincar num ambiente seguro. E, claro, controlando o tempo que os pequenos passam em frente à tela. 

Assim, o Galaxy Tab A garante total conforto para os pais e filhos, além de ser um ótimo aparelho para a diversão dos mais velhos e também para uso no ambiente profissional.

Suas especificações fazem com que ele tenha um ótimo desempenho para qualquer que seja o seu uso, além de ter um tamanho pequeno, para você transportá-lo com muita facilidade. E com uma tela grande o suficiente, para que você consiga trabalhar com ele. Tudo isso com um preço mais baixo que o concorrente.

Leia mais: iPad barato: Apple vai lançar modelo acessível em 2019

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TV com Android: vale a pena? Qual o melhor modelo?

Pensando em comprar uma smart TV? Será que uma TV com Android vale a pena? Aqui você entende por que os aparelhos com o sistema da Google podem ser, sim, uma ótima opção para você que está em busca de uma televisão inteligente.

Primeiramente, vale um esclarecimento. Neste artigo vamos utilizar “Android TV” e “TV com Android” como sinônimos: o sistema operacional oficial da Google para televisores. Mas, você poderá encontrar estes dois termos significando duas coisas diferentes, pois “TV com Android” pode se referir a um modelo de televisão com o sistema adaptado, não certificado pela Google e que não funciona da mesma forma. É muito importante estar ciente de qual tipo de Android você está adquirindo na hora da compra.

Tendo isso em vista, vamos falar sobre as principais características do Android TV e quais as diferenças para outros sistemas operacionais de televisores. Ao final do artigo você confere uma breve lista com 3 indicações de modelos de TV com Android para comprar em 2019.

Leia mais: Internet das Coisas: o que é e como funciona?

Características do Android TV

Um dos principais fatores que diferenciam as smart TVs são as lojas de aplicativos. Sistemas operacionais como o Tizen, da Samsung, e o webOS, da LG, possuem as suas próprias lojas digitais, com acesso aos principais apps voltados para TVs, como Netflix e Globo Play.

No entanto, o diferencial, a televisão que possui o Android como sistema operacional está justamente na Play Store. A loja de aplicativos disponível em outros dispositivos é praticamente a mesma para a TV. Essa pode ser uma grande vantagem para quem já utiliza um aparelho com Android, podendo agora acessar os apps também na televisão.

Vale lembrar também da Play Filmes, alternativa interessante para compra e aluguel de conteúdos. Veja mais algumas características que definem a TV com Android.

 

Interface e funções

A TV com Android possui uma interface organizada de uma forma já bem conhecida por usuários do sistema Android em smartphones e tablets. Assim como nos outros dispositivos, é possível ajustar várias configurações de display de uma forma versátil e de acordo com o gosto de quem faz uso da smart TV.

Também como no Android para celulares, a interface da TV com Android pode depender de acordo com a marca do aparelho, uma vez que o fabricante pode alterar a aparência do sistema operacional. Ainda assim, comparadas com outros dispositivos, as diferenças entre modelos de marcas de televisores que utilizam o Android é, em geral, mais sutil.

A navegação pelos menus, aplicativos e itens contidos no sistema pode ser feita normalmente pelos botões do controle remoto, porém boa parte das TVs também possuem suporte a comandos de voz com um microfone embutido no controle. Nesse sentido, surge uma vantagem interessante: o acesso aos conteúdos por meio da Google Assistente, a tecnologia da Google de assistência virtual com inteligência artificial.

Mesmo nos modelos que não possuem suporte aos comandos de voz, o conteúdo pode ser acessado dessa maneira pela tecnologia Google Cast. O sistema consegue espelhar o visor de tablets, smartphones e computadores permitindo que você utilize a Google Assistente e várias outras funções desses dispositivos.

Além disso, o sistema Android TV é um dos poucos que permite a conexão de teclado e mouse na televisão. Ou seja, você pode inclusive instalar aplicativos com comandos mais complexos e, por exemplo, jogar direto na sua TV.

 

Marcas e modelos no mercado brasileiro

Aqui no Brasil você vai encontrar modelos de smart TV com Android de quatro marcas diferentes. A Sony e a Philips têm em seu portfólio com opções top de linha, como por exemplo modelos em 4K e tela OLED.

Já a TCL também trabalha com TVs premium, mas possui uma linha intermediária para quem não pode investir tanto. Uma Full HD de 32 polegadas da TCL sai na faixa dos R$800.

A Philco é a quarta marca que possui TVs com Android. No entanto, assim como em alguns media-centers de marcas como a Xiaomi e outras chinesas, o sistema operacional da Philco é uma adaptação dos celulares e não garante a mesma experiência do Android TV original.

comparador de tv

Outros sistemas operacionais

E qual a diferença da TV com Android para televisores que rodam outros sistemas operacionais?

Como mencionado no início do artigo, a sua escolha será entre o Android TV e os sistemas exclusivos da Samsung e da LG: o Tizen e o WebOS, respectivamente.

O WebOS da LG possui, em geral, alguns poucos recursos que são interessantes e únicos. Entre eles está a possibilidade de dividir a tela, acompanhando dois canais ao mesmo tempo ou, então, um canal da televisão + um conteúdo transmitido pela entrada USB. O recurso abre também a possibilidade de configurar a TV sem interromper a programação, por exemplo.

No caso do Tizen, o ponto alto está na sua conectividade. É possível distribuir o sinal da TV por Bluetooth e Wi-Fi. Isso significa assistir à televisão no celular, por exemplo, enquanto a TV está sendo utilizada para um jogo ou até mesmo desligada. E, falando em jogos, outra vantagem do sistema da Samsung está no serviço de streaming de jogos Game Fly, que transforma a sua TV em um verdadeiro console e disponibiliza diversos jogos. 

Já a TV com Android, como você leu até aqui, ganha muitos pontos no quesito variedade de aparelhos disponíveis no mercado e, principalmente, na versatilidade do sistema operacional e da Play Store em conjunto com outros dispositivos Android.

 

3 TVs com Android para comprar em 2019

Por fim, confira abaixo uma breve seleção com três modelos de smart TV com o sistema Android que valem o investimento:

 

1 – Sony XBR-55X905F

O modelo XBR-55X905F da Sony é uma televisão com Android versão 8.0 Oreo e com diversos recursos, como o Chromecast integrado. Ou seja, além do que o próprio sistema da TV permite, você pode espelhar na tela o que estiver em seu celular, notebook ou tablet.

A TV que tem uma versão de até 85 polegadas conta com funcionalidades que prometem transformar a sua sala em um verdadeiro cinema: suavização de cenas de ação, otimização de contraste e aprimoramento de nitidez são alguns dos resultados obtidos com tecnologias como a X-Tended Dynamic Range e a 4K X-Reality Pro.

O modelo pode ser encontrado na faixa dos R$5.000.

 

2 – Sony KD-49X755F

Em termos de qualidade e economia, a KD-49X755F é com certeza uma das opções com o melhor custo-benefício no mercado. Encontrada na faixa dos R$2.500, esse modelo da Sony também é repleto de tecnologias que melhoram a qualidade de exibição, como o sistema Dolby Digital Plus, que garante uma ótima sonoridade.

A smart TV ainda vem com uma camada extra de proteção, o X-Protection Pro. A Sony garante que a tecnologia preserva o aparelho contra variações elétricas, relâmpagos, umidade e poeira, tornando-o o modelo ideal para ser instalado em casas de praia, casas de campo e fora da sala de estar, como em cozinhas ou banheiros.

Além disso, pela qualidade de imagem, tanto esse modelo quanto o citado antes são televisores recomendados pela própria Netflix.

 

3 – TCL 32S6500S

Por último temos a representante da linha intermediária da TCL. É uma alternativa ideal para quem quer se aventurar na conectividade das TVs smart mas não tem dinheiro sobrando para investir em um aparelho premium.

O modelo sai na faixa dos R$800 na sua versão com 32 polegadas, mas ainda pode ser encontrado em 40 e 43 polegadas.

A televisão possui suporte para comandos de voz pelo microfone do controle remoto e também vem equipada com a possibilidade de se conectarem dispositivos como fones de ouvido ou caixinhas de som via Bluetooth.

 

Apesar de as TVs com Android estarem em alta, as smart TVs com tecnologia 8K são as que andaram assombrando o mundo, por conta do avanço em termos de experiência proporcionada ao usuário. Você já conhece?

No mais, nada melhor do que uma boa programação pra desfrutar de uma boa TV, sim? Então, já que estamos falando sobre tecnologia, quem sabe você não confere o futuro: séries com conteúdo interativo? Elas estão em alta, e é você quem escolhe o rumo das personagens ao longo da trama! Vale a pena conhecer!

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HP Sprocket: conheça a impressora portátil da HP

hp sprocket

Já pensou revelar as fotos tiradas com o seu smartphone a qualquer hora em menos de 1 minuto? A HP Sprocket é um modelo de impressora portátil da HP capaz de imprimir os seus registros de forma rápida e prática.

Com design simples, a impressora é um dos modelos que disputam espaço no mercado com dispositivos de marcas como Polaroid, Kodak, Canon e Epson. A HP Sprocket tem uma qualidade de impressão reduzida frente às concorrentes, mas tem vantagem no preço, na faixa dos R$800 no varejo nacional.

Ou seja, pode ser uma boa alternativa para usuários que buscam esse tipo de impressora e são menos exigentes com o resultado final das imagens. 

Neste artigo você confere tudo sobre a HP Sprocket: pontos positivos e negativos, quais suas especificações técnicas e como funciona a sua tecnologia capaz de imprimir as fotos sem utilizar cartuchos de tinta. Confira abaixo!

Leia mais: Internet das Coisas: o que é e como funciona?

Como a HP Sprocket funciona?

Para iniciar a sua experiência com a HP Sprocket, é necessário fazer o download e a instalação do aplicativo desenvolvido pela fabricante. Disponível tanto na Google Play Store, para Android, quanto na App Store, para iOS, o Sprocket é o aplicativo responsável por conectar via bluetooth o seu dispositivo à impressora portátil.

Além disso, o app funciona como um editor de imagens também. O software reúne algumas funções mais simples como ajuste de brilho, saturação e contraste e adição de figurinhas, filtros, molduras, textos e outros elementos para personalizar as suas fotos.

O aplicativo ainda pode ser vinculado às redes sociais do usuário, possibilitando o download das fotos editadas para publicação na sua conta do Facebook, do Instagram e de outras mídias sociais. Nesse sentido, além de imprimir fotos da sua galeria, você também pode fazer login nas suas redes pelo app e revelar os registros que você publicou por lá.

E a tinta?

A HP Sprocket é uma impressora portátil que não utiliza tinta. O segredo da sua tecnologia está no papel conhecido como “zink”, que significa “zero ink” (ou zero tinta). De forma resumida, a cor impressa é possível pelo aquecimento que a máquina faz em cada ponto do papel. Trata-se de um processo de impressão térmica similar e derivado das impressoras têxteis de sublimação.

Por esse motivo, a HP Sprocket só imprime no papel fotográfico HP ZINK, específico da fabricante. Uma caixa com 20 folhas de papel sai por cerca de R$50. A dimensão de impressão é de 5x7cm e o verso do HP ZINK possui uma película que protege uma superfície autocolante, transformando a foto em um adesivo.

Nesse quesito, a impressora da HP também é mais econômica do que a maioria das concorrentes. O pacote de 20 folhas de papel para o modelo Zip Printer, da Polaroid, fica em torno de R$100. Já a caixa com 10 unidades para impressão na Instax Share, da Fujifilm, sai por aproximadamente R$40. 

Conexão e bateria da HP Sprocket

Não deve haver grandes problemas de conexão entre a HP Sprocket e o dispositivo original a partir do qual as imagens serão enviadas. Com a versão Bluetooth 4.2, a transmissão dos arquivos acontece de forma rápida e estável.

O tempo para imprimir também é curto. A HP garante que em até 40 segundos você tem a foto em mãos, desde o momento do envio pelo aplicativo até a impressão final no papel. 

Quanto à bateria, ela é do tipo polímero de lítio, com duas células, autonomia de 850 mAh e 7,4 V. O carregamento é feito pela parte lateral do aparelho, que possui uma entrada micro USB.

De acordo com a HP, o tempo de carregamento é de até 2 horas e a duração pode chegar a 35 impressões por carga.

Design

A HP Sprocket está disponível no mercado brasileiro nas cores branca e preta. Fora do Brasil a impressora pode ser encontrada na cor vermelha e, em edições limitadas, em dourado, azul e roxo.

Menor e mais leve que alguns celulares, o equipamento da HP pode considerado de bolso, apesar de ter um visual menos compacto.

Suas medidas são de 8×7,5cm, com 2,5cm de espessura. Portanto, algo em torno das medidas dos smartphones com telas grandes. A Sprocket é também bem leve, pesando 172g.

Qualidade das imagens

De acordo com a fabricante, a resolução da impressão em cores é de 313 x 400 dpi (pontos por polegada). Mesmo que as fotos originais tenham sido tiradas em câmeras profissionais e estejam em alta resolução, a qualidade das fotos reveladas pode frustrar alguns usuários, se as expectativas forem muito altas.

As imagens vão apresentar um pixelado sutil, mas perceptível. Principalmente no caso de fotos noturnas, em que os grânulos ficam ainda mais visíveis.

O efeito com brilho das folhas HP ZINK é natural, mas pode também decepcionar quem tem preferência pelo papel fosco, uma vez que não haja variedade de papel imprimível.

Afinal, a HP Sprocket vale a pena?

A HP Sprocket é uma impressora com um visual cativante e proposta e detalhes interessantes. As funções de edição do seu aplicativo conferem um diferencial que agrega à experiência, servindo como a principal vantagem contra as populares câmeras instantâneas.

Para avaliar o custo-benefício, é necessário levar em consideração a proposta de portabilidade e a agilidade do dispositivo, além do perfil de cada usuário. Entre as impressoras portáteis ela é, de fato, mais econômica, e pode agradar a quem a qualidade da imagem não pesa tanto.

Ainda assim, o custo total da impressão em si, considerando o equipamento e a compra das folhas de papel, não é nada barato. Com o valor investido na HP Sprocket, é possível encontrar no mercado modelos tradicionais de impressoras com altos níveis de definição para revelar suas fotos.

Ficha técnica

  • Preço: Encontrada na faixa dos R$800
  • Dimensões – 80 x 117,5 x 25 mm
  • Peso – 172g
  • Conectividade – Bluetooth versão 4.2
  • Bateria – Polímero de lítio, duas células, 850 mAh, 7,4 V
  • Autonomia – 35 impressões por carga
  • Tempo de carregamento – Até 120 minutos
  • Papel – Papel fotográfico HP Sprocket 5,08 x 7,60 cm (impressão sem margem)
  • Tecnologia de impressão – Impressão térmica, sem cartucho de tinta (ZINK)
  • Capacidade da bandeja de papel – 10 folhas de papel
  • Arquivos compatíveis – BMP, GIF, JPEG, PNG e, em iOS, TIFF
  • Memória – 512 MB
  • Qualidade da imagem – 313 x 400 dpi
  • Velocidade de impressão – Até 40 segundos
  • Suporte – Dispositivos móveis Android com versão 4.4 ou posterior e iOS 9.0 ou posterior

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JBL Free: confira uma análise do fone sem fio da JBL

O JBL Free é um modelo de fone sem fio com conexão via bluetooth, tipo de acessório que tem ganhado cada vez mais mercado. Apenas no terceiro trimestre de 2019 foram vendidas 33 milhões de unidades de fones de ouvido ao redor do mundo, segundo um levantamento da empresa analista CounterPoint. O segmento é dominado pelos AirPods da Apple (45% de todas as vendas globais), seguidos pela Xiaomi em segundo e pela Samsung em terceiro.

Neste artigo vamos tratar dos aparelhos comercializados pela JBL, quarta colocada no ranking internacional de vendas de fones sem fio. Trata-se de um fone wireless intra-auricular com entrada para voz e compatível com smartphones iPhone (iOS) e Android — além de suporte à Siri e ao Google Assistente.

Aqui você vai entender melhor os pontos positivos e negativos, as funcionalidades e as especificações técnicas dos fones sem fio comercializados pela JBL. Além disso, saiba também quais as diferenças entre o JBL Free e o JBL Free X, uma versão mais recente. Confira abaixo!

Leia mais: O melhor fone de ouvido bluetooth

Conforto e praticidade com o JBL Free

O principal atributo do JBL Free é sua conexão sem fio. Não se preocupar com extensão do fio, cabos quebrando, entrada e conector com mau contato são alguns dos benefícios para quem opta por esse tipo de acessório.

Quanto ao seu design, os fones JBL Free podem ser encontrados nas versões preto ou branco e possuem 15 gramas cada um. As especificações são as mesmas entre o modelo Free e o Free X. Trata-se de um fone intra-auricular e, por esse motivo, fica à frente dos AirPods da Apple no quesito isolamento acústico.

Os dois modelos da JBL possuem um encaixe simples e seguro, com uma capa de silicone que pode ser removida e três opções de ponteira diferentes para melhor adaptação. Por outro lado, reviews de usuários apontam que os fones da JBL e seu desenho ainda perdem quanto ao conforto e encaixe no ouvido se postos ao lado de outros modelos intra auriculares, como os Airdots da Xiaomi e os Galaxy Buds da Samsung.

Para quem busca um bom fone de ouvido sem fio para ouvir música durante exercícios físicos, o JBL Free cumpre esse papel. O modelo possui certificação IPX5, que significa resistência a respingos e jatos d’água, o suficiente para suportar gotículas de suor.

Além disso, o JBL Free e o JBL Free X possuem um microfone e um botão embutidos. Dessa forma, você também consegue realizar chamadas telefônicas utilizando apenas o par de fones.

O botão de cada fone serve para interromper e continuar a reprodução de música e qualquer outro tipo de áudio. O sistema de toque também funciona para avançar ou retroceder faixas. Tudo isso sem precisar tocar no seu smartphone.

Bateria

Segundo a fabricante, o par de fones consegue durar até 4 horas de uso contínuo. O modelo vem com uma pequena caixinha de carregamento e transporte. O estojo possui um encaixe magnético que abriga os fones de ouvido e carrega a sua bateria enquanto você não o está utilizando.

A JBL promete mais 20 horas de bateria disponíveis na caixa, uma das maiores durações entre os fones de ouvido sem fio com o mesmo tipo de sistema de armazenamento e carga.

São, ao todo, 24 horas de bateria, combinando as 20 horas de carga disponíveis no estojo e as 4 horas dos fones. A caixinha é interessante também pelo transporte do acessório, evitando danos aos buds.

Conexão

Essa é provavelmente a principal diferença entre o JBL Free e o JBL Free X. Ambos contam com conectividade Bluetooth 4.2. No entanto, a tecnologia usada na fabricação do Free X consegue evitar perdas de sinal e oscilações de maneira mais eficiente que o seu antecessor. Ou seja, o JBL Free é, em comparação com o irmão Free X, um fone de menor estabilidade quando está pareado a dispositivos, podendo oscilar e desconectar com maior frequência.

Qualidade de áudio do JBL Free

Como já mencionado antes, a ficha técnica dos dois modelos da JBL são muito parecidas. Quanto à qualidade do som, elas são iguais. O fabricante destaca nas especificações de áudio um driver por ouvido de 5.6mm com sensibilidade de 9.5 dBm, resposta de frequência dinâmica de 10Hz a 22kHz e impedância de entrada de 16 ohms.

Tudo isso significa que o par de fones consegue entregar um volume alto e definido, com agudos e graves claros e perceptíveis, pouca distorção e também baixa latência (atraso no áudio).

Preço

Por fim, o custo: de “free” os fones da JBL têm apenas o nome. Ainda que seja um investimento em conforto, praticidade e qualidade sonora, o valor pode assustar usuários já acostumados com fones mais simples.

O JBL Free sai por R$699 e o JBL Free X por R$759 na loja virtual da fabricante no Brasil.

Entre os fone sem fio, os aparelhos da JBL estão entre os top de linha com valores mais elevados. O segmento possui uma linha mais básica, com representantes como os Airdots e alguns modelos da BlitzWolf, que entregam uma qualidade de som inferior mas com a liberdade da conexão via bluetooth.

Mesmo assim, os JBL Free e Free X apresentam um bom custo-benefício quando comparados aos concorrentes mais caros e com maior qualidade, como os AirPods. No site oficial da Apple, esse acessório sai pelo dobro do preço: R$1.499.

Ficha técnica do JBL Free

  • Lançamento (Brasil): 2019
  • Cores disponíveis: branco ou preto
  • Peso: 15g
  • Frequência de resposta: 10Hz a 22kHz
  • Impedância: 16 ohms
  • Sensibilidade: 9,5 dBm
  • Duração da bateria: 4h
  • Carga do estojo: 20h
  • Conexão: Bluetooth 4.2
  • Tipo de fone: intra-auricular
  • Material do adaptador: silicone
  • JBL Signature Sound
  • Suporte a assistentes de voz (Siri e Google Assistente)
  • A prova de respingos e jatos d’água (IPX5)

Este artigo foi útil para você? Aqui você vai encontrar com frequência novos conteúdos sobre as principais tendências do mercado.

Por exemplo, já falamos sobre os inovadores (nem tão novos) smartwatches, cada vez mais potentes, que poderiam deixá-lo ouvir música no JBL Free sem o celular estar presente. Que tal?

Se você preferir o celular, tudo bem! Então, vale olhar uma boa braçadeira para carregar o celular, não?

Porém, se você quiser deixar os fones pra lá e bombar no som, então é só olhar uma caixinha de som bluetooth pra realizar a tarefa!

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Confira quais são os melhores drones no mercado em 2019

melhores drones

As fabricantes de drone já conseguiram emplacar modelos variados no mercado com funções e características diversas. Seja para brincar com as crianças no quintal de casa ou para auxiliar nas gravações de um filme, o VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) tem ganhado cada vez mais adeptos, e sua tecnologia, mais melhorias. Por isso, os melhores drones do mercado não poderiam deixar de ser objeto de análise por aqui.

Os objetivos e especificações técnicas podem variar muito, mesmo entre os drones de uma mesma marca. Por esse motivo, se você está planejando investir em um modelo, é importante pesquisar com cautela e estar atento às possibilidades e limitações de cada opção.

Neste artigo você confere uma seleção com alguns dos melhores drones disponíveis no mercado atualmente, quais seus pontos positivos e negativos e uma breve ficha técnica de cada um.

Leia maisConheça tecnologias para deixar a sua casa inteligente

DJI Ryze Tech Tello

O Ryze Tech Tello da empresa DJI é um drone idealizado para iniciantes, com boas funcionalidades e mantendo um preço acessível. O aparelho fica muito aquém de outros modelos da marca, mas é um bom custo-benefício para quem não tem prática na pilotagem.

Simples de controlar, o Ryze Tech Tello é compacto e bem leve: possui somente 80g. O modelo possui tecnologia de estabilização e também um sensor de câmera de 5 MP. É restrito, mas garante certa qualidade para fotos casuais, além de gravar vídeos em 720p. 

O tempo de voo e a velocidade alcançada são pontos negativos: 13 minutos e 28 km/h. Ainda assim, as funções presentes no Ryze Tech Tello o colocam entre os melhores drones para usuários inexperientes, garantindo a diversão para quem está começando a se aventurar nessa área.

Um ponto negativo aqui é que não há controle remoto. Para pilotá-lo, é necessário instalar em um dispositivo móvel o aplicativo disponibilizado pela desenvolvedora.

Ficha técnica

Preço: Aproximadamente R$ 550
Câmera: 5 MP
Bateria e tempo de voo: 1100 mAh / 13 minutos
Altura máxima de alcance: 10 metros
Velocidade máxima atingida: 28.8 km/h.

DJI Mavi 2 Pro

Apesar de ser acessível a poucas pessoas por estar entre os mais caros que a DJI tem hoje no mercado, ao falar dos melhores drones não podemos passar batido pelo Mavi 2 Pro. O modelo é pensado para quem quer fazer uso profissional do veículo. Além de todas as suas configurações top de linha, o Mavi 2 Pro é um dos melhores modelos entre os mais compactos e portáteis.

Ele é semelhante ao Mavi Pro, seu antecessor, inclusive na aparência, mas os poucos upgrades que ele recebeu fazem a diferença. Maior duração de bateria, mais qualidade na gravação de vídeos, uma lente focal (28mm) com melhor resolução e raio de alcance superior em 1km. Essas são algumas das melhorias de um modelo para outro.

Seu perfil de cores DLOG-M de 10 bits alcança mais de 1 milhão de cores. Isso garante, por exemplo, uma captura sutil da gradação de cores de uma imagem e uma surpreendente riqueza de detalhes nas gravações, seja em locais iluminados ou mais escuros.

Outro detalhe que faz toda a diferença é seu sensor omnidirecional completo. Com ele, o Mavic 2 Pro identifica não apenas obstáculos que estão à sua frente, mas em todas as direções. Ele sabe o que está próximo e consegue evitar colisões e possíveis danos.

Ficha técnica

Preço: Aproximadamente R$ 11.500
Câmera: 20 MP
Bateria e tempo de voo: 3851 mAh / Até 31 minutos
Altura máxima de alcance: 120 metros
Distância máxima de alcance : Pode chegar a 8 km quando desobstruído e livre de interferência
Velocidade máxima atingida: 72 km/h no modo Sport

Yuneec Breeze

Ideal para iniciantes, o Yuneec Breeze também pode ser considerado um dos melhores drones vendidos em 2019. Modelo simples de pilotar, o drone da Yuneec vai te possibilitar fotos e filmagens com uma câmera 13 MP que, mesmo sem estabilizador de imagem para as gravações, é uma boa alternativa para quem já quer começar com um modelo não muito caro, porém com uma boa ficha técnica.

A fabricante se refere ao Breeze como “sua câmera voadora”, tendo em vista o design compacto e leve do veículo. Você pode optar por pilotá-lo pelo controle remoto próprio do modelo ou pelo aplicativo da Yuneec no seu smartphone.

Ficha técnica

Preço: Aproximadamente R$ 1.500
Câmera: 13 MP
Bateria e tempo de voo: 1150 mAh / 12 minutos
Altura máxima de alcance: 80 metros
Velocidade máxima atingida: 18 Km/h

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Swing Parrot

Este é um dos drones mais baratos do mercado nacional, servindo também como uma boa alternativa para quem não quer investir muito e está iniciando no hobby. O Swing Parrot possui uma dinâmica de direção muito simples, peso de apenas 300g e boa resistência contra colisões e quedas. É um modelo ideal para crianças e adolescentes.

No entanto, se você busca um drone barato para fotografar, o Swing Parrot não é o que você está procurando. Isso porque a câmera possui apenas 0.3 MP, servindo para registros muito simples e com baixa qualidade.

Para a sua faixa de preço ele alcança uma velocidade interessante: 31 km/h. Por outro lado, a bateria não permite grande autonomia. Possui 550 mAh e resiste por cerca de 8 minutos.

Ficha técnica

Preço: Aproximadamente R$ 650
Câmera: 0,3 MP
Bateria e tempo de voo: 550 mAh / 8 minutos
Altura máxima de alcance: 60 metros
Velocidade máxima atingida: 31 Km/h

DJI Inspire 2

Por último, temos um dos modelos mais citados e lembrados quando se fala nos melhores drones disponíveis no mercado. E não é por nada, o Inspire 2 é basicamente uma câmera profissional de grande qualidade que você controla no ar.

Utilizado em filmagens de grandes shows e gravação de filmes, o modelo top de linha da DJI conta com uma ficha técnica robusta e invejável. Alcança até 7 quilômetros de distância durante o voo e uma velocidade absurda de quase 100 km/h, indo de 0 a 80 km/h em apenas 5 segundos.

Possui recursos de estabilização para gravação, piloto automático, sensor omnidirecional para evitar obstáculos, dentre outras funções que representam a tecnologia mais avançada que o segmento possui hoje.

A câmera do Inspire 2 foi desenvolvida pela DJI especialmente para filmagens e fotografias aéreas. Ela consegue gravar em 5.2K e 30 fps ou em 4K a 60 fps, além de fotografar com uma resolução de 20,4 MP e um alcance das faixas ISO que varia de 100 a 25.600.

Com tantos recursos, a pilotagem fica cada vez mais complexa. No entanto, o sistema de controle do Inspire 2 consegue resolver a questão entregando todos as funcionalidades no DJI Go, aplicativo da fabricante.

Por meio do smartphone, com alguns toques você direciona o voo do drone e também ajusta todos os comandos da câmera, como sua abertura, ISO e velocidade do obturador. 

Ficha técnica

Preço: Aproximadamente R$ 22.000
Câmera: 20,4 MP
Bateria e tempo de voo: 4280 mAh / 27 minutos
Distância máxima de alcance : Pode chegar a quase 7 km
Velocidade máxima atingida: 94 km/h

 

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Tecnologias do futuro: você irá se surpreender com o que vem por aí

tecnologias do futuro

A tecnologia está em constante mudança e, com ela, a maneira como lidamos com essas mudanças. Mais do que inserir novos produtos no mercado, os avanços alteram e impõem comportamentos e formas de interação da sociedade. Nesse sentido, as “tecnologias do futuro” são alvo constante de interesse. Onde vamos parar?

Essa é uma pergunta difícil de ser respondida. Podemos, no entanto, refletir sobre onde já nos encontramos e também sobre aquilo que está no horizonte: onde estamos quase chegando.

Em entrevista concedida em 2016 ao site Tech Insider, o polêmico futurologista britânico Ian Pearson fez algumas predições. De acordo com o site, as previsões do especialista têm, em geral, uma taxa de acurácia de 85%. O Tech Insider quis saber o que nós podemos esperar até 2050 e como as tecnologias do futuro vão mudar a maneira como vivemos.

Pearson atirou para todos os lados. Viagens frequentes par marte, fim dos smartphones, links cerebrais que permitirão humanos vivendo na Matrix, turismo no espaço, vestimentas com super-poderes. São muitos os prognósticos. Alguns tentadores e promissores, outros assustadores e alarmantes.

Neste artigo vamos nos aprofundar em três dos pontos citados por Pearson. Você lê abaixo um pouco sobre o que já está em prática e quais as perspectivas futuras para cada um desses campos. Confira!

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Veículos autônomos

Testados primeiramente pela Google no ano de 2010, os carros autônomos e seu desenvolvimento vêm ganhando atenção desde então. A Tesla, empresa estadunidense, é o principal exemplo de investimento na tecnologia que pretende automatizar cada vez mais a direção dos automóveis.

Carros como o Tesla Model X, Model S e Model 3 já estão rodando no mercado com funções automatizadas, o que não significa que toda a direção fique a cargo do veículo. Algumas confusões em relação ao uso dos carros da Tesla já demonstraram que a falta de entendimento por parte dos usuários pode ser um fator perigoso, resultando inclusive em acidentes fatais.

De acordo com uma pesquisa do Instituto de Seguros para Segurança de Rodovias (IIHS), organização de segurança viária dos EUA, quase metade dos 2 mil entrevistados acreditava ser seguro retirar as mãos do volante, o que ainda não é caso.

No Brasil, é improvável que a tecnologia chegue tão cedo, segundo um estudo da KPMG, que mede o “Índice de Prontidão para o Uso de Veículos Autônomos”. A empresa leva em conta critérios como legislação, infraestrutura, aceitação dos consumidores, tecnologia e inovação. Dos 25 países estudados em 2019, o Brasil ficou em último lugar no ranking, encabeçado por Holanda, Cingapura e Noruega.

Por outro lado, o futurologista Ian Pearson não tem certeza sobre o sucesso dos carros autônomos daqui para frente. Ao menos, não da forma como conhecemos. Ao site Tech Insider, Pearson disse acreditar que até 2026 haverá, sim, uma “onipresença de veículos que se dirigem sozinhos”. No entanto, isso viria na forma de um transporte colaborativo, no qual “caixas de metal baratas” levariam as pessoas de um lado para o outro. Seria um sistema sem motorista com melhor custo-benefício e mais simples que os atuais carros autônomos em teste.

A realidade virtual na educação

“Você vai poder levar estudantes para um ambiente no passado e mostrar o que estava acontecendo, como assistir à batalha de uma guerra, por exemplo. Você pode explicar esse tipo de coisa de uma maneira mais simples, se for possível ver o que acontece em vez de ler em um livro didático”, declarou Pearson, na entrevista sobre as tecnologias do futuro.

A percepção entre especialistas de que a realidade virtual (RV) vai se tornar indispensável para os consumidores ao nível do que hoje são os smartphones está estimulando uma corrida entre as grandes empresas de tecnologia, que tem a área da educação como um dos alvos. As experiências em primeira pessoa utilizando óculos 3D para visualização de ambientes em 360 graus já vêm há alguns anos despertando interesse das empresas e instituições de ensino ao redor do mundo.

Em 2015, observando o potencial da realidade virtual nas salas de aula, o Google lançou o projeto Google Expeditions. O aplicativo imersivo leva professores e estudantes a explorar o mundo desde uma visita ao espaço até um mergulho no fundo do mar. São mais de mil expedições de realidade virtual e cem de realidade aumentada.

Especialistas em tecnologias da educação apontam vários benefícios de utilizar a realidade aumentada no ensino. Entre eles, o caráter ativo da metodologia, que estimula o protagonismo dos alunos, e o potencial para a interdisciplinaridade que existe na tecnologia.

Leia mais: Tecnologia VR: o que é e como funciona

Porém…

Do outro lado da moeda, estão algumas preocupações acerca do tema e do desenvolvimento dessa tecnologia no futuro. Os efeitos da realidade virtual na educação ainda não são totalmente conhecidos, e especialistas destacam também a falta de estudos conclusivos sobre o assunto. Além disso, existem limitações como o tempo de uso, por questões de saúde, e o cuidado para que a tecnologia não antecipe ou substitua experiências reais, principalmente entre os alunos mais novos.

A inserção da RV nas salas de aula também passa por obstáculos como a viabilidade econômica e a capacitação de professores, em especial no Brasil. As experiências mais bem sucedidas ao redor do mundo até o momento se concentram em escolas que possuem recursos financeiros e professores fluentes em tecnologia e inovação. 

Coordenada pelo movimento Todos Pela Educação, uma pesquisa de 2017 levantou os principais desafios enfrentados por educadores brasileiros e o que os professores da rede pública pensam sobre o uso da tecnologia nas escolas. As barreiras mencionadas com maior frequência foram a falta de infraestrutura (66%), a velocidade insuficiente da internet (64%) e a falta de formação adequada (62%).

Os avanços da inteligência artificial

A inteligência artificial é outro campo da tecnologia em que, por maior que seja seu crescimento recente, o limite para seus avanços parece cada vez mais distante. No caso dos assistentes virtuais, por exemplo, estamos acostumados a comandos e respostas simples, mas o seu repertório pode ser aumentado muito em breve, com diálogos complexos.

A integração entre assistentes inteligentes e a robótica deverá revolucionar a maneira como vamos entender e realizar tarefas cotidianas. Para Pearson, a partir de 2030 as pessoas estarão utilizando robôs e assistentes virtuais com muita frequência, que vão funcionar desde ajudantes nos trabalhos domésticos a simplesmente companhia. “Fazer companhia será um dos objetivos primários para tecnologias do futuro que envolvam robôs, uma vez que muitas pessoas estarão morando sozinhas”, declarou o especialista.

Pearson ainda alerta para o ganho de uma consciência por parte dos computadores cada vez mais próxima de como entendemos a própria consciência humana. Para o futurologista, essa característica ficará mais evidente nas máquinas entre os anos de 2020 e 2025.

A essa equação soma-se a Internet das Coisas (IoT), conceito que explica a conexão entre objetos e usuários em uma grande rede. Com uma ligação cada vez maior entre o mundo físico e o mundo digital, a inteligência artificial terá cada vez mais campo para se fazer presente e mais possibilidades de aplicação.

Se você ficou interessado nesse artigo sobre tecnologias do futuro, também vai aproveitar outras leituras do nosso blog.

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Cidades inteligentes: veja de que forma elas vão mudar o mundo

Cidades inteligentes são grandes centros urbanos que buscam, por meio da tecnologia, garantir uma maior qualidade de vida ao cidadão. É um conceito amplo e que concentra um grande e atual debate ao seu redor, mas, de forma geral, trata-se de uma cidade que é capaz de reunir as condições necessárias para ser e estar conectada, sustentável e funcional.

Neste artigo você entende melhor o que está por trás do conceito e como ele não se resume apenas ao uso de tecnologia avançada. Vamos dar uma olhada também em um estudo que avaliou e classificou 174 grandes das maiores cidades ao redor do mundo dentro dos indicadores que apontam uma cidade inteligente. Onde o Brasil está nessa lista? Saiba tudo sobre as cidades inteligentes e como elas são capazes de melhorar o cotidiano de seus habitantes.

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Para além da tecnologia

Claro, a tecnologia é um fator decisivo para as cidades inteligentes. Entretanto, um centro urbano com uma capacidade tecnológica altamente desenvolvida não necessariamente se enquadra no conceito de cidade inteligente. A tecnologia aqui não é entendida como um fim, mas como um meio utilizado para encontrar soluções para grandes problemas urbanos que surgiram justamente pelo crescimento predatório desses centros. 

A Comissão Europeia define uma cidade inteligente como “um lugar onde redes e serviços tornam-se mais eficientes com o uso de tecnologias digitais e de telecomunicações para o benefício dos seus habitantes e de seus negócios”.

O órgão exemplifica essa eficiência com menos emissões, melhores sistemas de transporte público, de calefação, de abastecimento de água e de saneamento, assim como com espaços públicos mais seguros e que atendam às necessidades de uma população em envelhecimento.

A conscientização acerca do perigo que as mudanças climáticas representam também é um dos fatores ligados às melhores condições de vida que as cidades inteligentes têm como meta.

Toda essa batalha contra as grandes ameaças às sociedades contemporâneas já está sendo posta em prática em diversos locais ao redor do mundo. Isso é cada vez mais possível e viável devido a avanços tecnológicos bem recentes. Estamos falando, principalmente, da Internet das Coisas.

A Internet das Coisas e das cidades

A Internet das Coisas é um conceito que diz respeito à conectividade entre os objetos, as pessoas e a internet. As possibilidades são imensuráveis quando falamos de desenvolvimento e aplicação de softwares que coletam, analisam e transmitem dados na rede, das conexões bluetooth e do sistema GPS, tudo isso em consonância com o desenvolvimento da internet 5G.

Com a Internet das Coisas a linha entre o mundo físico e o mundo digital vai ficando mais turva na medida em que os usuários passam a realizar ações e a controlar aparelhos com maior facilidade e automatização.

No contexto das cidades inteligentes, a Internet das Coisas surge como uma possível aliada da sustentabilidade e organização de espaços urbanos em crescimento constante. Sua aplicação vai desde o gerenciamento para coleta de resíduos até os serviços de localização de veículos utilizados no transporte coletivo.

Leia também: Internet 5G: O que é e quando chega ao Brasil? 

As cidades inteligentes ao redor do mundo

A IESE Business School realiza anualmente, desde 2014, um ranking que classifica as cidades inteligentes a partir de uma série de critérios. Olhar para esses indicadores nos ajuda a entender melhor o conceito de cidade inteligente e quais os desafios que estão colocados para o futuro da vida urbana. Confira:

Os Critérios

Capital humano: cidades com governança inteligente, capazes de atrair e reter talentos através de promoção e incentivo à cultura, à criatividade e à pesquisa. Leva em consideração, por exemplo, a presença de museus, galeria de artes, movimentação de estudantes, universidades, gastos com educação, entre outros indicadores.

Coesão social: diz respeito ao grau de consenso que existe entre os membros de uma sociedade, buscando medir as interações sociais entre pessoas com diferentes culturas e o seu senso de pertencimento ao grupo. Entre os indicadores estão, por exemplo, número de mulheres empregadas, preço de propriedades, níveis de mortalidade, criminalidade, saúde, desemprego, homicídio, terrorismo e suicídio.

Economia: calcula o desenvolvimento econômico de um território considerando fatores como planos de desenvolvimento da economia local, planos industriais estratégicos, inovação e iniciativa empresariais.

Governança: parte do entendimento de que gestão das finanças públicas tem um impacto decisivo na qualidade de vida dos habitantes de um território e sua sustentabilidade. O termo classifica a eficiência e a qualidade da intervenção estatal na cidade, considerando pontos como reservas financeiras, transparência governamental e percepção de corrupção.

Meio ambiente: leva em conta indicadores como geração de resíduos, emissão de CO2 e metano, abastecimento de água e índices de poluição.

Mobilidade e transporte: considera os dois principais desafios das cidades do futuro e como elas estão lidando com isso: acesso a serviços públicos de transporte e facilidade de deslocamento por longos territórios.

Planejamento urbano: mede o quanto a cidade está preocupada com o foco em futuros espaços compactos, conectados e com acesso a serviços públicos.

Alcance internacional: diz respeito ao reconhecimento global da cidade por meio de planos de turismo, atração de investimento estrangeiro e representação no exterior.

Tecnologia: por fim, critério que de fato leva em conta a dimensão e o aparato tecnológicos do qual a cidade dispõe. 

O Ranking em 2019

No ranking da IESE de 2019 foram avaliados e classificados 174 dos maiores centros urbanos ao redor do mundo, presentes em países de todos os continentes. A área geográfica com melhor colocação geral é a Europa, com 28 cidades entre as 50 melhores.

A América Latina tem o primeiro representante apenas na 66ª posição: Santiago, capital do Chile. A cidade está na faixa de desempenho considerada “relativamente alto”. As duas únicas cidades com desempenho alto no ranking 2019 são Londres, no Reino Unido, e Nova York, nos Estados Unidos. 

Veja abaixo as 30 primeiras no estudo da IESE:

1 – Londres (Reino Unido)
2 – Nova York (Estados Unidos)
3 – Amsterdã (Holanda)
4 – Paris (França)
5 – Reykjavik (Islândia)
6 – Tóquio (Japão)
7 – Singapura (Singapura)
8 – Copenhague (Dinamarca)
9 – Berlim (Alemanha)
10 – Viena (Áustria)
11 – Hong Kong (China)
12 – Seul (Coreia do Sul)
13 – Estocolmo (Suécia)
14 – Oslo (Noruega)
15 – Zurique (Suíça)
16 – Los Angeles (Estados Unidos)
17 – Chicago (Estados Unidos)
18 – Toronto (Canadá)
19 – Sidney (Austrália)
20 – Melbourne (Austrália)
21 – São Francisco (Estados Unidos)
22 – Helsinki (Finlândia)
23 – Washington (Estados Unidos)
24 – Madri (Espanha)
25 – Boston (Estados Unidos)
26 – Wellington (Nova Zelândia)
27 – Munique (Alemanha)
28 – Barcelona (Espanha)
29 – Basel (Suíça)
30 – Taipei (Taiwan)

Cidades brasileiras

O Brasil tem 5 cidades que foram avaliadas e classificadas pelo levantamento da IESE. São elas Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, Curitiba, Salvador e Belo Horizonte. Todas apresentaram baixo desempenho, segundo a pesquisa, principalmente em indicadores como governança, coesão social e capital humano.

De acordo com o estudo, ainda que a tecnologia possibilite também no Brasil determinados avanços em infraestrutura e serviços, fatores sociais ainda são deixados de lado. São questões como acesso a saneamento básico, segurança, saúde e educação que representam os maiores obstáculos para as cidades brasileiras na superação dos problemas que as cidades inteligentes buscam resolver.

Veja a colocação:

128ª – Rio de Janeiro
130ª – Brasília
132ª – São Paulo
140ª – Curitiba
146ª – Salvador
151ª – Belo Horizonte

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Xiaomi Mi Band 4: saiba tudo sobre a pulseira inteligente

A Mi Band é um exemplo de aparelho resultante dos avanços da tecnologia wearable, os dispositivos vestíveis. A pulseira inteligente desenvolvida pela chinesa Xiaomi é uma das mais populares tanto na China quanto no resto do mundo.

Sua quarta versão, a Xiaomi Mi Band 4, foi lançada em junho de 2019. Com preços convidativos e ideal para os segmentos esportivo e fitness, o gadget atingiu 1 milhão de vendas já nos oito primeiros dias no mercado.

No Brasil a Mi Band 4 é oficialmente comercializada desde outubro pela DL Eletrônicos, parceira da Xiaomi por aqui. O preço na loja física ou virtual é de R$ 335, mas os usuários já têm importado a pulseira desde o seu lançamento global por valores que chegam quase a R$ 100. 

Neste artigo nós abordamos as principais características e diferenças Mi Band 4 em relação ao modelo anterior e você decide se o investimento compensa. Confira:

Versão chinesa x versão global

A smartband da Xiaomi conta com duas versões do mesmo dispositivo: uma voltada para o próprio mercado chinês e outra para o mercado global. Existem algumas diferenças entre as duas.

A versão chinesa conta com uma conexão Near Field Communication – NFC (baseada em aproximação) que possui suporte para realização de pagamentos, e também uma assistente interna, a Xiaomi Ai. O modelo comercializado globalmente não tem nenhuma das duas funções.

Além disso, a interface da pulseira na sua versão chinesa vem definida de fábrica em mandarim, mas pode ser alterada para outros idiomas após a conexão com o celular. Nenhum dos dois modelos ainda possuem um suporte de interface 100% em português, mas o idioma pode ser configurado no Mi Fit, o app de gerenciamento do dispositivo que vai instalado no smartphone.

Em resumo, as duas versões são muito similares. O desempenho e qualidade da Xiaomi Mi Band 4 pode ser melhor analisado em comparação com o seu modelo antecessor, o Mi Band 3. Confira abaixo algumas características da última versão da pulseira inteligente.

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comparador internet

Características da Xiaomi Mi Band 4

A Mi Band 4 é uma pulseira inteligente desenvolvida para estar no mercado a um preço acessível em comparação com outros acessórios. Por esse motivo, ela não faz frente a relógios inteligentes, por exemplo, que em geral agregam muito mais funções em seus sistemas.

Ainda assim, a pulseira da Xiaomi é uma ótima opção principalmente para atletas e praticantes de atividades físicas. O modelo Mi Band 4 mantém uma série de funções já conhecidas do Mi Band 3, como o modo esteira, cronômetro, medidor de passos, monitoramento de batimentos cardíacos e medidor de qualidade de sono. Também possui, claro, acesso às notificações do smartphone e outras informações, como situação do clima.

O diferencial para as funções apresentadas pelo modelo anterior está nos novos modos esportivos: caminhada, ciclismo, corrida externa e até natação.

No modo natação, a pressão suportada pela pulseira permite mergulhos de cerca de 50 metros de profundidade. O módulo “status” também é novo e reúne informações como dados do medidor de passos e calorias queimadas. O Mi Band 4 ainda não possui GPS, então no módulo corrida externa, por exemplo, é necessário o apoio do smartphone para cálculo de distância.

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A tela é o principal upgrade

Entre a Xiaomi Mi Band 4 e a Mi 3 não existem grandes saltos de tecnologia ou funções muito inovadoras. A quarta versão da pulseira é um dispositivo semelhante ao anterior e que passou por ajustes. A principal melhoria, com certeza, está na tela AMOLED colorida.

O visor de 0,95 polegadas, resolução 120×240 e display em cores é muito superior à tela monocromática da Mi Band 3. A sensibilidade ao toque do novo modelo também é muito mais precisa, garantindo mais autonomia em relação ao uso do smartphone.

Além de exibir notificações muito mais detalhadas, na Mi Band 4 já é possível pequenas configurações no próprio aparelho como ativar e desativar os alarmes definidos no celular e controle de músicas.

A apresentação de informações climáticas e o uso da pulseira em dias muito claros são outros dois exemplos do conforto trazido pela tela colorida.

Além disso, a nova versão da smartband da Xiaomi possui várias alternativas de watchfaces, que são as telas customizáveis para o display principal. São três alternativas nativas e mais 77 que podem ser definidas pelo aplicativo Mi Fit. Fora a possibilidade de upload de watchfaces personalizados que são encontrados nas lojas de aplicativos.

Mi Fit

É em conjunto com o Mi Fit que a smartband da Xiaomi fica realmente útil e interessante. O aplicativo está disponível para download e instalação tanto na Play Store quanto na App Store.

A Mi Band foi desenvolvida para ser usada o dia inteiro pelo usuário, inclusive durante a noite. Dessa forma ela consegue medir precisamente desde a atividade física realizada até a qualidade do sono.

O nível de detalhamento está em dados como, por exemplo, a quantidade de passos dados durante o dia e os momentos específicos de sono profundo e sono leve.

A compilação desses dados você encontra no Mi Fit. Pelo software é possível acompanhar um relatório completo do que foi o seu dia. Dormiu menos que o necessário? Se movimentou pouco? Sua frequência cardíaca esteve alterada em algum momento? A sua pulseira inteligente com certeza sabe e te avisa. 

Ficha técnica (versão global)

  • Tela – AMOLED, colorida, sensível ao toque e com retroiluminação, 120 x 240 pixels, brilho de até 400 nits e vidro temperado 2.5D.
  • Conexão – Bluetooth 5.0, sem Near Field Communication (NFC)
  • Compatibilidade – iOS e Android
  • Material da pulseira – Borracha
  • Bateria – 110 mAh (20 dias de duração)
  • Resistência à água – À prova até 50m de profundidade
  • Sensores – acelerômetro (3 eixos), giroscópio (3 eixos), proximidade (capacitivo), frequência cardíaca (óptico)
  • Peso – 21g

O sucesso da Mi Band e o retorno da Xiaomi ao Brasil

A versão global da Mi Band 4 foi anunciada, primeiramente, na Espanha, Itália e França. Após 8 dias do lançamento, 1 milhão de unidades já haviam sido comercializadas. A informação foi dada pelo porta-voz e diretor de gerenciamento de produtos da Xiaomi, Donovan Sung.

“Compartilhando uma ótima notícia com nossos fãs globais: Nosso volume global de envio do #MiSmartBand4 ultrapassou 1 milhão de unidades em apenas 8 dias. Este é o mais rápido que atingimos este marco na história da #MiBand. Obrigado a todos os nossos Mi fãs!”, escreveu o executivo em sua conta do Twitter.

Na tendência de outras empresas chinesas, a fabricante de celulares segue com um plano de ampla expansão para o mercado internacional. No Brasil a Xiaomi chegou pela primeira vez em 2015, numa tentativa que não deu muito certo e acabou levando a empresa a deixar o país ainda naquele ano.

Em 2019, a Xiaomi retornou com modelos de smartphone e outros produtos, como as pulseiras inteligentes. As vendas são feitas na loja online, em redes de varejo autorizadas e na sua primeira loja física no Brasil – localizada em São Paulo, no Shopping Ibirapuera.

Os preços convidativos, principalmente dos smartphones intermediários, conquistou uma grande quantidade de fãs fiéis no Brasil. A parceria com a DL Eletrônicos garantiu também a assistência técnica aos produtos da empresa por aqui, estimulando também os clientes mais precavidos.

Segundo dados do segundo trimestre de 2019 levantados pela Counterpoint Research, no mercado global de smartphones, por exemplo, a Xiaomi é a quarta colocada com 9% (32,3 mi unidades). A chinesa ainda perde para a coreana Samsung (21,3%), a vizinha Huawei (15,8%) e americana Apple (10,1%).

Está interessado em adquirir um smartwatch? Saiba tudo sobre este tipo de dispositivo aqui e confira também sobre um dos modelos mais avançados do mercado, o Apple Watch.

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Roupas inteligentes: veja 5 exemplos curiosos

roupas inteligentes

Você já ouviu falar em tecnologia wearable? O termo vestível, traduzido literalmente do inglês, tem sido usado por aqui para se referir às roupas inteligentes que agregam cada vez mais funções. Utilizadas com diversos fins – desde aumentar a segurança do usuário até servir como um elemento da alta costura – as roupas inteligentes e suas fronteiras passaram por diversos avanços ao longo da década.

Relógios, pulseiras e óculos de realidade virtual são alguns dos exemplos mais conhecidos. Os smartwatches já movimentam inclusive uma boa parcela do mercado de tecnologia no Brasil.

Entretanto, a nova onda dos wearables abrange possibilidades que vão desde uma camiseta que permite pessoas surdas experienciarem uma orquestra até um pijama que avisa porque o bebê está chorando.

Confira abaixo alguns dos exemplos mais curiosos de roupas inteligentes desenvolvidas ou já comercializadas.

Leia também: Cidades inteligentes: veja de que forma elas vão mudar o mundo

Jaqueta Visijax

A jaqueta Visijax Commuter é um dos exemplos de uso da tecnologia em vestimentas para aprimorar a segurança de quem veste. Desenhada para ciclistas, a peça possui quatro tiras de luzes de LED no peito e nos braços que possuem baterias recarregáveis.

Uma fileira de luzes na parte inferior das costas completa o kit de segurança para quem anda de bicicleta durante a noite.

Além do sistema de luzes que mantém o passageiro visível, as jaquetas da Visijax possuem um sistema interno de resfriamento. A ventilação é fornecida por pequenos dutos embutidos no peito e na parte superior das costas, assim como quatro pequenas fendas nos braços.

O traje também é à prova d’água: o poliéster é revestido de Teflon, as mangas têm velcros e a gola possui cordões.

De acordo com a avaliação do blog de ciclismo Seven Day Cyclist, a vestimenta ao ser testada teve “um desempenho admirável tanto em excursões noturnas quanto em trajetos sombrios com neblina no frio”.

O site também aponta que há vantagens em relação à respirabilidade quando comparado a outros trajes com preços semelhantes. Veja abaixo o teste feito com a jaqueta da Visijax pela reportagem do jornal britânico The Guardian:

T-Shirt OS

Assim como a jaqueta da Visijax, a T-shirt OS é uma camiseta equipada com luzes LED. A peça não busca aumentar a segurança do usuário e nem é voltada para um nicho específico. Faz parte, na realidade, da linha de “tecnologia wearable” (ou tecnologia vestível) da empresa de moda CuteCircuit.

Definida como “a camiseta do futuro” pela companhia, a peça conta com uma tela de 1.024 pixels em sua superfície que pode ser controlada por meio de um aplicativo.

A peça consegue conectar-se com um smartphone por Bluetooth e enviar dados para redes sociais como Facebook e Twitter. Quem veste pode programar e compartilhar pela internet tweets, fotos e músicas, por exemplo. 

A T-Shirt OS vem equipada com um microfone, uma microcâmera, alto-falantes e sensores de movimento. Por meio do app também é possível fazer alterações de formato e cor com base nos LEDs da camiseta. Confira o vídeo promocional:

A CuteCircuit é uma empresa de moda especializada em tecnologia vestível e moda interativa.

Ela foi fundada pelos designers Francesca Rosella e Ryan Genz, em 2004. A empresa é uma das pioneiras no mercado de vestuário equipado com tecidos inteligentes, e baseia suas produção em coleções de alta-costura, Prêt-à-Porter e peças sob medida para celebridades e outros clientes.

The Sound Shirt

Entre as roupas inteligentes desenvolvidas pela CuteCircuit também está a Sound Shirt.

A camiseta permite que uma pessoa surda experiencie um concerto de uma orquestra ao vivo. A peça possui 16 sensores embutidos em seu tecido que recebem informação sem fio e em tempo real da música que está tocando.

O som é transformado em dados e depois traduzido para uma série de sensações táteis criadas pela tecnologia da camiseta. Veja o vídeo de demonstração:

Em seu site, a CuteCircuit destaca que “apenas olhando para reação de pessoas surdas na plateia podemos notar como estão encantados e alegres. Essa completa imersão tátil na música é algo que permite que a experiência de um concerto ao vivo seja finalmente compartilhada por todos”. 

Ministry of Supply

A conciliação entre tecnologia e estética é uma das bandeiras da Ministry of Supply, marca de moda sediada em Boston e fundada em 2012 por ex-alunos do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A empresa aplica em suas roupas inteligentes tecnologias antes utilizadas apenas pela Nasa no desenvolvimento de trajes para astronautas.

Vestimentas como camisetas, calças e ternos da Ministry of Supply conseguem regular a temperatura corporal do usuário de acordo com a temperatura do ambiente. Em dias frios o tecido retém calor de quem o está vestindo; nos dias quentes, libera o calor e facilita a respiração e transpiração do corpo. 

A marca evita priorizar a funcionalidade em detrimento do valor estético de suas peças, mirando em um consumidor que está em busca de ambos: estilo e alta performance.

Em um apelo de marketing no ano de 2016, o CEO da empresa, Gihan Amarasiriwardena, chegou a correr meia maratona vestindo um terno da sua própria marca.

Com exceção do par de tênis de corrida, Gihan vestia inteiramente as roupas inteligentes da Ministry of Supply. Gihan não apenas completou a prova em 1:24:41 como quebrou e deteve por um tempo o recorde do Guinness Book de corredor mais rápido de meia maratona vestindo terno.

Exmobaby

Identificar o motivo de choro e desconforto de um bebê pode ser uma tarefa angustiante, principalmente para aqueles pais de primeira viagem.

Os avanços tecnológicos das roupas inteligentes também já foram aplicados para bebês. A empresa Exmovere Holdings anunciou em 2012 o Exmobaby, traje capaz de ajudar a identificar por que a criança está chorando.

A roupa possui equipada em seu tecido um termômetro, um sensor de movimento e outro de frequência cardíaca. O Exmobaby também é capaz de medir a umidade, avisando os pais quando a fralda precisa ser trocada.

A peça tem um transceptor que conecta-se a computadores e smartphones por meio de um software que processa os dados recolhidos e dá uma espécie de “diagnóstico do humor” do bebê.

As configurações e resultados podem ser ajustadas manualmente pelos pais, aprimorando assim esse diagnóstico feito pela vestimenta. 

Segundo o fabricante, “o sistema permite que os pais gravem os estados físicos registrados e definam uma causa, como fome ou cansaço.” Dessa forma, o software aprende com o tempo e consegue prever essas causas no futuro.

O Exmobaby é uma saída não apenas para pais iniciantes, mas também uma facilidade para centros de cuidado que precisam monitorar vários bebês ao mesmo tempo.

A Exmovere Holdings é uma empresa especializada em dispositivos e equipamentos médicos, e começou os testes do seu pijama inteligente para bebês justamente em hospitais. Segundo a companhia, o Exmobaby é a evolução e versão vestível de tecnologias já existentes, como as babás eletrônicas.

Acessórios inteligentes

Gostou desse conteúdo? O uso de tecnologia wearable na criação de novas roupas inteligentes é mais um exemplo da rápida evolução tecnológica pela qual passamos nos últimos anos.

Na parte de acessórios, um artigo que tem sido bastante aprimorado nos últimos anos é o Apple Watch, você sabe por que que esse “relógio” que custa mais de R$ 8 mil (em sua versão mais recente) é tão valioso? Saiba mais sobre isso neste artigo.

Outro exemplo de smartwatch, com menos funções, mas também um preço bem mais acessível é o Xiaomi Mi Band 4. A versão global foi anunciada, primeiramente, na Espanha, Itália e França. Após 8 dias do lançamento, 1 milhão de unidades já haviam sido comercializadas. Saiba mais sobre este acessório neste artigo.

Ainda neste setor, também já são encontrados no mercado opções de óculos inteligentes, um dos mais famosos é o Google Glass 2, mas afinal para que serve este equipamento de realidade aumentada? Veja aqui.

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Xiaomi Mi A3: vale a pena comprar?

xiaomi mi a3

Os celulares da Xiaomi adquiriram rápida popularidade no mercado brasileiro. A fabricante chinesa, além de estar em crescimento no mercado mundial de smartphones, conseguiu conquistar por aqui uma série de fãs que não deixam a desejar quando comparados aos clientes da Apple que dormem na fila para comprar novos produtos. Um de seus lançamentos mais recentes é o Xiaomi Mi A3.

O smartphone é uma aposta da empresa no segmento intermediário e pode ser encontrado no varejo numa faixa média de preço de R$ 1.200. Aqui você confere todas os detalhes do lançamento para saber se vale a pena investir no novo modelo.

Características do Mi A3

Confira abaixo as principais diferenças entre o Xiaomi Mi A3 e o modelo Mi A2, seu antecessor.

Bateria

Essa, junto com o sistema de câmeras, talvez seja a diferença mais significativa entre o Xiaomi Mi A3 e o Mi A2. O modelo mais recente é uma boa alternativa para usuários que buscam um aparelho com maior tempo de duração de bateria.

Tanto o A2 quanto o A3 podem durar, em condições intermediárias de uso, um dia inteiro sem precisar serem carregados.

Porém, a capacidade de 4.030 miliampere-hora do Mi A3 em comparação aos 3.010 mAh de seu antecessor garante mais algumas horas de uso.

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Câmera

Existe também uma diferença marcante na capacidade fotográfica dos dois modelos. A fabricante aprimorou o sistema de câmeras adicionando mais uma lente.

No novo modelo, o conjunto triplo tem 48 megapixels (abertura de f/1.79), 8 megapixels (abertura de f/2.2) e 2 megapixels. As duas últimas lentes são uma grande angular, para planos abertos, e um apara captura de profundida de campo.

É uma melhoria significativa quando comparada ao conjunto duplo do Mi A2, que apresenta duas lentes de 12 MP e 20 MP com abertura de f/1.75. Além disso, a câmera frontal também passa de 20 megapixels (f/2.2) para 32 megapixels (f/2.0), garantindo melhores selfies.

Design

A primeira e mais visível diferença entre o design dos dois modelos é o notch — parte superior da tela do celular que costuma abrigar a câmera frontal e o alto falante. Enquanto o Mi A2 contava com um notch retangular, o Mi A3 utiliza um recorte para garantir um melhor aproveitamento de tela. O Mi A2 Lite já era um modelo da Xiaomi com essa região recortada, mas no Mi A3 o notch em formato de gota confere ainda mais espaço à superfície da tela.

A própria tela também é um pouco maior. Pouca coisa: de 5,99 polegadas para 6,08 polegadas. Contudo, a resolução do Mi A3 é inferior. Enquanto seu antecessor apresenta uma tela com Full HD+ (2160 x 1080 pixels), o Mi A3 fica em HD+ (1560 x 720 pixels). É uma diferença significativa e que pode ser notada ao colocar os dois modelos lado a lado.

Também está no display do Xiaomi Mi A3 o sistema de reconhecimento digital, diferentemente do Mi A2 cujo leitor ficava na parte traseira do aparelho.

Outra diferença está nas cores de cada modelo. Enquanto o Mi A2 está disponível em azul, preto e dourado, o Mi A3 pode ser encontrado em azul, preto e branco.

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Sistema Operacional

Tanto Mi A2 quanto Mi A3 são smartphones que participam do programa de parcerias do Google conhecido como Android One. O primeiro modelo chegou em 2018 com Android 8 (Oreo) e já foi atualizado para o Android 9 (Pie). Enquanto o Xiaomi Mi A3 já foi anunciado com o Android 9 e tem em vista as atualizações 10 e 11.

Ao contrário de outros modelos da Xiaomi que possuem uma interface própria (o MIUI), o Mi A3 e Mi A2 não tem quase nenhuma alteração em relação à interface original, garantindo uma navegação em um sistema operacional que também é conhecido como “Android puro”.

Desempenho

Há pouca diferença na capacidade de processamento dos dois aparelhos. Tanto o processador Snapdragon 665 do Xiaomi Mi A3 quanto o Snapdragon 660 do Mi A2 dão conta com tranquilidade de tarefas mais simples e rodam alguns jogos mais leves cujos gráficos não abusem da potência do celular.

No entanto, o modelo mais antigo ganha nesse aspecto do Mi A3 por oferecer uma alternativa com 6 GB de RAM, enquanto o modelo mais novo está no mercado apenas na opção 4 GB de memória RAM.

Ficha técnica completa

  • Dimensões – 153.48 x 71.85 x 8.47 mm
  • Peso – 173.8 gramas
  • Dual SIM
  • GSM – Quad Band (850/900/1800/1900)
  • Tela – AMOLED com proteção Gorilla Glass 5. Possui 6,08 polegadas e 720 x 1560 pixel
  • Densidade de pixels da tela – 283 ppi
  • Processador – 4x 2.0 GHz Kyro 260 + 4x 1.8 GHz Kyro 260
  • Chipset – Snapdragon 665 Qualcomm SDM665
  • Armazenamento – 64 GB
  • Armazenamento expansível – Comporta um micro SD de até 256 GB
  • GPU – Adreno 610
  • Câmera – Resolução de 8000 x 6000. Traseira tripla com 48 MP (f/1.79) + 8 MP (f/2.2) + 2 MP + frontal com 32 MP (f/2.0)
  • Atributos da câmera – Estabilização digital, autofoco, foco por toque, flash, HDR, localização, detecção facial.
  • Vídeo – 4K / 2160p (Gravação a 30 FPS + SlowMo a 240 FPS)
  • Sensores – Reconhecimento de impressão digital, proximidade, giroscópio, bússola e acelerômetro.
  • Bateria – LiPo 4030 mAh
  • Sistema operacional – Android One 9 Piei

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A Xiaomi no Brasil

A fabricante de celulares chinesa chegou aqui pela primeira vez em 2015, numa tentativa mal-sucedida que levou a empresa a deixar o país no mesmo ano. Em 2019, a Xiaomi retornou com novos modelos de smartphone e outros produtos. As vendas são feitas em sua loja online, em redes de varejo e em sua primeira loja física no país – localizada em São Paulo, no Shopping Ibirapuera.

Entre os smartphones vendidos, além do Mi A3, estão o Mi 9 e o Redmi Note 7, custando R$4.299,99 e R$1.999,99. Os preços na loja oficial acabam reduzindo o encanto da marca que conquistou muitos fãs no Brasil. Importar ainda sai mais barato. No entanto, quem compra diretamente daqui conta com garantia e assistência técnica prestada pela empresa brasileira DL Eletrônicos, parceira da Xiaomi em seu retorno.

Na faixa de preço que a Xiaomi está cobrindo existem diversos modelos rivais. Alguns intermediários premium da Samsung, por exemplo, como o Galaxy S9 e o Galaxy A70 custam algo em torno do Redmi Note 7 e competem nas especificações técnicas. Além da Samsung, a Xiaomi encontra disputa na Motorola com o One Vision e na colega chinesa Huawei, que também briga pela presença no mercado brasileiro com modelos como o P30.

De acordo com dados da Counterpoint Research, o market share medido aponta a Xiaomi como a quarta colocada no mercado global de smartphones com 9% (32,3 mi unidades). Os números são do segundo trimestre de 2019 e, para a chinesa, representam um aumento de 0,9% em relação ao mesmo período de 2018. À sua frente estão Samsung (21,3%), Huawei (15,8%) e Apple (10,1%).

Pensando em investir em um Xiaomi? No Compara Plano você encontra novidades sobre lançamentos de celulares e tendências no mundo dos smartphones. Atualizamos nosso blog diariamente com artigos sobre tecnologia. Fique ligado!