Qual a diferença entre download e upload? Entenda aqui!

diferença entre download e upload

Você sabe qual a diferença entre download e upload? É importante que você fique por dentro desses detalhes ao contratar o seu serviço de internet. Dessa maneira você poderá escolher o plano que se encaixa melhor no seu perfil de consumidor a partir dessas informações.

Em tempos de pandemia, quando estamos trabalhando mais em home office, queremos que a internet funcione adequadamente e atenda todas as nossas necessidades.

Mas qual a relação disso com o upload e download? Por exemplo, quando você está participando de uma reunião que precisa compartilhar sua câmera, áudio e tela você quer uma boa velocidade de upload. Agora para ouvir e ver as outras pessoas que estão participando da reunião você quer uma boa velocidade de download.

Ainda está confuso sobre as diferenças? Não tem problema, leia este texto até o final que você vai entender tudo. Além de aprender maneiras práticas e efetivas de testar a sua velocidade de internet.

Leia mais: Qual a internet mais rápida do mundo? Descubra aqui!

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A velocidade de upload e download no seu dia a dia

De repente a nossa vida mudou e grande parte das atividades passaram a acontecer dentro dos nossos lares. Do trabalho à diversão, até mesmo as idas ao shopping ou supermercados foram substituídas por um clique em nossos celulares ou computadores pessoais.

Por mais que nas últimas décadas a internet tenha um papel importante nas nossas vidas, agora ela é indispensável.  E por ser uma tecnologia tão importante e presente no nosso cotidiano precisamos entender como ela funciona.

Só para exemplificar e deixar os conceitos de upload e download mais claros vamos imaginar que você está conversando com seus amigos em um grupo de aplicativo de conversas. Um amigo enviou um vídeo, para assisti-lo você precisa fazer o download dele. Isso quer dizer que você salvará o vídeo, os dados desse vídeo, em seu celular ou computador. E para isso você usa a sua velocidade de download.

Você achou o vídeo engraçado e agora quer responder com um áudio das suas risadas. Você clica no botão do microfone e seu áudio é gravado. Mas isso não basta para que seus amigos recebam a sua risada, você precisa enviar o áudio. E para que isso seja possível entra em ação a sua velocidade de upload.

Este é apenas um dos exemplos em que usamos as velocidades de upload e download do nosso pacote de dados. Há muitos outros cenários que poderia citar, mas tenho certeza que agora você já entendeu bem esses conceitos.

A nuvem

É possível que você já tenha se perguntado: mas de onde vem e para onde vão os arquivos que fazemos o download e upload em nossos dispositivos?

Bem, a resposta para essa pergunta é uma palavra simples: nuvem.  A nuvem é uma solução tecnológica online que permite aos usuários ou empresas armazenar dados de todos os tipos em servidores de alta disponibilidade.

Seus e-mails, por exemplo, quando você acessa e começa a ler as novas mensagens. Elas não estão salvas no seu celular, mas sim na nuvem do seu servidor de e-mails. O mesmo vale para as redes sociais, o conteúdo que visualizamos não está em nosso celular, e sim em servidores que nos permitem acessar rapidamente os conteúdos.

Quando baixamos dados, sejam músicas, vídeos ou arquivos de textos, estamos fazendo o download de algo que está na nuvem. E quando enviamos alguma mensagem ou arquivo em algum aplicativo de comunicação ou rede social, estamos fazendo o upload para a nuvem.

Leia mais: Como saber quem está usando minha internet? Descubra!

Como descobrir a velocidade de upload da minha internet?

Quando você contratou o seu serviço de internet deve ter sido informado sobre a velocidade de upload do plano contratado. Caso não se lembre, acesse o portal da sua operadora com seu usuário e senha e procure por essa informação.

Se não encontrar, pode procurar pelo contrato em seu e-mail ou ligar para a operadora para confirmar a informação. É importante que você tenha essa informação para comparar com o resultado obtido no teste.

Veja a seguir como testar a sua velocidade de upload:

  • Escolha um site para realizar o teste, recomendamos o Speedtest, uma opção fácil e intuitiva de usar;
  • Certifique-se, antes de realizar o teste, que você não está fazendo upload de nenhum arquivo no momento;
  • Acesse o site e clique no botão “Iniciar” e aguarde o teste ser concluído;
  • Verifique a velocidade de upload diagnosticada e compare com a velocidade prometida pela operadora.

Leia também: Brasil Banda Larga: teste a velocidade da sua internet

Como descobrir a velocidade de download da minha internet?

O primeiro passo aqui também será verificar a velocidade de download que você contratou em seu plano de internet. É uma informação importante para que você entenda se o que está recebendo corresponde ao seu investimento financeiro.

Descubra a velocidade de download controlada no site de sua operadora, no contrato enviado por e-mail ou através do teleatendimento.

Mas e qual o passo a passo do teste? Veja:

  • Escolha um site para realizar o teste, novamente recomendamos o Speedtest, por ser fácil de usar;
  • Certifique-se, antes de realizar o teste, que você ou as outras pessoas que moram com você, estão fazendo download de algum arquivo, ouvindo música ou assistindo algum filme ou seriado de serviços de streaming;
  • Acesse o site e clique no botão “Iniciar” e aguarde o teste ser concluído;
  • Verifique a velocidade de download diagnosticada e compare com a velocidade prometida pela operadora.

Por que a velocidade de download é maior que a velocidade de upload?

Quando você finalizar o teste da sua velocidade de internet vai perceber que todas as vezes a velocidade de download é maior do que a velocidade de upload, ou seja, existe uma diferença entre download e upload. Há um motivo para isso: o nosso uso e comportamento das redes sociais envolve mais o consumo e download de conteúdo do que o upload.

Quantos vídeos você assistiu nas plataformas de streaming hoje? Garanto que foram alguns, certo? E quanto vídeos você fez o upload para alguma rede social ou plataforma de streaming? É bem provável que sua resposta seja nenhum, a não ser que você trabalhe com produção de conteúdo.

O nosso hábito de consumo de informações e dados na internet faz com que uma maior parte da nossa velocidade de internet seja dedicada para downloads e não uploads. Ter mais velocidade de download é que vai te permitir ver aquele filminho ou seriado no final do expediente sem que a imagem fique travando ou o áudio fique dessincronizado.

Saiba mais: Qual é a velocidade de upload ideal? Saiba como escolher!

Por que as velocidades de upload e download que eu pago são maiores do que as que recebo?

Ao realizar o teste você deve ter percebido que há uma diferença entre a velocidade de internet que você paga para o que recebe. Certo? Isso ainda é comum, e como cliente o seu desejo é receber a velocidade máxima contratada para upload e download.

Ainda existem algumas limitações tecnológicas que nos impedem de receber exatamente a velocidade contratada. Porém a cada dia as tecnologias avançam e os serviços de internet também seguem esse caminho.

É possível que em um futuro não muito distante possamos receber em nossas casas ou empresas uma velocidade de internet cada vez mais próxima do que contratamos nos nossos planos.

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Leia também: Como aumentar a velocidade da internet de casa? Descubra já!

Este texto ajudou a entender a diferença entre download e upload?

Então compartilhe com aqueles amigos ou familiares que também tem dificuldades para entender o que é velocidade de upload e o que é velocidade de download e a diferença entre download e upload.

Lembre-se de testar periodicamente a sua velocidade de internet, principalmente nos momentos em que perceber alguma lentidão.

Se você gostou do nosso conteúdo deste texto e quer ficar por dentro de assuntos da  tecnologiaplanos e pacotesdicas e curiosidades, acompanhe o Compara Plano!

O que é provedor de internet e para que serve? Descubra aqui!

o que é provedor de internet

A internet está tão intrincada em nossas vidas que fica difícil imaginar como era o mundo sem ela. Porém, para quem tem uma vaga lembrança (ela já quase foge à memória), perto da virada do milênio acessar a web era uma tarefa custosa tanto de dinheiro quanto de paciência. E, para formular virtualmente esse cenário antigo, é preciso entender, antes, o que é um provedor de internet!

Apesar de a expressão se manter na boca do povo, seu conceito real foi ligeiramente modulado de forma a abranger a atual prestação de serviços que temos. É bem verdade que um mapeamento dessa atuação demonstraria que seu lugar no mercado tecnológico ainda está mantido, mas também demonstra novos atores e modos entrando em cena.

Antigamente, o provedor de internet era a empresa que intermediava a vinculação da conexão residencial à rede mundial de computadores. Isso acontecia porque as operadoras de telefonia só poderiam atuar em nichos do segmento de telefonia  mesmo. Ou seja, a empresa até poderia entregar a conexão, pois ela chegava via cabeamento telefônico, mas as credenciais para autorização de navegação eram outra responsabilidade.

Nesse momento, entrava em cena o papel do provedor, o qual fornecia tais credenciais para que o usuário pudesse se vincular à rede. Então, o que aconteceu é que essa metodologia de prestação de serviços evoluiu, passando às próprias operadoras de telefonia o papel de credenciamento na web. Ou seja, além de prestar o serviço de internet, as operadoras (geralmente) de telefonia passaram a ser também o provedor.

Quer saber mais sobre essa história toda? Além de nostálgica para quem a viveu nos primórdios, trata-se de uma distopia para quem já cresceu na era digital!

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O que é provedor de internet

De maneira geral, para entender o que é provedor de internet, hoje em dia basta que você pense na sua prestadora de serviços desse tipo. Ou seja, independentemente de qual seja a sua, tal como Claro Banda Larga, TIM Live ou Vivo Fibra, essa será a sua provedora. Porém, nem sempre essa atuação era conjugada numa única empresa.

Conforme antecipamos, as empresas de telefonia somente poderiam atuar no segmento da própria telefonia. Ao contrário dos valores de livre concorrência que vêm sendo cada vez mais implementados no mercado, havia restrições para que elas atuassem com serviços além do seu segmento, o que forçava o consumidor a contratar um provedor isolado.

Na longínqua década de 90, algumas etiquetas eram literalmente sinônimas de provedor de internet. Entre elas, IG, UOL e Terra se destacavam com grande distância de outras concorrentes, e eram responsáveis por intermediar a conexão caseira à rede mundial de computadores.

A finalidade de tais provedores era, então, a de oferecer protocolos que permitissem a vinculação à rede mundial de computadores. Ou seja, enquanto as empresas de telefonia entregavam, via cabeamento telefônico, o acesso físico à internet, eram deles a finalidade de entregar a contraparte virtual desse acesso, os protocolos de credenciamento digital.

Leia também: Redes sociais e qualidade do sono: tempo demais na internet faz você dormir mal? Saiba aqui o porquê!

O tempo da internet discada

Nessa época, década de 90, os provedores de internet eram, também, sinônimo de um ruído nostálgico para muito gente, porém chato para a maioria dos usuários. Era o barulho que, para ser explicado, precisaria de um monte de termos técnicos, mas pode ser resumido da seguinte maneira: ele permitia a vinculação à rede e determinava a velocidade da comunicação.

É justamente nesse tempo que o termo mais tradicional se fazia adequado. Se perguntássemos o que é provedor de internet? nessa época, a resposta mais acertada seria: uma empresa alheia ao serviço de telefonia que permite que meu computador utiliza a internet provida pela minha empresa de telefonia.

O fato é que, apesar de, a função não haver subsistido, essa resposta não seria mais tão adequada hoje em dia. Isso, pois não seria lógico dizer que o provedor é a empresa que liga meu computador à internet que essa própria empresa entrega. Apesar do acúmulo de funções, hoje em dia o provedor de internet ainda presta a mesma o mesmo serviço, mas sua pessoa é muito mais abrangente.

Novas tecnologias e o provedor de internet

Com a chegada de novas tecnologias ao mercado, o ator de provedor de internet foi sendo substancialmente alterado. Fibra ótica, internet via satélite ou via rádio são algumas das alterações na entrega do serviço de internet, e, com eles, a função de prover os protocolos de credenciamento na rede passou a ser das próprias operadoras.

A partir desse momento, quem entrega o serviço pode também atuar como o próprio provedor, cobrando por ele e sendo o responsável pela vinculação à rede da sua casa ou empresa. Ou seja, o que antes era responsabilidade de duas prestadoras distintas restou por ser conjugado em uma única pessoa jurídica.

Ou seja, o papel antigo de provedor da internet passou a ser ocupado pelo que hoje chamamos de operadora. Essa tem legitimidade para atuar não só com os serviços relacionados à internet, mas, também, pode atuar em outros segmentos, os quais proporcionam a existência dos combos de internet, TV, celular e telefone fixo, tudo em uma única contratação.

Ainda que 79,9% da população brasileira já conte com acesso à internet, segundo o IBGE, a internet fixa encontra suas limitações para alguns rincões do país. Assim, ainda subsiste a internet discada (aquela do ruído acima) para uma parcela da população, mas esses já são a minoria e não necessitam mais de um provedor aos moldes dos anos 2000.

Diferença entre provedores e servidores

Ainda que subsista a confusão para alguns usuários da internet, provedores e servidores são terminologias relacionadas a conceitos bastante distintos.

O primeiro, o provedor, está relacionado à prestação de serviços que providencia o acesso à internet por meio de protocolos credenciais. O segundo, o servidor, está relacionado a uma unidade física que armazena informações sobre o fluxo de informação acontecido nas redes.

Ou seja, os servidores são centrais físicas que fazem monitoramento de todas as informações que entram ou saem de uma determinada instituição por meio da internet.

Servidores, por exemplo, são as unidades que ocupam prédios inteiros quando estão em jogo serviços com dados sensíveis, tal qual faz o Serpro aqui no Brasil, que gerencia os dados de todo o governo federal, incluindo os dados da Receita Federal.

Ainda existem provedores de internet?

Como você pode presumir, a atuação dos provedores de internet acabou subsumida pelas atividades das operadoras de internet. Além de realizar a entrega física da rede, tais empresas se responsabilizam pelo função que antes era dos provedores.

Mesmo em casos de internet discada no Brasil, os quais ainda existem e para os quais ainda há tecnologia para regiões deficitárias de cobertura, a própria operadora de telefonia cumpre esse papel. Ou seja, os provedores ainda existem na sua função, porém, quando avaliada a realidade dos fatos, o conceito mudou de etiqueta: viraram operadoras.

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Deezer ou Spotify: qual é melhor? Veja o comparativo!

deezer ou spotify

O brasileiro é apaixonado por música e nessa onda os serviços de streaming de áudio fazem cada vez mais sucesso em terras verde e amarelas. Por isso, e a fim de fazer a melhor escolha possível, muita gente na hora de contratar algum se pergunta: Deezer ou Spotify, qual deles é o melhor? A resposta não é tão simples para ser dita em um parágrafo!

Ambas as empresas são grandes representantes do segmento no mercado nacional, sendo que, obviamente, o Spotify segue na liderança, com 61% desse bolo. Porém, nem por isso o Deezer merece ser menosprezado como um concorrente de peso.

O streaming de música francês está presente em mais de 180 países ao redor do globo e conta com um catálogo realmente grande no seu portfólio. Além das mais de 56 milhões de faixas, há muito conteúdo original. Assim, é possível atender à demanda brasileira em sua totalidade, a qual parece estar obcecada, sobretudo, por podcasts.

Apesar de o Spotify ser o líder indiscutível em termos de marca, seu catálogo, segundo informações oficiais do próprio serviço, conta com mais de 50 milhões de músicas. Ou seja, em termos numéricos, não é possível evidenciar a razão para uma liderança tão inabalada. Logo, apesar da concorrência acirrada, outras questões entram em jogo.

Preparamos este texto para evidenciar as diferenças objetivas entre ambas as plataformas. Então, quem sabe você não avalia um pouco o que cada serviço oferece antes de optar por Spotify ou Deezer? Pode ser que, escondida entre funcionalidades desconhecidas esteja a chave da questão para suas pretensões sonoras. E, vale dizer, a economia também conta!

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Deezer e Spotify nos detalhes

1. Plataformas Deezer e Spotify

Inicialmente, vale ressaltar que, em termos de viabilidade, praticamente não há diferença entre Deezer e Spotify. Ambos os serviços contam com acesso nas mesmas plataformas, sendo que podem ser instalados tanto em dispositivos móveis quanto serem desfrutados nas suas versões Web. E, claro, estão aí tanto para sistemas Android quanto para iOS.

Deezer:  Android | iOS | Versão Web

Spotify: Android | iOS | Versão Web

2. Gratuidade dos serviços

Ambos os serviços podem ser utilizados gratuitamente sem limitação de tempo. Porém, cada um deles oferece algum tipo de restrição ao consumo:

  • Deezer: tem propagandas e não permite acesso offline, apesar de oferecer 30 dias sem limitações.
  • Spotify: tem propagandas, não permite acesso offline e a reprodução é somente em ordem aleatória, apesar de o usuário poder pular (apenas) 6 músicas por hora.

3. Tamanho do catálogo

Tamanho pode até ser documento, mas pensar que um serviço de streaming de música se saturará nos seus ouvidos parece ser uma irrealidade latente. Isso, pois todos contam com faixas na casa dos milhões, entre músicas, programas, podcasts.

Ou seja, a probabilidade de ficar decepcionado por não encontrar algo que agrade é muito pequena (inclusive em serviços menores).

  • Deezer: mais de 56 milhões de faixas.
  • Spotify: mais de 50 milhões de faixas.

4. Algoritmo inteligente

Em ambos os serviços, o usuário pode desfrutar da inteligência artificial do algoritmo que organiza as playlists para ter acesso a novas referências de acordo com o seu consumo. Ou seja, sempre serão dadas sugestões por proximidade de gênero daquilo por que seu perfil busca enquanto está online.

5. Utilização offline de Deezer e Spotify

Essa funcionalidade já está manjada, porém vale a pena ser ressaltada. Independe de qual serviço você vá contratar, Deezer ou Spotify, que você poderá acessar suas playlists offline.

Esse é um recurso interessante para quem não quer consumir dados da sua franquia de internet ou, simplesmente, sabe que vai ficar longe de cobertura 4G num determinado momento. Assim, é possível baixar músicas para o aplicativo e tê-las sempre à disposição.

6. Qualidade de áudio

Uma concorrência tão acirrada não causaria diferença num quesito tão importante, certo? Pois bem, é aí que você se engana, gabiru!

Em ambos os serviços, Spotify e Deezer, a qualidade-padrão é determinada por 160kbit/s. Na alta qualidade, esse valor salta para 320kbit/s, assim como salta, também, o consumo de dados para suportar muitas músicas em sequência. Porém, somente o Deezer alcança a altíssima qualidade, como é chamado o plano Hi-Fi.

Você conhece a extensão .FLAC? Essa representa o acrônimo para Free Lossless Audio Codec, ou, em bom português, Codec de Áudio Aberto sem Perdas. Resumindo, trata-se de um formato que comprime áudios o mínimo possível e garante qualidades muito acima das mais tradicionais  disponíveis atualmente. Numa analogia, seria como escutar uma faixa em CD no seu aplicativo.

É claro que nem todo o catálogo alcança essa qualidade toda, mas ela está lá para uma quantidade significativa de faixas.

7. Preço dos planos

Tanto Spotify quanto Deezer contam com valores mensais parecidos. Ainda assim, há alguns pontos que não se equivalem exatamente, tal qual o preço preço da modalidade Hi-Fi, de altíssima definição, presente somente no serviço francês, ou o Duo, para duas contas, presente somente no Spotify.

Spotify Deezer
Premium IndividualR$16,90R$16,90
Premium UniversitárioR$8,50R$8,45
Premium DuoR$21,90 (duas contas)———–
Premium FamíliaR$26,90 (seis contas)R$26,90 (seis contas)
Premium Hi-Fi———–R$26,90 (uma conta)

Cliente TIM tem Deezer gratuito

Cada vez mais há combos de contratação quando buscamos por um novo plano de celular. Nesse sentido, as ofertas estão cada vez mais robustas e há cada vez mais aplicações liberadas para clientes de planos pós-pagos.

Por isso, se você for cliente TIM, por exemplo, vale a pena verificar se você não conta com uma assinatura do Deezer gratuita inserida no seu plano. Todos os clientes da modalidade Black, seja individual, seja família, contam com a facilidade.

Além disso, clientes do pré-pago mais badalado do momento (porque ele chega a oferecer 60GB por R$ 60 mensais), o TIM Beta, também contam com a benesse. E, no fim das contas, isso pode representar uma economia no fim do mês.

Por isso, se você quiser receber assinatura de graça junto com seu plano de celular, quem sabe não clica neste link e confere as ofertas da TIM? Trata-se da operadora com a maior cobertura 4G do país, a parceira exclusiva com o TIM Music by Deezer e uma das maiores etiquetas do segmento. Vai gastar mais e ter menos do que pode?

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O que é PIN? Tire suas dúvidas sobre esse número aqui!

o que é PIN

Quando você adquire um novo chip, qualquer que seja a sua operadora, recebe impressas no seu cartão duas chaves particulares, chamadas de PIN e PUK. Ambas são códigos pessoais que aumentam a segurança da sua linha móvel e do seu aparelho. Porém, você sabe exatamente o que é o PIN?

Em tempos de democratização e inserção tecnológicas cada vez maiores, é natural que passemos a depositar em nossos dispositivos móveis mais e mais informações pessoais. Assim, aumenta, também, a preocupação com segurança relacionada a eles, visto que dados e arquivos privados ou sensíveis sempre estão presentes.

Apesar de essas chaves serem formas primárias de segurança, muitas vezes elas são depreciadas pelo usuário ou simplesmente esquecidas. E, caso você não saiba, o PUK é a chave que pode te salvar caso você se esqueça do seu PIN. Por isso, armazenar tais informações em um lugar seguro é uma boa ideia.

Quer saber mais sobre o assunto? Acompanhe os detalhes nesse post!

Leia mais: Como descobrir o PIN e o PUK do seu celular: veja aqui!

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Segurança em primeiro lugar

Há uma forma ainda mais vantajosa de promover segurança com relação a tal chave: trocá-la para uma senha segura, sabida somente por você, pode prevenir que você entre em apuros se algum infortúnio sobrevenha. E, sejamos honestos, não é tão difícil assim esquecermos alguma senha não utilizada constantemente.

O grande problema, então, é que muito pouca gente se preocupa com trocá-lo justamente por nem mesmo entender o que é o PIN ou pra que ele serve. Assim, a grande maioria conta com chaves-padrão, as quais são facilmente descobertas. E, entre tentativas e erros, 3636 é a mais manjada de todas, pelo menos para chips. Contudo, o PIN é dedicado também a outros serviços diversos.

Sendo um serviço de identificação pessoal geralmente numérico, o PIN é a forma de barrar intrusos tanto do seu chip quanto do seu aparelho celular. Por isso, ele é, em suma, muito mais abrangente do que você poderia imaginar, caso o visse como, somente, o código que vem no cartão do seu chip quando o adquire.

Leia também: Como consultar IMEI do celular? Veja o passo a passo!

O que é PIN?

PIN é uma chave de segurança que possibilita a sua identificação como usuário de algum tipo de serviço e protege suas informações com uma senha. A sigla representa Personal Identification Number, geralmente composto por um código numérico ou alfanumérico de no mínimo quatro dígitos.

Esse código de identificação serve para validar um login, sua forma de acessar um determinado aplicativo ou serviço, qualquer que ele seja. Ainda que não seja obrigatório em todos os momentos, algumas plataformas o solicitam de vez em quando, para que você comprove que é mesmo o usuário registrado nelas.

O melhor exemplo disso é o WhatsApp, o qual, por vezes, solicita que você insira seu PIN aleatoriamente. Há casos em que somente funciona, a situação, como um reforço para que você não o esqueça. Porém, pode ser que ele seja solicitado quando houver um comportamento estranho na aplicação. O algoritmo de solicitação é desconhecido do público, mas parece funcionar bem de maneira geral.

Ainda que o PIN mais famoso seja o do chip do seu aparelho, esse código é aquele que valida a entrada, inclusive, no seu próprio smartphone. Por exemplo, é esse sistema de barragem de intrusos que bloqueia a tela do seu aparelho. Nesse caso, o mais comum é ele ser mais extenso, com um conjunto maior de caracteres.

Vale notar, é claro, que esse sistema vem sendo rotineiramente substituído por formas mais evoluídas de bloqueio. A biometria digital é uma das mais difundidas, mas também vem sendo implementado o reconhecimento facial. Nesse caso, os smartphones mais modernos contam com sensores específicos, capazes inclusive de identificar a profundidade da imagem capturada, para realizar um mapeamento 3D do rosto.

A diferença entre PIN e PUK

Conforme já antecipamos, o PIN é o código de identificação pessoal destinado a barrar qualquer outro usuário que não seja o dono de acessar um determinado dispositivo, plataforma ou serviço. Então, o PUK também entra nesse bojo de segurança, mas se relaciona somente com o PIN dedicado ao chip da sua linha telefônica.

Quando você adquire um novo cartão SIM, ele é acompanhado por dois códigos de segurança: o PIN e o PUK. O PIN é aquele que promove a segurança primária do seu chip, e será solicitado quando houver um novo acesso, por exemplo uma troca de dispositivo, a depender do caso.

O PUK, por outro lado, funciona como uma segurança da segurança. Suponhamos, por exemplo, que depois de receber o novo chip você o tenha trocado, por considerar que o código-padrão (muitas vezes ele é o mesmo para diversos periféricos) fosse frágil. Entretanto, quando necessitado, você o tenha esquecido.

Nessa situação, entraria em cena o PUK, o qual funcionaria como um código alternativo para desbloquear o PIN incorretamente inserido e bloqueado. Ou seja, trata-se de um plano B para quem perde ou esquece o PIN original, e aí está a razão para você guardar o cartão SIM quando o adquire.

Resumindo, o PIN é a chave que você utiliza para desbloquear seu celular, realizar transações bancárias, realizar logins em aplicativos, enquanto o PUK é a alternativa que você tem para um PIN em particular: o do seu chip!

Como trocar o PIN

Se você estiver interessado em trocar o seu PIN, primeiro é preciso determinar de qual PIN você está falando.

  • PIN do seu chip

Em muitos casos, há PINs que são padrão. Por exemplo, na Claro, geralmente o código 3636 funciona.

  1. Nas configurações do seu aparelho, entre em Segurança e clique para acessar o Menu;
  2. Dentro dele, localize a opção Configurar bloqueio do SIM;
  3. Depois, coloque selecione Bloquear cartão SIM e insira o código;
  4. Na sequência, use a entrada Alterar PIN do SIM para ajustá-lo.
  • PIN do celular

Se você faz uso de um código no celular, descobri-lo em caso de perda de memória não é uma tarefa simples. Mas, algumas ferramentas podem ajudar.

O Smart Lock, por exemplo, faz com que o celular seja automaticamente desbloqueado em lugares confiáveis (essa seleção precisa ter sido ativada). Ou seja, basta ir até esse lugar para conseguir acessar seu smartphone.

Ainda, vale observar que plataformas como as da Samsung, para usuários da fabricante, permitem desbloquear o aparelho remotamente a partir de um navegador.

  1. Faça login em sua conta Samsung a partir de um navegador;
  2. Em seguida, selecione a opção Desbloquear minha tela.

Outras fabricantes ou serviços podem oferecer recursos semelhantes, entre eles o do Google e o da Apple, iCloud (Find my phone). Vale a pena tentar se você estiver empenhado!

Como recuperar o PIN e o PUK

Caso você esteja interessado em recuperar os seus códigos PIN e PUK do celular, então pode ligar para sua operadora e solicitar a informação. É comum que usuários se desfaçam do cartão que envolve o chip, por pensar que ele não tem utilidade. Por isso, essa situação é mais comum do que você imagina!

Leia mais: Como comprar celular barato? 8 dicas para encontrar aparelhos

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Qual o melhor aplicativo para bloquear celular das crianças?

aplicativo para bloquear celular

As crianças estão entrando no mundo da tecnologia cada vez mais cedo. Afinal, elas nasceram numa época dominada por aparelhos portáteis. Mas, ao mesmo tempo que isso é incrível, pode representar algum risco. Por isso, os pais precisam conhecer e usar um aplicativo para bloquear celular dos pequenos.

Até mesmo os mais experientes correm alguns perigos no mundo digital. Neste post, vamos explicar mais sobre o que são esses apps de controle parental e como eles funcionam.

Além de fazer uma lista com os melhores aplicativos para bloquear o celular. São opções tanto para iOS quanto Android, para deixar as crianças sempre protegidas.

Leia também: Descubra o melhor plano de TV, internet de celular no Compara Plano

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Aplicativo de controle parental: o que é?

A internet é um lugar fascinante. Você consegue encontrar pessoas, comprar objetos e comida, assistir a shows inteiros, ver como se faz todas as coisas. Porém, também é um lugar perigoso, principalmente para os pequenos. Isso porque eles podem conhecer pessoas mal-intencionadas, entrar em sites impróprios, cair em golpes, entre muitas outras situações.

Por isso, fiscalizar as atividades, conversas e sites que seus filhos visitam é fundamental para garantir a segurança deles e de sua família. Além disso é importante também controlar o tempo que eles passam conectados, para não atrapalhar sua infância e as outras atividades que também são importantes, como estudar. 

Para ajudar nessa tarefa, os pais podem contar com aplicativos de controle parental. Existem diversos apps diferentes. Através deles os pais conseguem controlar o horário que a criança fica no celular, bloquear algumas funções, e escolher quais apps e sites são proibidos de serem acessados. Além disso eles são capazes de mandar informações sobre a localização do filho para o smartphone dos responsáveis.

Converse antes de instalar

Mas, para que as crianças saibam e sintam que essa é uma atitude de carinho, é necessária uma conversa antes. Reforçar o motivo pelo qual eles irão instalar o aplicativo para bloquear celular do filho. Não porque eles não confiam, mas sim, porque tem mais conhecimento do mundo, e precisam acompanhar como responsáveis. É diferente de vigiar/espionar.

Com o diálogo, a criança se sente mais protegida e vê isso como uma forma de amor. E não se sente traída pelos pais. É um assunto muito novo para todos os lados, por isso deve ser feito com calma, e muita conversa. E, claro, dar o exemplo também é fundamental!

Leia também: Celular para crianças: por que é um caminho sem volta

Como funciona?

Através desses aplicativos os pais conseguem ter mais controle sobre as buscas dos filhos. Claro que cada app fornecerá, ou não, uma função a mais. Mas de maneira geral é possível controlar os horários das crianças no aparelho, saber a localização deles, bloquear alguns sites inapropriados, e ainda, ver quais são suas buscas na internet.

Dessa forma, caso veja algum conteúdo estranho para a idade, os pais já conseguem sentar e conversar sobre aquilo. E talvez, até já buscar ajuda de um profissional. 

Aplicativo para bloquear celular

Confira abaixo algumas sugestões de app de controle parental para ajudar no seu dia a dia com as crianças.

Screen Time

Os pais devem baixar o aplicativo Screen Time e colocar no celular das crianças o ST Kids. É muito simples e fácil de fazer as configurações, além de ser intuitivo. 

É um app muito completo. Com ele, é possível bloquear o celular totalmente em horários determinados, por exemplo, durante a noite e madrugada, horários de escola, e de refeições. Além de colocar um limite de uso por dia, filtrar quais páginas eles podem acessar, rastrear a localização e bloquear outros aplicativos.

O Screen Time é um aplicativo para bloquear celular disponível para Android e iOS, e totalmente gratuito.

Kids Control

Assim que os pais baixarem esse aplicativo é possível convidar outras pessoas as adicionarem no mapa. Dessa forma, você sempre saberá a localização em tempo real do seu filho. Ele mostra se a pessoa está parada, qual a porcentagem de bateria – e ainda é possível enviar uma mensagem lembrando a criança de carregar o celular -, se está usando o Wi-Fi ou o 3G, e quando acessou o app pela última vez. 

É possível adicionar locais específicos no mapa, como a casa de amigos e parentes, escola, etc. Dessa forma, os pais são notificados onde a criança está, pelo nome que deu ao local. 

Como é um aplicativo que usa a localização, é possível que ele trave algumas vezes. Assim como acontece com os outros que usam o GPS, como Waze. Mas na versão premium, os pais conseguem ver a posição dos filhos, mesmo quando estes estão sem internet.

Além de conseguirem ver o histórico de duas semanas. O preço é R$ 11,99 por mês, R$ 60,99 por ano ou R$ 84,99 por tempo ilimitado. Ele está disponível para iOS e Android.

Leia também: Tablet infantil: conheça as melhores opções do mercado

App Block

Esse aplicativo é instalado no celular dos filhos. Assim, os pais escolhem a hora, localização, limite de uso e Wi-Fi que poderá ser bloqueado. Além de aplicativos e sites.

Para que a criança não mexa, vá em configurações do app e depois em “modo restrito”. Então o responsável escolhe qual será o método de desativação, se por tempo, por PIN, ou conectando o carregador. 

É um bom aplicativo para bloquear celular, já que é possível controlar algumas atividades da criança. Porém, não há um controle sobre isso no smartphone dos pais. Ele é gratuito, e funciona só no Android.

Life360

O Life 360 tem o compartilhamento da localização, onde os pais podem acompanhar os percursos que os filhos fazem, além de saber por quais ruas ele passou. Quando ele chegar num determinado lugar, é enviado uma notificação para o celular dos responsáveis.

Um dos diferenciais desse aplicativo é que se acontecer alguma emergência, ele faz uma chamada automática para os perfis selecionados. E se o aparelho for perdido ou roubado, ele pode ser rastreado com esse app.

Google Family Link

O Google Family Link gera um relatório sobre o período de uso mensal ou semanal. Além de possibilitar o controle do que pode, ou não, ser comprado na Google Play Store. 

É possível também rastrear a localização, ocultar alguns apps, bloquear todo o celular e limitar o tempo de uso. Como é um aplicativo de uso familiar, você pode adicionar para todos os filhos, e cada um pode ter até cinco pessoas como monitor.

Esse aplicativo para bloquear celular exige uma configuração parental, onde o celular do filho deve estar próximo ao dos pais. Além disso, a criança precisa ter menos de 13 anos e sua conta Google separada. A partir dessa idade, é disponibilizada a opção de continuar usando o app ou transferir para uma conta normal.

Apesar de ser da Google, o aplicativo também está disponível para iOS. E pode ser usado não só no smartphone, mas no tablet e computador também. 

AppLock 

Através desse aplicativo para bloquear celular é possível definir horários certos para que a criança acesse outros apps, jogos e recursos do dispositivo. Dessa forma, os pais podem programar pausas nos jogos ou na navegação em redes sociais.

Deve ser instalado no celular da criança, e já no primeiro acesso definido um padrão de segurança para bloquear o aparelho. Depois, digite o seu e-mail para recuperação dessa senha.

Abra o aplicativo e toque no menu de adição de perfis para ver uma lista de apps e recursos para bloquear. Não é possível mexer nas configurações do aparelho através do AppLock, mas é possível limitar o uso na Google Play Store.

Na lista de aplicativos instalados, os pais podem clicar no ícone de cadeado ao lado, e bloquear os desejados. Depois dê um nome para esse “perfil”, como “hora de estudos” e salve. É possível criar vários perfis de bloqueio diferentes, e ativá-los em horários pré-definidos.

E para desativar todas as funções durante a noite, clique no cadeado na parte inferior da tela de criação de perfil. O AppLock está disponível gratuitamente apenas para Android.

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Aplicativo para bloquear celular: escolheu o seu?

Dessa forma, com um aplicativo para bloquear celular das crianças, os pais conseguem ter mais controle sobre a segurança dos filhos na internet.

Se você gostou do nosso conteúdo e quer saber mais sobre tecnologia, planos e pacotes, dicas e curiosidades, acompanhe o Compara Plano. Estamos muito satisfeitos em te ver por aqui!

Quer atualizar aplicativos? Veja como fazer todos de uma vez

atualizar aplicativos

Celulares são muito populares hoje em dia. E como é um bom investimento que fazemos, precisamos sempre cuidar deles, por dentro e por fora. Uma dessas formas é atualizar aplicativos e o sistema operacional do aparelho. São muitos os benefícios de fazer o procedimento periodicamente.

Muitos ignoram esse processo e deixam a notificação por dias ali. Mas será que é tão importante assim saber como atualizar os apps? E será que tem como fazer uma atualização para todos de uma só vez?

Para responder essa, e outras perguntas relacionadas, continue a leitura deste artigo. Aproveite e veja também os melhores aplicativos de meditação.

Leia também: Descubra o melhor plano de TV, internet de celular no Compara Plano

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Por que fazer as atualizações?

Manter os aplicativos do seu celular sempre atualizados é importante para mantê-los funcionando bem. Isso porque é através desses updates que eles recebem novos recursos e funcionalidade. Mas, principalmente, garantir correções de falhas e bugs de segurança.

Dessa forma, atualizar aplicativos faz com que eles fiquem sempre com o melhor desempenho. Uma vez que quando o desenvolvedor percebe uma falha, ou um ponto a ser melhorado, ele coloca tudo isso na última atualização.

Imagine o seu aplicativo de banco. Claro que você sempre vai querer que ele seja o mais seguro possível. E os desenvolvedores trabalham para se certificar que não haja nenhuma falha de segurança. Além de, claro, colocar as novas funcionalidades que vão sendo lançadas. Como acesso por biometria, pagamento por leitor de código de barras, etc.

Tanto para o iPhone (iOS) quanto Android, os aplicativos podem ser atualizados de forma automática. Mas você pode se antecipar, e fazer as atualizações sozinho. E o melhor, atualizar todos eles de uma vez.

Como atualizar aplicativo?

Confira como fazer em cada aparelho e sistema operacional:

iPhone (iOS)

Para atualizar aplicativos, abra a App Store e toque em no seu perfil, que fica na parte superior direita da tela. Então o celular irá te mostrar uma lista de aplicativos que precisam ser atualizados – ao lado direito do nome do app estará um botão escrito “atualizar”, e/ou aqueles que você atualizou por último.

Você pode selecionar aqueles que quer atualizar no momento, e clicar no botão ao lado de cada um em “atualizar”. É vantajoso isso, porque às vezes você quer atualizar os app, mas tem um específico que você está utilizando naquele momento, e não quer fechá-lo agora.

Mas, caso queira atualizar todos de uma vez, toque no botão que fica em cima dessa lista de aplicativos, escrito “atualizar tudo”. Então o aparelho irá rodar a atualização sozinha para todos aqueles apps que estão com uma nova versão lançada.

Se você tiver o iOS antigo (do 13 para baixo), para encontrar a atualização acesse a App Store e toque em “atualizações”, no canto inferior direito. Irá abrir a mesma página com todos os seus aplicativos para atualizar. Além de aparecer para “atualizar todos” ou um por um.

Android

Os celulares Android fazem as atualizações de forma automática – essa opção vem ativada de fábrica, mas você pode desativá-la a qualquer momento. Porém, caso você queira se antecipar, ou aconteça algum erro, é possível fazer de forma manual.

Para atualizar aplicativos no smartphone Android, abra a Google Play Store e toque no menu lateral – aqueles três tracinhos no canto superior esquerdo. Então vá em “meus apps e jogos”. Irá aparecer uma lista com todas as atualizações a serem feitas na tela.

Assim como no iOS, você pode clicar em “atualizar tudo”, ou ir atualizando um por um, clicando no botão “atualizar” ao lado de cada aplicativo.

Vale lembrar que a Google Play Store envia notificações para o celular, avisando sobre as atualizações. Um dos erros que podem acontecer, do aplicativo não atualizar sozinho, é a falta de espaço no celular. Assim, você pode verificar e resolver esse problema, deletando alguns arquivos que não usa mais ou expandindo sua memória com um cartão externo.

Windows Phone

Para aqueles que possuem um aparelho Windows, não se preocupe, o aparelho vem com a opção de “atualizar aplicativos” ligada. Mas se acontecer alguma falha, você consegue fazê-la de forma manual. Veja o passo a passo.

Abra a página de aplicativos do seu celular em “loja” e selecione “configurações”. Depois role a tela até a opção “verificar se há atualizações”. Irá aparecer um aviso, informando que as atualizações que forem automáticas serão feitas assim que possível, clique em “ok”. Para ver todas que estão sendo baixadas, volte a tela de configuração e toque em “downloads”.

Leia também: Aplicativo de música offlline: seis opções para aproveitar sem internet

Como ativar atualização automática?

É possível configurar seu celular para que ele possa atualizar aplicativo sozinho. Assim, quando o desenvolvedor lançar uma nova versão, e enviá-la para a loja de app, seu smartphone automaticamente irá começar a atualização, sem que você precise ir até a App Store ou Play Store.

Essa opção pode ser ativada e desativada no momento que você quiser. Veja como fazer isso no Android e iOS.

iOS

Acesse as configurações em “ajustes” e vá na opção “iTune e App Store” para o iOS antigo, e na opção “App Store” para o iOS 14 em diante. Então ative “atualização de apps”. Caso queira utilizar os dados móveis (como o 4G e o 3G), marque a opção de “download automático”.

Android

Abra o menu lateral da Google Play Store e clique em “configurações”. Depois disso, toque em “atualizar apps automaticamente”. Então você deverá escolher se deseja que o aparelho faça a atualização apenas quando estiver conectado a uma rede Wi-Fi, ou também por redes móveis.

Quanto de internet se gasta para atualizar aplicativos?

Como você viu nos passos a passos, sempre há a opção de fazer as atualizações por uma rede Wi-Fi – para não consumir sua franquia de internet móvel, ou pelo 3G/4G. Algumas pessoas deixam de fazer as atualizações, por medo de acabar com todo seu pacote de dados nesse processo. Mas quanto de internet atualizar aplicativos gasta?

Para o Android, por exemplo, atualizar dois aplicativos consome em torno de 80 MB. Isso pode variar muito conforme o tamanho dos dados que estão sendo baixados para essa atualização. 

Mas o que podemos afirmar é: quanto mais funcionalidades o app tiver, maior será seu consumo. E claro, quanto mais aplicativos você fizer o download, maior também será o gasto de internet. O tempo que leva para baixar, também influencia no consumo do pacote de dados.

Por isso, o ideal é sempre deixar a opção de fazer o download quando estiver conectado a uma rede Wi-Fi. Dessa forma, você mantém seus apps atualizados e protegidos, e não consome seu plano móvel.

Atualizar aplicativos no computador

Manter os aplicativos do seu computador atualizados também é muito importante. Pelos mesmos motivos que se deve fazer esse processo no celular: proteção de dados e melhor desempenho do app.

No computador, um aplicativo desatualizado pode causar muita lentidão, bugs e até brecha para invasores. Por isso, veja como fazer essa atualização.

Windows 10

Na tela inicial do computador, abra a janela do “Microsoft Store” – caso não saiba onde fica, procure na barra de pesquisa a baixo. Então selecione o menu da conta, e vá em configurações. Nessa tela você verá “atualizações de aplicativos”, selecione a opção “sim” e “atualizar aplicativos automaticamente”. E pronto.

Windows 8.1

Na mesma tela da Microsoft Store – para achá-la, é o mesmo passo para o Windows 10 – selecione configurações. Clique em “atualizações de aplicativos”, e, se quiser, toque na opção de atualização automática.

MAC

Para atualizar aplicativos no computador MAC, abra a App Store. Caso esteja deslogado, você precisará fazer o login com seu ID e senha Apple. Então clique em “atualizações”, e você poderá ver e fazer a atualização de todos os apps que estão instalados no computador. É só aguardar, e pronto.

Leia também: Aplicativos para estudar pelo celular: 10 opções para organizar a rotina

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Atualizar aplicativos: gostou das maneiras de fazer?

O processo de atualizar aplicativos é muito simples, e pode ajudar muito na sua navegação evitando erros e bugs e, principalmente, na segurança dos seus dados. Por isso, não deixe de realizar esse passo a passo, ou já ative a opção automática.

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AirPods Max: conheça o novo fone de ouvido da Apple

AirPods Max

Um fone de ouvido pode custar mais caro que um aparelho celular inteiro? Sim, de fato, é o caso do novo AirPods Max, lançando em dezembro pela Apple. Para você ter uma ideia, o preço da relíquia no Brasil é de R$ 6.899, segundo o site da Apple. No entanto, trata-se de “o” fone de ouvido. Ou seja, esqueça tudo o que você sabe sobre fones de ouvido e preste atenção no que o AirPods Max pode fazer.

Em resumo, o AirPods Max é o primeiro headphone over-ear da marca da maça. Ou seja, o gadget é colocado por cima das orelhas, diferente dos fones de ouvido convencionais, que são intra-auriculares. Além disso, entre os principais atrativos, a evolução do AirPods e do AirPods Pro tem conectividade Bluetooth e, a novidade, o cancelamento de ruído ativo. Além disso, o acabamento é diferenciado, com acolchoamento em tecido.

Os controles estão restritos a dois botões, um deles gira pra regular o volume e há uma opção pelo ANC. Outra característica interessante é o Smart Case, o estojo carregador do fone de ouvido. No entanto, curiosamente ele não carrega, mas sim preserva a carga do dispositivo, que consome o mínimo de energia possível ao estar guardado. A bateria reproduz incríveis 20 horas de música ininterruptas.

Quer saber todos os detalhes sobre a nova sensação da Apple e quando chega ao Brasil. Acompanhe tudo nesse post e aproveite também para estar devidamente conectado à internet com um plano da da Claro ou da TIM que cabe no seu bolo e garanta o acesso a suas músicas.

Confira!

Leia também: Descubra o melhor plano de TV, internet de celular no Compara Plano

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AirPods Max: preço e evolução

Vamos começar pelo preço: o cobiçado acessório da Apple já estão em pré-venda nos Estados Unidos e outras 25 regiões no mundo. No Brasil, o status da chegada é ainda o incerto “em breve”, de acordo com a assessoria da Apple no país. Fora do país, o valor do aparelho é salgado, de US$ 549 (para você ter uma ideia, é mais caro que o novo Playstation 5).

No Brasil, o preço será inacreditáveis R$ 6.899, em cinco cores disponíveis: cinza-espacial, prateado, verde, azul-céu e rosa. É um aparelho para poucos, é verdade, mas que entrega muita tecnologia e recursos ultramodernos. Isso porque trata-se de um fone de ouvido premium “over the ear”, ou seja, que cobre todas as orelhas, o que também exige mais matéria prima em relação aos intra-auriculares.

Além do design e materiais de primeiríssima qualidade, um dos principais atrativos do fone é o cancelamento de ruído ativo, além de equalização adaptativa e áudio espacial. Chama a atenção também a conexão rápida com dispositivos iOS, a partir potente chip Apple H1. Inclusive, será possível compartilhar rapidamente a música com outro dispositivo Apple, sem interrupções.

Por falar em material de primeira qualidade, não dá para deixar de comentar sobre o acolchoamento em tecido ultraconfortável, perfeito para uso também esportivo. Ou seja, é um material que se adapta melhor ao suor em uma atividade física, por ser um tecido telado e respirável.

Leia também: Air Pods: o fone de ouvido sem fio da Apple

Como funciona o cancelamento de ruído

Como funciona esse tal cancelamento de ruído ativo? De acordo com informações da Apple, o modelo utiliza um sistema de oito microfones dedicados a cancelar o barulho externo, além de fazer uma filtragem especial. Ou seja, mesmo que o ambiente em que o usuário esteja for muito barulhento ou com interferência de vento, isso não prejudicará a qualidade do som. Assim como uma conversa com alguém em uma chamada.

No entanto, isso não quer dizer que o aparelho elimina completamente os sons ao redor das pessoas. Isso seria, em partes, até perigoso. Por essa razão, o AirPods Max conta com o modo Ambiente, por meio de um botão de controle de ruído. Com isso, é possível ajustar o quanto de som externo o usuário quer ouvir.

Aliada a essa tecnologia, o aparelho também apresenta a equalização adaptativa. Ou seja, o sistema tem a capacidade de entender o som ambiente à volta do usuário e ajustar as frequências da música a fim de obter uma melhor experiência sonora.

O headphone também apresenta três microfones dedicados à captar a voz do usuário, para utilização em chamadas e ligações.

Outros recursos interessantes do novo AirPods

Outros dois recursos chamam a atenção do AirPods Max. Um deles é o modo transparência. A partir dessa função, o aparelho faz um equilíbrio entre o áudio externo e o interno, que sai dos fones de ouvido, de modo que ambos sejam escutados de forma simultânea. Com um toque, o usuário consegue trocar entre esse recurso e o cancelamento total de ruídos.

Já a sonorização espacial tem a capacidade de monitorar os movimentos da cabeça, fazendo ajustes no som a partir desse movimento. Isso impede qualquer perda de qualidade no som. Incrível, não?

Vale lembrar que o aparelho tem suporte à tecnologia Dolby 5.1, Dolby 7.1 e Dolby Atmos. Na prática, o que tem de melhor e mais avançado em som atualmente.

O gadget também inova quando o assunto é carregamento de bateria. A começar pela sua smart case, ou estojo carregador. No entanto, que não carrega, mas sim preserva a carga do dispositivo, utilizando-a o mínimo possível ao ser guardado. Por sua vez, a bateria pode durar até 20 horas de reprodução. O Airpods Max pode ser carregado com um cabo lightning para USB-C, assim como o iPhone 12 e 11.

Ah, lembrando que também é possível falar com a Siri a partir do dispositivo. Basta começar com um “E aí, Siri” para acionar a assistente de voz da Apple.

Leia também: Echo Buds é a aposta de fone de ouvido da Amazon

Vale a pena comprar o AirPods Max?

Se você não abre mão de ter a última tecnologia em termos de som para fone de ouvido, mesmo que isso custe algo inimaginável, o AirPods Max é para você. O aparelho completa o pool de gadgets oferecidos pela Apple para proporcionar ao usuário uma experiência completa de som e vídeo.

De fato, há outros concorrentes bem mais em conta no mercado e que entregam algo muito próximo do que se propõe o AirPods Max. No entanto, estamos falando de uma aparelho com o carimbo tecnológico da maça, o que leva a outro patamar.

Leia também: JBL Free: confira uma análise do fone sem fio da JBL

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AirPods Max: o top dos tops

Agora que você já conhece todos os detalhes do novo AirPods Max da Apple, que tal conhecer cinco modelos de microfone para gravação de podcasts?

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Mega e Giga: o que são, como funcionam e qual a diferença?

mega e giga

É só falar em planos de internet que já vem essa informação: plano residencial tem tantos Giga, enquanto plano de internet móvel tem tantos Mega. Mas, afinal de contas, o que é Mega e Giga? O que significam essas siglas? Conhecer ao certo o conceito de cada medida é muito importante.

Se você também fica confuso na hora de escolher um plano pois não entende o que as velocidades ou franquias querem dizer, hoje vamos esclarecer essa dúvida.

Acompanhe!

Leia também: Claro internet: saiba como escolher o melhor plano

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O que é Mega e Giga

Mega e Giga nada mais são que unidades de medida, sendo que tudo começa com os bits e bytes. Bits e bytes são unidades de dados que são transmitidos pelas conexões de rede. Em outras palavras, são unidades de medida digitais.

Bits é a abreviação para dígito binário, ou binary digit, em inglês. Ele é representado por sequências de 0 e 1. Todas as funções que são executadas dentro de um computador utilizam essa linguagem de códigos binários. Já os bytes são a combinação de 8 bits.

A partir daí, as combinações múltiplas vão adquirindo os seguintes nomes:

  • 8 Bits = 1 Byte;
  • 1.024 Bytes = 1 Kilobyte (KB);
  • Dessa forma, 1.024 Kilobytes = 1 Megabyte (MB);
  • Então, 1.024 Megabytes = 1 Gigabyte (GB)
  • Assim,1.024 Gigabytes = 1 Terabyte (TB).

É como as unidades de medida de peso, 1.000 Gramas (g)  = 1 Quilograma (Kg), ou a unidade de medida de distância, 1.000 metros (m) = 1 Quilômetro (Km) e assim por diante. Dessa maneira, um Mega, nada mais é que um Megabyte, ou seja, 1.024 Kilobytes.

Além disso, antigamente nossa internet era medida em Kilobytes, no entanto, com o avanço da tecnologia, também aumentaram tanto a velocidade dos dispositivos quanto a capacidade de armazenamento.

Como Mega e Giga aparecem nos planos de internet

Em relação à internet, quando falamos em Bit, estamos falando de velocidade de conexão. Dessa maneira, estamos mencionando sobre o tempo que demora para fazer alguma atividade, como baixar um arquivo, por exemplo.

Já quando falamos em Byte, estamos falando sobre armazenamento. Em outras palavras, a capacidade que seu pen drive ou seu computador tem de armazenar dados.

Sendo assim, quando falamos de Mega na compra de planos de internet, na verdade, estamos nos referindo a Mbps, ou seja Megabits por segundo. Ele mede a velocidade da internet.

Então, por mais que Mega seja válido tanto para Megabits quanto para Megabytes, para internet, especificamente estamos falando de Megabits.

Leia também: Cabo HDMI: o que é e para que serve essa tecnologia?

E, na prática, como fica?

A internet banda larga tem velocidade medida em Mbps. Dessa forma, quando dizemos que sua internet tem 10 Mega, quer dizer que ela tem uma velocidade de 10 Megabits por segundo. Entretanto, ela não vai baixar um arquivo de 10 Megabytes em 1 segundo, e sim em 8, já que é em Megabits e não Megabytes. Isso ainda supondo que ele baixe na velocidade máxima contratada pelo plano.

Tudo isso pode parecer pouco, no entanto, quanto maiores ficam os downloads, maior é o tempo para baixar os arquivos. Se você for baixar 10 Gigabytes em uma conexão de 10 Megabits por segundo, você vai demorar 8.192 segundos, ou seja 2 horas, 16 minutos e 32 segundos.

Se fosse baixar em Megabytes, que é a impressão que temos, o arquivo estaria pronto em 1.024 segundos, ou seja, 17 minutos e 4 segundos. Faz diferença, não faz?

Sendo assim, quanto mais Mega de internet você tem, maior será a sua velocidade. Mas não se deixe enganar por essa diferença que falamos, senão você sempre terá a impressão que está contratando uma internet oito vezes mais rápida do que realmente está.

Já o Giga, é a quantidade de bytes transferidos durante determinado tempo. Ou seja, cada vez que você faz alguma atividade, como baixar uma imagem ou enviar uma mensagem de WhatsApp, você gasta uma determinada quantidade de bytes que serão descontados do seu plano.

Por conta disso tudo, o termo Mega acaba sendo usado para designar a velocidade da internet fixa, enquanto que o Giga é mais usado para medir a quantidade de franquia da dados da internet móvel.

O que levar em consideração na hora de escolher a sua velocidade de internet

A velocidade da internet móvel também tem a ver com a tecnologia que o dispositivo utiliza, sendo assim:

  • 2G: Até 78 Kbps de download e 39 Kbps de upload;
  • 3G: Até 1 Mbps de download e 128 Kbps de upload;
  • 4G: Até 5 Mbps de download e 521 Kbps de upload;
  • 5G: Até 20 Gbps de download e 10 Gbps de upload.

Essas velocidades não mudam, mesmo com franquias diferentes, já que a franquia significa a quantidade de bytes que você poderá transferir e não a velocidade que será feito. Lembrando que a tendência é receber mais dados do que enviar, por conta disso a velocidade de download é sempre maior que a de upload.

Dessa forma, quando for contratar um plano de internet móvel, a tecnologia utilizada deve ser levada em consideração, já que a velocidade vai ser bem maior quanto melhor a tecnologia.

Por isso que, não basta somente você saber quantos Giga terá de internet móvel no seu celular. Fique também de olho na velocidade de internet que os planos oferecem.

Agora, no caso da internet fixa, ele já é oferecido em Mega, ou seja a velocidade. Mas como mencionamos anteriormente, saiba que a velocidade que é oferecida está em Megabits e não em Megabytes.

Sabendo disso, separamos algumas atividades comuns que as pessoas fazem na internet para você ter uma ideia de quanta velocidade precisa contratar:

Leia também: Tecnologias digitais imersivas já são uma realidade

Quanto de velocidade eu preciso?

  • Para checar seu e-mail, usar redes sociais ou assistir a vídeos no YouTube, o ideal é uma velocidade de 1 a 5 MB por pessoa;
  • Já os streamings, como Netflix, ou o uso de drives na nuvem, como o Google Drive ou Dropbox, você precisa de 5 a 10 MB por pessoa;
  • Para jogos online e baixar filmes, você já vai precisar de 15 a 25 MB por pessoa.

Dessa forma, você soma a quantidade de atividades com a quantidade de pessoas na sua casa e terá a velocidade mínima que você vai precisar contratar. Quanto mais gente estiver usando a mesma rede, mais lenta a internet vai ficar se não for bem dimensionada.

Além disso, você deve levar em conta o custo-benefício, comparando as opções que as operadoras tem de pacotes.

A tecnologia da internet residencial também deve ser levada em conta. As que são oferecidas em tecnologia de fibra óptica estão se expandindo e, com certeza, são de melhor qualidade e rapidez na transmissão de dados.

Observar também se a operadora oferece internet com franquia, ou seja, além da velocidade definida, você tem um limite de dados que podem ser baixados por mês. Dessa forma, se você chega nesse limite, a sua velocidade é diminuída ou seu acesso é bloqueado.

Muitas vezes, optar por combos é bom negócio quando você tem diferentes necessidades, já que eles costumam oferecer diversas vantagens de valores e benefícios agregados.

E, além disso tudo, também observe se o plano tem fidelidade e multas caso haja quebra de contrato. Isso também pode pesar seu orçamento no caso de desistência do plano.

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Leia também: Brasil Banda Larga: teste a velocidade da sua internet!

Concluindo: Mega ou Giga?

Mega que é usado nos anúncios de internet fixa significa Megabits, ou seja velocidade de download e upload. Já o Giga, é usado em internet móvel e significa a quantidade de dados do plano, ou seja, a sua franquia de dados.

Agora que você sabe o que é Mega e Giga, conta pra gente quanto de velocidade tem sua internet e se ela está sendo suficiente para te atender!

Enfim, se você gostou do nosso conteúdo e quer saber mais sobre outros assuntos, como tecnologia, planos e pacotesdicas e curiosidades, continue acompanhando o Compara Plano.

Até a próxima!

Como funciona o Picpay? Entenda o app de pagamentos!

como funciona o picpay

Já era tempo de não precisarmos mais utilizar dinheiro de papel ou cartões de crédito físicos, não é mesmo? Concentrando todas as informações financeiras no celular, as carteiras virtuais vieram para ficar. O Picpay é um dos principais exemplos dessa tendência no Brasil. E você sabe como funciona o Picpay?

Desenvolvido por aqui, o Picpay é um dos aplicativos para pagamento mais conhecidos e nasceu com a proposta de descomplicar as transações financeiras entre os usuários. Guardadas as proporções, é um propósito parecido com o Nubank por exemplo.

Mas é seguro utilizar esse tipo de aplicativo? Como faço para usar? É o que vamos contar agora nesse post.

Leia também: Chave PIX: saiba como cadastrar e aproveitar a novidade

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Como funciona o Picpay

O Picpay foi lançado em 2012 e é uma fintech, ou seja, uma startup do setor financeiro que trabalha para inovar e otimizar esse tipo de serviço. Fintech vem das palavras em inglês, financial e technology.

Ele não é um banco virtual, mas sim, uma carteira digital, onde você acumula valores para serem transferidos ou fazer pagamentos, ou ainda associa um cartão de crédito para poder fazer as transações.

Para utilizar o Picpay você precisa baixar um aplicativo gratuito e realizar um cadastro simples.

Os pagamentos são feitos somente em estabelecimentos credenciados e podem ser feitos à vista ou parcelados. Além disso, não há cobrança de taxas para pessoa física. No entanto o recebimento é limitado a R$ 800 mensais.

Existe uma versão PRO do Picpay que é voltada para o uso comercial e ela cobra uma taxa de 1,99% por pagamento recebido, sem limites de volume de dinheiro mensal. Além disso, você consegue receber pagamentos parcelados em até doze vezes, sendo que você recebe o dinheiro na hora.

Como criar um perfil no Picpay

  1. Baixe o aplicativo que está disponível tanto para Android quanto para iOS;
  2. Crie sua conta com seu nome, CPF, data de nascimento, número de celular, e-mail, nome que você utilizará para a conta e senha;
  3. Clique em “Ajustes” depois da finalização do cadastro;
  4. Preencha os dados da sua conta bancária, porém não é necessário ser correntista de nenhum banco para se cadastrar;
  5. Clique em “Carteira” e depois em “Cartões Cadastrados” para preencher com seu cartão de crédito e pronto.

No caso do preenchimento do cartão de crédito, é possível utilizar a câmera par escanear os dados, se você preferir.

Leia também: Banco virtual: saiba as vantagens e como escolher

Como funciona o Picpay Para fazer pagamentos

Primeiramente, você precisa colocar dinheiro na carteira do aplicativo. Para isso você pode fazer um DOC, um TED ou uma transferência do Banco Original, se você for correntista, para sua conta do Picpay.

No caso das transferências do Banco Original, o dinheiro cai na hora. No entanto, as outras formas de pagamento podem demorar até dois dias úteis para caírem na carteira virtual do Picpay.

Pagamento de contas

Você pode efetuar diversos tipos de pagamento. Além disso, pode comprar gift cards para aplicativos como Uber ou Google Play, ou ainda para games como a plataforma Steam. Gift cards podem ser adquiridos sem taxas mesmo se forem pagos com o cartão de crédito.

Pagamentos de boletos podem ser feitos através da leitura do código de barras ou inserindo a linha digitável.

Para fazer pagamentos com o saldo da sua carteira digital não há cobrança de taxas. Entretanto, se você for usar cartão de crédito, será cobrada uma taxa de 2,99% sobre o valor do boleto. Se for pagar parcelado, as taxas aumentam para 2,99% com um adicional de 3,49% sobre cada parcela.

O limite para pagamentos é de R$ 10.000 mensais e R$ 5.000 diários, renovados no primeiro dia de cada mês.

Lojas físicas

Em lojas físicas, você pode escanear o QR code, ou seja o Código QR, que é o código barramétrico bidimensional que pode ser escaneado com a maioria dos celulares com câmera.

Para saber onde estão os estabelecimentos comerciais que aceitam o aplicativo, você precisa clicar em “Locais” e habilitar seu GPS, dessa forma, vão aparecer na tela os estabelecimentos próximos a você que aceitam o Picpay.

Você também pode enviar valores para máquinas Cielo, também através do QR code, ou ainda comprar créditos de celular o nos cartões de transporte público.

Para fazer recarga no celular ou nos cartões de transporte público, você pode utilizar o saldo ou cartão de crédito sem cobrança adicional. Se for parcelar o valor, terá incidência de encargos.

Leia também: O que é Uber Cash e como usá-lo? Veja todas as opções

Enviar dinheiro

Se você quer enviar dinheiro para outro usuário do Picpay, basta procurar o nome, e-mail ou telefone nos contatos e clicar no perfil. Quando achar a pessoa, basta definir o valor e enviar a ela.

Como receber dinheiro no Picpay

Você também pode cobrar dinheiro através do Picpay enviando uma notificação para a pessoa solicitando que ela faça uma transferência para você. Dessa forma você pode lembrar seus amigos quando eles estão te devendo.

Cashback

Algumas transações do Picpay podem gerar cashback, ou seja, dinheiro de volta. Dessa forma, o usuário compra algum produto ou serviço que está participando de alguma promoção específica de cashback e recebe parte do valor de volta na conta do Picpay. Esse valor a pessoa pode usar como quiser.

No entanto não é possível nem ser sacado, nem transferido para conta corrente. As ofertas chegam por alertas no aplicativo, então é bom sempre ficar de olho nas notificações.

Como sacar dinheiro do Picpay

Quem tem conta no Banco Original pode transferir da conta do Picpay sem nenhum custo e a transação é feita em até uma hora em horário comercial.

Para outros bancos, a transferência do saldo da sua conta do Picpay pode ser feita sem nenhum custo, porém pode demorar até dois dias úteis.

Você também pode sacar seu dinheiro na rede Banco 24 horas, na função “Saque Digital” do menu do caixa eletrônico. É só selecionar a opção “QR code” e escanear com seu celular o código que vai aparecer na tela. Não é cobrada taxa pra saque.

É seguro usar o Picpay?

Sim. Isso porque todas as informações que são transmitidas e recebidas pelo Picpay são criptografadas. Além disso, a plataforma adota procedimentos de segurança chamados PCI, ou seja, Payment Card Industry, que é o padrão de segurança dos cartões de crédito.

No site Reclame Aqui, a nota do Picpay é 6,5, o que não é considerada muito boa. No entanto, 92,2% das reclamações haviam sido respondidas e 58,8% das pessoas voltariam a fazer negócios com a empresa.

Quais as vantagens de usar o Picpay?

Primeiramente, uma das maiores vantagens de usar o Picpay é o fato de que a pessoa não precisa ter uma conta corrente em banco para poder utilizar. Isso faz com que muitas pessoas que não tem acesso a produtos financeiros, possam usufruir dos serviços.

Dados de 2019 apontam que 45 milhões de pessoas no Brasil não possuem conta bancária, no entanto, movimentam R$ 817 bilhões por ano de outras maneiras. Esse tipo de aplicativo facilita essa movimentação.

Outra vantagem é não precisar sair de casa portanto o cartão de crédito ou dinheiro vivo e, assim, poder utilizar somente o aparelho celular para fazer as transações bancárias necessárias.

Além disso, a interface do Picpay é amigável e intuitiva. É um aplicativo muito fácil de usar. A opção de cashback também é bastante atrativa pois estimula o uso do aplicativo para poder obter a vantagem do dinheiro de volta.

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Entendeu como funciona o Picpay?

Agora que você já sabe como funciona o Picpay, conta pra gente se você já usou esse ou outro serviço de carteira digital.

Enfim, se você gostou do nosso conteúdo e quer saber mais sobre outros assuntos, como tecnologia, planos e pacotesdicas e curiosidades, continue acompanhando o Compara Plano.

Até a próxima!

Microfone para podcast: 5 modelos para gravar em casa!

microfone para podcast

Você já tem um podcast para chamar de seu? Caso positivo, pode notar que a produção de programas em áudio nesse formato é quase uma febre. Ou seja, quem começa, não para. E quem escuta agradece. Se você já virou um expert na área e pretende aprimorar ainda mais a qualidade das gravações, um caminho é buscar um bom microfone para podcast.

Em resumo, um equipamento de alto nível pode fazer toda a diferença para o seu programa. Principalmente se você ainda utiliza os fones convencionais ou até os que vem de fábrica junto a notebooks e celulares. Um microfone para podcast acima da média vale e muito o investimento. Inclusive, caso você opte em fazer um podcast profissional, esse tipo de equipamento é indispensável.

No entanto, assim como comprar um celular, o custo desse aparelho pode ser bastante elevado dependendo do modelo. Para ter em casa, de repente, você pode achar um exagero. No entanto, a diferença em relação aos fones tradicionais é muito grande. Em outras palavras, ter um bom microfone para podcast também será um fator motivacional para você seguir com as gravações.

Nesse post, vamos detalhar cinco modelos de microfone para podcast com bom custo-benefício e também dar algumas dicas para as gravações. E não esqueça de manter sempre um bom plano de internet da Claro ou da TIM para não ter problemas enquanto grava e transmite seus programas.

Confira!

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Microfone para podcast: como escolher

Resumidamente, para escolher um microfone de podcast, você deve pensar antes em quais condições faz as gravações. Ou seja, analisar o ambiente de trabalho. Em outras palavras, se você utiliza um estúdio ou grava na própria casa, ou ainda em parceria com uma ou mais pessoas. Outro fator muito importante é, sem dúvida, o orçamento, quanto você está disposto a investir.

Nesse sentido, é preciso sempre fazer questionar qual o melhor microfone para o seu objetivo. Isso porque um equipamento pode ser bom para uma pessoa mas inadequado para outra. Para começar, é preciso conhecer os tipos de microfone existentes no mercado.

Confira os principais modelos de microfone:

  • De mão: é o formato mais convencional, também conhecido como bastão ou microfone de sorvete. É apropriado para cantores, eventos, jornalistas etc.
  • De lapela: é aquele que geralmente fica grampeado ou grudado na roupa. Capta a voz com mais precisão que o de mão, pois está sempre fixo em um lugar.
  • Shotgun: tem formato de um bastão cilíndrico e é bastante comum acoplado em câmeras filmadoras.
  • Headset: esse é um dos modelos bastante utilizados por produtores amadores de podcasts, por causa da praticidade. Junto com o fone de ouvido, esse equipamento se encaixa na cabeça e deixa suas mãos livres.
  • USB: são microfones com conexão direta ao computador via USB. Assim, o áudio captado é transformado automaticamente em um arquivo de áudio.
  • Gravador de áudio: esse modelo também é bastante indicado para podcasts, pois permite gravações sem a necessidade de um computador. Alguns modelos podem ser conectados à computadores via USB.
  • Celular: muitos produtores ainda utilizam o celular como equipamento de captação de áudio. Dependendo do modelo do aparelho, se for top de linha, é uma boa opção inicial. Mas não é o mais indicado.

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Dinâmicos x condensadores

Outra característica importante que você deve conhecer ao comprar um microfone para podcast é tipo de transdutor. Ou seja, como o microfone transforma o som em sinal elétrico. Há dois tipos: dinâmicos e condensadores.

  • Dinâmicos: são mais simples, versáteis e resistentes, porém, com captação menos sensível, ou seja, elimina bastante o som ambiente. Por essa razão, quem busca riqueza de detalhes no som pode ficar um pouco incomodado com esse tipo de captação.
  • Condensadores: captam o som com mais precisão e sensibilidade. São muito bons para quem quer gravar podcast. No entanto, exigem um ambiente externo sem ruídos, ou até com isolamento acústico. Ou seja, esse tipo de microfone capta todo o som a sua volta.

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5 dicas de microfone para podcast

Veja abaixo alguns modelos top de linha para você gravar seu podcast em outro nível:

Blue Yeti

O preço é um pouco salgado, mas é um modelo de mesa bastante utilizado por podcastes e youtubers. É um microfone USB com 4 tipos de entrada e uso. Conta com um suporte resistente e a marca – Blue – é muito conceituada. Pode ser encontrado na faixa de R$ 1.000 a R$ 1.500.

Razer Seiren

É bastante utilizado por gamers e dos streams. Também tem conexão USB com quatro modos de operação: cardioide, unidirecional, omnidirecional e estéreo. A base é removível e tem entrada para fones de ouvido. Pode ser encontrado na faixa de R$ 1.000.

Shure MVL

Esse é um modelo muito conhecido no formato lapela, ou seja, perfeito para quem procura mobilidade. O legal é que pode ser acoplado também em celulares e tablets, assim, dá mais liberdade de criação. Mas é preciso sempre ficar atento à posição de uso. Pode ser encontrado na faixa de R$ 600.

Zoom H1

Esse microfone conta com dois captadores posicionados frente a frente. Com isso, há menos perda de qualidade no áudio. É bem fácil de transportar e uma boa opção para podcasters. O preço fica na faixa de R$ 800.

Blue Snowball

Outro modelo interessante da Blue é o Snowball. A qualidade é bem parecida ao do Yeti, no entanto, pode ser encontrado por um preço mais acessível, na faixa de R$ 500.

Está sem grana? Veja algumas dicas

Se mesmo assim você não tem a grana para investir em um microfone para podcast mais apropriado, é possível seguir algumas dicas para obter uma gravação mais satisfatória. Uma dica bem básica é sempre procurar gravar em locais com poucos ruídos, para que o microfone utilizado capte apenas o som da sua voz, com o mínimo de som ambiente.

Outra dica bem legal é fazer a gravação de frente para um guarda-roupas aberto. Na verdade, o móvel fará o papel de isolamento acústico.

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Microfone para podcast: escolha um modelo para seu perfil

Agora que você já conhece os modelos ideias de microfone para podcast, que tal conferir o que é streaming e como ganhar dinheiro com essa tecnologia?

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