Black Friday: 7 lojas confiáveis para comprar sem preocupações

pessoas com sacolas de compras na Black Friday

Muita gente espera ansiosamente pela Black Friday (ou “Sexta-feira Negra”, em português), época em que o comércio de lojas físicas e virtuais vendem produtos com descontos atrativos aos consumidores de todo o país.

As promoções vão desde grandes lojas até pequenos e médios comerciantes, todos buscando encerrar estoques, com campanhas que já chamam para a garantia dos presentes de Natal.

Descontos tão atrativos em lojas online podem fazer com que o consumidor, deslumbrado com a possibilidade de comprar aquele item tão desejado, esqueça de pesquisar sobre credibilidade do comércio escolhido.

Dicas para comprar com segurança na

Black Friday

Confira algumas dicas de segurança para compras pela internet dadas pelo Procon:

CNPJ

  • Verifique sempre, sendo ou não Black Friday, se o site que está vendendo o produto possui um endereço comercial físico e anote telefones. A empresa também deve ter um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). Em caso de dúvida, o comprador deve ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) que deve ser oferecido no site e solicitar os dados cadastrais do comércio virtual.

Segurança

  • Na hora de efetuar a compra com o cartão de crédito, é importante que o site possua os dados blindados. O consumidor pode verificar isso por meio de um símbolo de um cadeado que aparece no canto direito superior da janela do navegador. Isso significa que é um ambiente seguro e os dados do cartão não serão abertos, o que facilitaria o roubo pelos chamados “hackers”.
  • O endereço da loja virtual deve começar com https://. Se nenhum destes requisitos de segurança online forem preenchidos é melhor esquecer a compra e procurar um site onde eles sejam fornecidos ou uma loja física.
  • Se o consumidor conferir a segurança e finalizar a compra, a loja deve enviar por e-mail um comprovante da compra, onde geralmente consta o número do pedido, descrição dos itens comprados e prazo de entrega.

Pagamentos e devoluções

  • O consumidor tem garantido o direito à devolução do produto em até sete dias úteis caso não fique satisfeito com a mercadoria. Isso é chamado de “Direito ao Arrependimento”.
  • Outra dica importante é que o consumidor nunca faça depósitos bancários em nome de pessoas físicas.

Informações e reclamações

  • O consumidor virtual também pode checar no Procon se existem reclamações contra o site que ele pretende comprar e verificar na Junta Comercial do Estado se há denúncias relativas à empresa.
  • Buscar lojas confiáveis é uma forma de garantir uma Black Friday tranquila, assim, uma forma de ter problemas futuros, como encomendas erradas, com defeitos ou mesmo que facilitem as trocas, caso necessário. Mas além de ter cuidados com itens básicos, conforme orientação do Procon, existem sites onde o consumidor pode obter informações reais acerca de uma loja. O Reclame Aqui e Ebit são dois exemplos.

Reclame Aqui

A empresa começou apenas ouvindo e cuidando das reclamações dos familiares e amigos em um pequeno escritório em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Hoje, se transformou em um dos sites mais acessados do Brasil. Diariamente, mais de 600 mil pessoas pesquisam as reputações das empresas antes de realizar uma compra, contratar um serviço ou resolver um problema.

Ebit

A Ebit está presente em várias etapas do processo de compra online. Desde o momento da decisão da compra, em que certifica as melhores lojas por classificação em Diamante ou medalhas, até a satisfação final. Nessa fase, a Ebit pergunta diretamente ao consumidor como foi sua experiência com cada loja.

Leia também: Melhores sites para compras online do Brasil

Lojas mais confiáveis para comprar na

Black Friday

Agora que você está por dentro de todos os critérios de segurança para compras online, apresentamos as lojas mais bem avaliadas nessas ferramentas e, portanto, uma boa escolha para a Black Friday:

  • Americanas.com — Com uma variedade de produtos e promoções, apresenta boas avaliações na resolução de problemas com clientes, com 97% de reclamações respondidas no Reclame Aqui;
  • Submarino.com — Recebe boas avaliações dos clientes em mais de uma ferramenta de certificação, com notas positivas similares às das Americanas;
  • Shoptime.com — Tem selo diamante certificado pela Ebit, e quase 90% dos clientes têm intenção de comprar novamente, de acordo com o site;
  • Magazine Luiza — Com nota 8,5 no Reclame Aqui, tem um índice de solução de 93% das reclamações e também ganhou o selo diamante da Ebit;
  • Fast Shop — Tem índice de 90% de resolução de problemas e 96% de entregas no prazo, é especializada em eletrônicos garante sua confiabilidade;
  • Extra.com — Apesar de apresentar nota regular (6,9) no ReclameAqui tem ótima certificação pela Ebit;
  • Cissa Magazine — Menos conhecida que as demais, apresenta boas notas e 100% de reclamações respondidas no ReclameAqui.

Prepare-se para Black Friday

Quer garantir os melhores preços na Black Friday 2020? Então, dê uma olhada na lista acima e neste outro post em que mostramos quais os melhores sites nacionais e internacionais para compras dos mais variados produtos.

Comece desde já a pesquisar preços e descontos. Fazer uma lista de desejos e ir acompanhando as ofertas pode garantir que o cliente não seja enganado pela falsa promoção.

Algumas empresas, durante o período da Black Friday acabam aumentando os valores para maquiar um grande desconto. Aí é prejuízo certo.

Em tempos de Black Friday, é importante também redobrar o cuidado com os links com falsas promoções enviados por Whatsapp, neste artigo explicamos mais sobre este golpe e como fazer para não cair nesta armadilha.

Tudo que você precisa saber sobre o Reclame Aqui

reclame aqui

O brasileiro está cada vez mais confiante para realizar compras sem sair de casa. Esse fato faz com que, atualmente, mais de 70% dos brasileiros comprem pela internet. Porém, para alguns, sempre há um pequeno temor, sobretudo de se aventurar a comprar em lojas menos desconhecidas, e o maior deles é: Será que essa empresa é confiável? Para esses momentos, existe uma ‘ferramenta’ online de grande valia, chamada Reclame Aqui.

Com um número realmente muito elevado de informações e dados a serem consultados, essa ‘ferramenta’ foi considerada uma das mil páginas da internet mais influentes do mundo. Num comparativo bem impressionante, o site do Reclame Aqui é mais influente do que o dos Correios, o da Folha ou o do Twitter, segundo pesquisa do Alexa, uma empresa do grupo Amazon.

Se você ainda não está familiarizado com ela, ou já a conhece porém segue com dúvidas sobre seu funcionamento, leia esse post até o fim, pois vamos te explicar tudo o que você precisa saber.

O que é o Reclame Aqui?

O Reclame Aqui é um site há mais de 15 anos em atividade. Servindo como um canal de comunicação entre consumidores e vendedores de todo o Brasil, se consagrou como uma referência de avaliação de empresas que atuam na internet. Contudo, nem só de sites estamos falando. Entre as avaliações encontradas, é possível verificar, também, as de restaurantes, shoppings e, até mesmo, cabeleireiros.

Só para que você tenha uma ideia, o Reclame Aqui conta com cadastros de aproximadamente 200 mil empresas. Além disso, diariamente mais de 700 mil pessoas vão até ele pesquisar reputações antes de realizar uma determinada compra, contratar um serviço ou resolver um problema.

Essa plataforma serve para que consumidores possam checar a avaliação de empresas com as quais pretendem estabelecer alguma relação de consumo de maneira geral.

Então, se você está pensando em comprar um bem ou contratar um serviço pela internet, porém está em dúvidas sobre a confiabilidade da empresa, basta que você vá ao site do Reclame Aqui para consultá-lá nas avaliações de outros consumidores.

Como funciona o Reclame Aqui?

O Reclame Aqui é um canal independente, que permite interação entre consumidores e vendedores ou prestadores de serviço. Nesse sentido, ele só serve como meio para uma finalidade: a de informar a uma empresa uma insatisfação com o seu produto. Além, é claro, da de consulta.

Com uma interface bastante simples, informativa e intuitiva, a página recebe reclamações publicadas por usuários insatisfeitos. Logo após isso, as empresas reclamadas são notificadas por meio de um e-mail pré-cadastrado de maneira automatizada.

A partir desse momento, cabe às empresas responder essas reclamações, exclusivamente. Ou seja, o site é um meio de campo, que liga o consumidor à empresa em questão. E, por ter uma grande visibilidade, recebe, geralmente, bastante atenção de quem está sendo avaliado.

Como fazer uma reclamação?

Reclamar no Reclame Aqui é bastante simples. Antes de mais nada, na interface Inicial, você digita o nome da empresa contra a qual deseja fazer uma reclamação. Como são 200 mil empresas cadastradas, o próprio Reclame Aqui vai oferecer uma lista com prováveis reclamados baseado naquilo que você digitou.

Na sequência, você seleciona uma delas e o site te direciona para a página que contém um resumo de todas as suas avaliações. Um dos links disponíveis nessa aba é o reclamar. Desse modo, você seleciona algumas entradas, informando qual a categoria do seu problema e o tipo de produto ou serviço para o qual você pretende alguma reparação.

Com uma lista bastante variada, o Reclame Aqui informa quais os tipos de problemas contra os quais você pode reclamar diretamente, criada a partir de experiências anteriores de outros usuários. Caso você não encontre a descrição do seu problema, uma opção nesse sentido também estará disponível.

A importância desse site para decisões de compra

Atualmente, a importância do Reclame Aqui é quase incalculável. Como já dissemos, são mais de 200 mil empresas cadastradas e 700 mil acessos diários. Significa dizer que, atualmente, 18 milhões de consumidores usam a plataforma para pesquisar reputação de marcas e consultar quais tipos de problemas outros consumidores já tiveram com elas.

Como todos os comentários ficam expostos na página eternamente – a menos que seja solicitada a exclusão pelo próprio reclamante -, é possível verificar se uma empresa tem problemas com a entrega, com o pagamento, com a cobrança ou como pós-venda.

Além disso, o site também informa se a empresa respondeu à reclamação ou se ela simplesmente a ignorou.

Então, se você está pensando em comprar, porém tem medo de entrar numa relação de consumo daquelas tipo pesadelo, é sempre bom tirar a dúvida antes. Essas empresas muito desconhecidas ou com produtos de preço muito abaixo do de mercado geralmente estão por lá!

E, tirar a dúvida, sobretudo antes de colocar os dados do cartão de crédito, parece ser, definitivamente, a melhor alternativa. Mas também há outras atitudes que te ajudam a garantir uma compra segura, conforme explicamos neste outro artigo.

O Reclame Aqui tem sido um valioso aliado para um número imenso de consumidores sempre que surgem dúvidas antes de uma compra no mundo virtual.

Como saber quais são as melhores e as piores empresas?

Além de informar dados valiosos para o consumidor antes de ele tomar uma decisão, o Reclame Aqui armazena-os e os transforma em métricas.

Logo na página inicial, é possível ver quais são as empresas melhor ou pior avaliadas do site. Porém, o internauta também pode comparar duas empresas específicas, a fim de verificar qual delas tem menos chance de transformar a relação de consumo em um problema.

Depois de inseridos numa entrada específica os nomes das empresas a serem comparadas, o usuário tem as duas etiquetas das empresas lado a lado, informando qual delas tem melhor nota de avaliação. Do mesmo modo, o site informa qual delas tem um selo melhor.

Esses selos podem dizer a) Bom, b) Ruim, c) Regular ou d) Não-recomendado, entre outros.

Quem avalia a reputação das empresas no Reclame Aqui?

Quem avalia a reputação das empresas é você, usuário comum que vai à página para usá-la como intermediária de uma relação de consumo mal sucedida.

Contudo, existe uma matemática (um tanto quanto) complexa para o estabelecimento daquela nota que você vê na aba da empresa no site. Essa é a AR, avaliação do Reclame Aqui.

Para sua constituição, o site leva em consideração quatro fatores:

  • Índice de Resposta (IR) – que a empresa tem com relação aos consumidores que já reclamaram;
  • Média das Avaliações (MA) – da empresa, que é a nota dada pelo consumidor;
  • Índice de Solução das reclamações (IS);
  • Índice de “voltaria a fazer Negócios” (IN), – informado pelo reclamante quando a reclamação é finalizada.

E também existem pesos diferentes para esses fatores:

  • Índice de resposta (IR) – Peso 2
  • Média das avaliações (MA) – Peso 3
  • Índice de solução das reclamações (IS) – Peso 3
  • Índice de “voltaria a fazer negócios” (IN) – Peso 2

A partir desses valores, e do cálculo AR=((IR*2)+(MA*10*3)+(IS*3)+(IN*2))/100, existe um selo. Esse selo é determinado pelo resultado da equação, com as seguintes atribuições:

  • Para 8 =< AR <= 10 , ÓTIMO
  • Para 7 =< AR <= 7.9 , BOM
  • Para 6 =< AR <= 6.9 , REGULAR
  • Para 5 =< AR <= 5.9 , RUIM
  • Para AR < 5 , NÃO RECOMENDADA

Quanto tempo a minha avaliação fica no site?

Apesar de as reclamações ficarem disponíveis para leitura ad eternum, a menos que o reclamante solicite a sua retirada, saiba que nem todas as avaliações contribuem para a média (AR) que você vê ao pesquisar uma empresa.

Segundo o Reclame Aqui, uma contribuição de usuário só integra uma avaliação durante 3 anos. Ou seja, se você via uma empresa como ruim há 5 anos e não entende como ela pode estar tão bem avaliada atualmente, as coisas podem ter mudado.

Nesse mundo de potencial “alta” exposição, muitas empresas possuem setores dedicados somente a esse tipo de situação. Por isso, também é comum que usuários recebam respostas por meio do Reclame Aqui antes mesmo de a receberem dos próprios SACs.

Se você ainda não está familiarizado com essa ‘ferramenta’, talvez seja uma boa hora pra começar a fazer uso de seus recursos e tirar aquela pulga de trás da orelha.

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Aplicativo de serviço móvel da Anatel: conheça as funcionalidades

Anatel Serviço Móvel

Os clientes de telefonia podem contar com mais um benefício: o aplicativo de serviço móvel da Anatel. A Agência Nacional das Telecomunicações – a Anatel é responsável pela regulamentação do setor de telecomunicações no Brasil. Uma das suas ações é fiscalizar como está sendo distribuído o serviço de telefonia no país.

Para que o cliente tenha mais domínio do que está utilizando, a empresa vem disponibilizando há algum tempo um aplicativo móvel com diversas funcionalidades.

Nele, os clientes podem fazer acessar o resultado de qualidade, acesso e problemas técnicos como queda das redes de voz. Além disso, estão disponíveis dados da telefonia móvel assinada e os clientes podem registrar problemas enfrentados.

O diferencial do serviço é proporcionar aos clientes a oportunidade de relatar problemas e encontrar situações parecidas com as que estão passando. No serviço móvel da Anatel, eles podem relatar dificuldades ocasionadas pela queda de sinal, conexão lenta e instabilidade de conexão. Ainda, os dados disponíveis são de todos os municípios federativos do Brasil.

O serviço foi lançado em 2014 pela Anatel. No ano de 2015, o aplicativo Anatel serviço móvel foi finalista do Prêmio Oi Tela Viva Móvel na categoria utilidade pública. Além disso, no mesmo ano, ganhou a funcionalidade de compartilhamento de relato de experiência.

Leia também: Veja como funciona o Reclame aqui e quais empresas se destacam

Como usar o serviço móvel da Anatel

Abaixo você pode conferir algumas funcionalidades do aplicativo Anatel serviço móvel:

Funcionalidades do aplicativo

Com o aplicativo, o usuário pode consultar o ranking das operadoras. Nesse ranking estão estabelecidos parâmetros de acessibilidade, conexão, quedas e desconexão. É possível, também, analisar a qualidade de cada prestadora de serviço. O usuário irá consultar  histórico das operadoras no período de um ano.

O app está disponível para os sistemas Android, iOS e Windows Phone. Assim, dando abrangência de uso e com dados de todos os municípios do país.

O usuário irá poder acompanhar e também avaliar a qualidade na prestação dos serviços de voz e dados por prestadora e por localidade. As informações são atualizadas de forma mensal para que o cliente tenha uma análise por período e não espere pelo relatório final.

Além disso, no aplicativo Anatel serviço móvel o cliente pode visualizar um mapa com as estações das operadoras que estão funcionando em seu município. Ainda, escolher a tecnologia que utiliza, seja ela, 2G, 3G ou 4G. Quem sabe daqui a pouco o 5G estará também disponível, quando estiver funcionando no Brasil.

Tendo esse conteúdo em mãos, o usuário pode avaliar de forma geral o serviço que utiliza e como ele funciona em cada localidade. Isso porque a consulta será ativada por meio de GPS do celular.

Aliás, para não esquecer, o aplicativo é gratuito e traz bastante benefícios de informações para os clientes. Além de ser fácil de ser utilizado e apresentar uma interface colorida com desempenho diferenciado para cada indicador de dados e de voz.

Principais funções:

  1. Primeiramente, o aplicativo apresenta o desempenho de cada operadora.
  2. Também, traz indicadores de qualidade de sua telefonia móvel.
  3. Os dados são de todos os municípios do país. Nele, você vai encontrar indicadores de acesso e queda das redes de voz e dados.
  4. Traz um ranking das prestadoras de serviço de telefonia no país. E, os resultados são entregues mensalmente.
  5. Além disso, apresenta dados da quantidade de antenas e da tecnologia das operadoras por localidade.
  6. Como também, você descobre a localização de cada antena no mapa do município.
  7. Por fim, os clientes podem compartilhar problemas nas ligações – queda da chamada, ligação ruim ou rede indisponível.

Principais vantagens de baixar o aplicativo

Com uma avaliação por município, o cliente pode verificar em quais pontos da cidade o sinal da operadora está mais estável. Como também, em quais localidades apresenta instabilidade de sinal.

Para quem gosta de viajar ou é turista em uma cidade nova, o aplicativo mostra dados importantes de conectividade. Facilitando assim que o cliente tenha todas as informações na mão caso deseje fazer alguma reclamação contra a prestadora.

Vale lembrar que o relato de experiência disponível no aplicativo Anatel Serviço Móvel não substitui reclamações feitas pelos canais oficiais da Anatel.

Assim, caso você analise algum dado ou faça um relato de experiência, comunique a Anatel se o problema persistir. O uso do aplicativo serve como um meio de acompanhamento da prestação do serviço pela Anatel. Por isso, ele não gera nenhum tipo de protocolo, como acontece quando efetua-se uma reclamação pelos canais oficiais.

Leia tambémQuais são os melhores planos de celular? Escolha já o seu

Objetivo do aplicativo

Quando a Anatel lançou o aplicativo pensou mais em mais um produto de dados para os clientes. A ideia é que as informações descritas no aplicativo sirvam de subsídio para melhorias na qualidade de serviço de telefonia. Como também, o acompanhamento do cliente do serviço que recebe em casa.

Pelo aplicativo, o usuário só consegue relatar problemas da operadora que ele possui assinatura. A proposta é que seja algo particular para análise do serviço recebido e compilar as experiências desses usuários. Assim, a Anatel consegue ter uma visão pessoal de cada usuário e da operadora que utiliza.

Como falamos, no aplicativo Anatel Serviço Móvel será possível consultar a qualidade de cada serviço ofertado pelas operadoras de telefonia celular. Nele também, está disponível o quantitativo de antenas por localidade e o histórico de qualidade das operadoras.

Além do aplicativo aqui apresentado, a Anatel possui outro apps móvel: o Anatel Consumidor. Nele, é possível fazer reclamações de indisponibilidade de serviço, caso a prestadora de serviço se recuse a solucionar. Outro canais de reclamação é o Fale Conosco; a Central de Atendimento Telefônico gratuito, no número 1331 – ou 1332 ou as Salas do Cidadão.

Como baixar o aplicativo

Para baixá-lo é muito fácil. Faça o download do app em seu celular e analise sua conectividade. O aplicativo pode ser baixado nas lojas Google Play, Apple App Store e Windows Store. Como também no próprio site da Anatel.

Vale a pena ter o app?

Com o app Anatel serviço móvel, o cliente pode ter em suas mãos dados abertos das operadoras de serviço de telefonia. Descobrir experiências de outros usuários e relatar as suas. Avaliar como está a qualidade de telefonia em seu município e encontrar lugares com melhores conexões.

Para finalizar, os dados de diversas experiências dos brasileiros com a telefonia proporcionam melhorias no serviço ofertado. Em razão disso, a Anatel fica ciente qual serviço está sendo entregue para os clientes de determinada prestadora. Gerando indicativos de qualidade e possíveis atualizações futuras às telefonias.

Gostou do nosso artigo sobre o aplicativo de serviço móvel? Não deixe de visitar nosso blog Compara Plano. Aqui, estamos sempre trazendo novidades no mundo da tecnologia.

Empiricus publica vídeo com pedido de desculpas da Bettina

Empiricus

Não tem quem não se lembre do caso da Bettina e a peça publicitária da empresa Empiricus que viralizou em março de 2019. Em um vídeo no YouTube, a empresa Empiricus Consultoria e Negócios lançou uma campanha que tinha como protagonista Bettina Rudolph. Nele, Bettina dizia “Oi, eu sou Bettina, tenho 22 anos, e R$ 1,042 milhão de patrimônio acumulado”.

A informação que parecia muito mais duvidosa do que real, acabou sendo alvo de repercussão.

A protagonista acabou virando meme e a empresa foi multada pelo Procon em R$ 58,2 mil por publicidade enganosa divulgada nas redes sociais.

Além disso a notificação do Procon era em razão de como havia multiplicado a quantia que teria sido obtida através de investimentos na Bolsa de Valores.

Leia também: Veja quais são os melhores aplicativos de investimento

O pedido de desculpas da Bettina

A Empiricus logo depois da repercussão, lançou um vídeo de esclarecimento, explicando a situação e a proposta da empresa ao veicular a propaganda. No vídeo, Bettina escutava alguns comentários da web, e ao final fazia um breve esclarecimento.

Desde então se passaram seis meses, a empresa reapareceu em outubro, agora com um vídeo de desculpas. No qual, com objetivos explícitos de cunho publicitário, Bettina faz um pedido de desculpas pela forma equivocada que falou no vídeo produzido em março.

Mas, afinal, quem é a Empiricus?

A Empiricus é uma empresa especializada em publicação de conteúdo financeiro e de ideias de investimentos.

Ela foi fundada em 2009 e tem como sede a cidade de São Paulo. Seu negócio funciona através de venda de relatórios com recomendações de investimento.

A Revista Online Exame, em 2017, divulgou que a empresa possui uma equipe de analistas e produz 25 tipos de planos — diários, mensais ou semanais — com estratégias para ganhar dinheiro na bolsa, na renda fixa, no mercado de câmbio e até mesmo no segmento de moedas virtuais.

Todos têm três modalidades de assinatura: anual, trienal e vitalícia. O pacote mais barato custa R$ 16; o mais caro, que dá acesso vitalício a todos os relatórios da empresa, é vendido por R$ 50.400.

Além disso, esses relatórios têm gerado uma receita impressionante de lucro para a empresa. Ao adotar um marketing agressivo e aumentar o número de vendas de relatórios, a empresa tem crescido ano a ano. Desde 2014, subiu de 30 mil clientes para 180 mil em 2017.

Em relação ao faturamento, arrecadou R$ 200 milhões em 2017. A empresa possui em sua equipe analistas que passaram por diversos bancos, dentre eles, oriundos do BNP Paribas, HSBC e Itaú. Isso garante uma equipe especializada no ramo de negócio.

Leia também: Bancos digitais: saiba vantagens e como escolher

O que foi o caso Bettina

Bettina é funcionária da empresa Empiricus. Mas, antes de trabalhar em São Paulo, onde está localizada a empresa, fez Administração na Universidade Regional de Blumenau (Furb).

Em abril de 2019, Mônica Bergamo, do Jornal Folha de São Paulo, havia divulgado em sua coluna que o “caso Bettina” teria rendido uma multa de 9 milhões. A verdade é que a Empiricus foi notificada a pagar 58,2 mil reais, pela propaganda enganosa. Com a possibilidade de pagamento de R$ 40.768,00, se for paga à vista.

Na propaganda, Bettina Dick Rudolph, alegou que, em apenas três anos, acumulou um patrimônio equivalente a R$ 1 milhão com um investimento inicial de apenas R$ 1.520.

Segundo a protagonista, em entrevista à Revista Veja, ela realmente tinha investido R$ 1.520, mas para conquistar todo este patrimônio também contou com investimentos de seu salário em empregos passados, bem como doações advindas da família.

Para o Procon, a propaganda foi de fato enganosa e não acatou a defesa de Bettina, devido ao anúncio induzir o espectador a ter uma falsa compreensão dos fatos.

Mesmo assim, a Empiricus afirmou ter explicado de forma clara na propaganda e que direcionou àqueles que viram o conteúdo a um curso de educação financeira.

Análise do Procon

Com isso, segundo a coluna na Folha de S. Paulo, o Procon afirmou que “a garantia de resultados de investimentos dada pela empresa ‘demonstra-se enganosa e capaz de induzir o consumidor a erro’”. Além disso, se a empresa vier a produzir propagandas semelhantes poderá ser multada de fato por R$ 9 milhões e ter outras penalidades, como ter suas atividades suspensas.

O comercial original, publicado em março, foi suspenso pelo Conselho de Ética do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

Isso aconteceu em abril, após toda a polêmica envolvendo os vídeos da empresa de assuntos financeiros. Além desse, outros cinco comerciais da empresa também foram suspensos pelo mesmo conselho. A empresa alegou que “havia retirado a propaganda do ar por questões estratégicas”, mas foi em razão de suspensão.

O posicionamento da empresa Empiricus foi publicado no blog Antagonista, associado à empresa de anúncios financeiros. Você pode conferi-lo abaixo:

A Empiricus comunica que foi notificada sobre uma multa de R$ 40 mil reais encaminhada pelo Procon, sobre a qual ainda cabe recurso. A empresa lamenta a divulgação sensacionalista de informação errônea de que teria sido multada em R$ 9 milhões. Por fim, a Empiricus reforça que a peça em questão direcionou os interessados para um curso gratuito de educação financeira, feito por uma equipe de 32 especialistas”.

Só nos resta responder em formato de meme:

Memes sobre o caso da Bettina

O grande motivo da repercussão do caso da Bettina, para viralizar como meme, talvez esteja familiarizado com a questão de privilégio.

A peça publicitária reacendeu a discussão sobre essas questões, reacendendo a imagem de privilégios de mulher branca, classe média alta, que, neste caso, pôde contar com a ajuda da família para ficar milionária.

Por isso, alguns memes foram criados fazendo alusão às falas de Bettina.

No post “O que são memes e como usá-los” falamos sobre o caso de Bettina e demos exemplos com alguns memes. Veja a seguir outros que fizeram sucesso com o caso Bettina:

Ou esse como cálculo do patrimônio da Bettina:

https://twitter.com/luigebribeiro/status/1106667320838144001?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1106667320838144001&ref_url=https%3A%2F%2Fcomparaplano.com.br%2Fblog%2Fmemes%2F

Sendo um conteúdo tão duvidoso, com a mensagem de que conseguiu com tão pouco muito e, praticamente, sozinha, a Empiricus entregou um conteúdo pronto para memes.

Apesar de ser um assunto sério é quase uma Fake News em formato de peça publicitária.

Lições do caso

O caso da Bettina serviu de exemplo para que as empresas se comprometam a entregar publicidade com fatos verídicos aos seus clientes. Se o vídeo novo vai viralizar não sabemos. É questão de tempo.

Gostou do nosso post sobre o caso da Bettina? Acompanhe nosso blog Compara Plano, assim que tivermos mais atualizações sobre o caso voltaremos a falar aqui.

Seguro para celular: veja como funciona e se vale a pena fazer

Contratar um seguro para celular ou tablet pode ser uma garantia de mais tranquilidade quando você compra um novo aparelho. Embora não haja garantia para perdas ocasionadas pelo próprio usuário, alguns danos acidentais e roubos são situações previstas nos planos.

No geral, a mensalidade de um seguro para celular leva em consideração a marca e modelo do aparelho e quase todos possuem uma franquia — valor a ser pago pelo cliente na hora de reparar um dispositivo ou resgatar um novo.

Para usufruir do serviço também é necessário registrar um sinistro, documento específico do mercado de seguros que avalia a ocorrência.

Algumas seguradoras podem levar em conta também CPF e CEP para montar um plano. O CPF informa restrições do cliente, como dívidas, e o CEP serve para precificar em cima do risco de roubo da região em que o usuário reside.

No entanto, as operadoras de telefonia móvel costumam oferecer planos em parceria com as seguradoras para facilitar a contratação.

Neste artigo você confere algumas das opções de seguro para celular e tablets que são oferecidas pelas próprias operadoras. Confira:

Vivo

A Vivo, por meio de uma parceria com a seguradora Zurich, oferece duas modalidade de seguro para seus clientes: o Proteção Celular e o Proteção Celular Danos. A primeira cobre casos de roubo e furto qualificado, a segunda tem a cobertura estendida para colisão acidental, danos elétricos e danos com líquidos. Saiba mais sobre cada uma:

Vivo Proteção Celular

O Proteção Celular da Vivo é o seguro para casos de roubo e furto qualificado. Entende-se por roubo a situação em que há ameaça física e verbal na presença da vítima e, por furto qualificado, quando o aparelho é furtado mediante quebra de obstáculo e sem a presença da vítima. A operadora tem regras específicas para clientes de cada um dos planos abaixo:

Pré-pago

Pode ser contratado por R$ 2,99 por semana, que são descontados do saldo das recargas. Dá direito à reposição do aparelho no valor máximo de R$ 500,00. Para contratar basta enviar um SMS para o número 7398 com o termo SVP.

Pós-pago e Controle

O valor para aderir ao seguro depende da marca e modelo do aparelho, assim como o limite de indenização. Um Moto G6 Play, por exemplo, é segurado por R$19,99 ao mês, enquanto o seguro de um Samsung Galaxy Note 8 sai por R$ 44,99 mensais.

Faça a simulação clicando aqui.

O plano cobre celulares com até 2 anos de uso. Para adquirir basta ligar para *7348 ou para o número 0800 777 2627.

Empresas

A Vivo também oferece o Proteção Celular PJ, uma modalidade de seguro exclusivo para aparelhos corporativos. A vigência é de 1 ano, 25% de franquia no momento da indenização e taxas de pagamento dependendo da faixa escolhida:

Faixa 1 – R$ 3,99 mensais e indenização de até R$ 500,00;
2 – R$ 7,99 mensais e indenização de até R$ 1.000,00;
3 – R$ 15,99 mensais e indenização de até R$ 2.000,00;
4 – R$ 31,99 mensais e indenização de até R$ 4.000,00.

Clientes pós-pago e controle que contratam o Proteção Celular ainda concorrem a sorteios de R$10.000,00 realizados mensalmente pela Loteria Federal (com exceção do pacote para empresas). Clientes pré-pago concorrem a R$1.500,00 em sorteios semanais.

Vivo Proteção Celular Danos

A modalidade de proteção mais abrangente da operadora garante o reparo ou troca do celular em caso de queda ou colisão acidental e dano elétrico, em caso de um curto-circuito acidental.

Além disso, o seguro também cobre casos de derramamento de líquidos ou imersão em substâncias líquidas.

A opção está disponível apenas para clientes Vivo pós-pago e Controle. Para contratar é necessário comparecer a uma das lojas da operadora. Os valores são mensais e também dependem da marca e modelo do aparelho e a franquia a ser paga é de 15% para o reparo ou 10% para a reposição do celular.

O que não está incluso

A operadora especifica que existem algumas condições para a cobertura do seguro. Não está incluso no seguro o direito à reposição em caso de:

  • Furto simples, extravio, perda ou desaparecimento;
  • Furto do celular deixado no interior do veículo (exceto em caso de furto do próprio veículo);
  • Subtração sem violência ou grave ameaça;
  • Bens deixados em áreas abertas.

Também não está incluso o direito ao reparo ou reposição em caso de:

  • Danos de causas internas em geral originados pelo próprio funcionamento;
  • Problemas decorrentes de desarranjo, de defeito de material, de erro ou falha de fabricação;
  • Danos resultantes de falta de manutenção, depreciação, deterioração e desgaste natural do bem.

TIM

A TIM lançou em 2017 o seu plano de seguros em conjunto com a empresa Generali. O TIM Aparelho Protegido é um seguro para danos, roubos e furtos qualificados de celulares e tablets. A cobertura e taxas variam por plano e valor do dispositivo, mas a operadora também oferece um plano básico.

Na modalidade básica a cobertura é de R$ 500 para repor o aparelho em caso de roubo ou furto qualificado. O serviço pode ser contratado por R$ 11,99 por mês ou R$ 2,99 por semana enviando, respectivamente, a palavra MENSAL ou SEMANAL para o número 5524. 

Os seguros estão divididos em três planos:

Quebra – Cobre casos de quebra acidental e danos provocados por líquidos ou oxidação do aparelho. Os valores vão de R$ 2,99 a R$ 153,99 mensais, dependendo do valor do aparelho.

Roubo/furto – Oferece proteção em caso de roubo ou furto qualificado e também possui taxas mensais de R$ 2,99 a R$ 153,99 mensais conforme o valor do dispositivo.

Combo – A opção reúne a cobertura dos planos de quebra e roubo/furto e sai por R$ 3,99 a R$ 172,99 por mês de acordo com o valor do celular ou tablet.

A franquia a ser paga é de 25% do valor do aparelho na cobertura de roubo e furto e, na cobertura de quebra, 25% sobre o orçamento do conserto.

Clientes TIM Pré e TIM Controle podem pagar o valor no cartão de crédito. Para TIM Pós o pagamento pode ser feito tanto em cartão de crédito quanto na fatura.

Além disso, ao contratar o serviço da TIM o segurado recebe um bilhete com um número da sorte para concorrer a sorteios da Loteria Federal a partir de R$ 500,00, dependendo do produto.

Claro

A Claro possui, em parceria com a empresa Liberty Seguros, o programa Proteção Móvel. O serviço é semelhante ao de outras operadoras, com garantias para casos de dano físico acidental, roubo e furto qualificado e também restrições similares aos serviços concorrentes.

A franquia de responsabilidade do cliente para utilizar o seguro é de 25% para danos e 40% para roubos e furtos.

A porcentagem incide sobre o valor do aparelho danificado que também define o valor mensal a ser pago pelo cliente (iniciado em R$ 17,00 mensais). A operadora não especifica todos os valores em seu site, mas disponibiliza um simulador para consulta do valor da franquia.

O Proteção Móvel da Claro só pode ser adquirido no momento da compra do novo aparelho ou em até 30 dias após. O pagamento da mensalidade é feito exclusivamente na fatura da operadora.

Detalhes como esses sobre os planos das operadoras você confere aqui no blog do Compara Plano.

Todos os dias publicamos novos artigos com notícias, dicas e novidades sobre tecnologia, internet, direito do consumidor e muito mais!

Operadoras podem exigir fidelidade? Fique por dentro dos seus direitos

Na hora de contratar planos de telefonia móvel ou de TV por assinatura surgem muitas dúvidas quanto a escolha de qual serviço assinar. Isso se deve muitas vezes a fidelidade dos contratos das prestadoras. Você sabe como isso funciona?

Essa questão traz dúvidas sobre o período de exigência de fidelidade e se isso é legal ou não. Para esclarecer essas questões veja abaixo se vale a pena fidelizar planos das operadoras.

Fidelização é ilegal?

Em 2014, a Anatel dispôs na Resolução 632 os direitos do consumidor em serviços de telecomunicações. Nesse documento foi regularizada a fidelidade dos serviços prestados pelas operadoras. Até então visto como algo ilegal, a fidelização se tornou regularizada.

No que condiz às normas, não se pode ser exigido dos clientes um prazo maior do que 12 meses para cobrança de fidelidade.  Além disso, a fidelidade se torna regularizada em casos de oferta de benefícios ao consumidor. Estão inclusos nesses casos: tarifas inferiores, bônus, aparelhos com desconto, dentre outras promoções.

Dessa forma, se o cliente resolver cancelar o serviço antes de finalizar o tempo de contrato, a operadora poderá exigir multa. A multa será proporcional ao tempo restante para finalização do contrato, como também proporcional ao valor do serviço.

Fidelidade e prazos

Na telefonia móvel a fidelidade já era uma exigência. Embora o serviço gerasse muitos questionamentos sobre legalidade. Era cobrado um período mínimo de uso do plano contratado. Mas, com a nova regularização, esse tipo de exigência só pode ocorrer se o assinante tiver algum benefício compatível ao serviço.

Além disso, o período de fidelidade não deve extrapolar o período de 12 meses, ou seja, um ano e ainda ocorre multa em caso de cancelamento. Exceto, quando o cliente passa por má prestação de serviço ele pode recorrer ao pagamento da multa.

Planos empresariais

Com essa regularização de compatibilidade de benefícios, em casos de plano empresarial ainda é mais claro. Quando uma empresa faz a assinatura de um serviço ela pode fazer um acordo de celular por comodato. Isso funciona da seguinte forma: enquanto a empresa é assinante do plano ela pode usar um modelo de celular em troca. Assim, com o cancelamento do serviço, a empresa pagar o valor do aparelho mais o período para o fim do contrato.

Dessa forma, a empresa ganha em redução de custos, se escolher aparelhos modernos e mais em conta. Além disso, a empresa sempre tem celulares atualizados para seus funcionários. Apesar da exigência também de um ano de fidelidade.

Compra de serviço vs aparelho

Inicialmente não vale muito a pena assinar um plano em compra de um smartphone. Algumas operadoras ofertam planos com a aquisição de aparelhos celulares, mas em caso de pessoa física não é muito vantajoso. Em relação aos planos empresariais, isso acaba sendo mais vantajoso pela troca anual de aparelho. Mas no caso do cliente comum, ele acaba ficando preso a parcelas muito maiores do que se fosse adquirir um smartphone fora do plano.

Outros problemas, estão na qualidade dos serviços ofertados pelas operadoras. O cliente acaba adquirindo planos com menos abrangência do que os realizados de forma individual. Por isso, antes de assinar qualquer serviço ou comprar um celular veja quais pacotes de serviços são ofertados nas modalidades de compra.

Isso acontece de forma semelhante com as empresas, às vezes o serviço do plano com compra do celular pode ser pior do que o adquirido por compra separada. Vale a pena avaliar também os serviços ofertados pelas operadoras para empresas.

A vantagem do comodato é a excelência dos aparelhos celulares. Embora isso seja ótimo para atualização de celulares é necessário também avaliar os planos.

Para entender a Resolução da Anatel

Anteriormente trouxemos a regularização da fidelidade dos serviços. Detalhadamente podemos verificar o que a regulamentação prevê:

Segundo o art. 57 resolução 632: a Prestadora pode oferecer benefícios ao Consumidor e, em contrapartida, exigir que permaneça vinculado ao Contrato de Prestação do Serviço por um prazo mínimo. Esse prazo mínimo é de 12 meses.

No artigo 59, diz que o prazo corporativo é de livre negociação, “devendo ser garantido a ele a possibilidade de contratar no prazo previsto no art. 57”.

Sendo assim, caso tenha sido realizado um contrato empresarial, pode haver uma negociação de livre prazo de permanência. E, se desejar, a empresa pode se adequar ao que prevê a pessoa física, prazo de 12 meses. Nesse caso, o prazo deve ter sido negociado no ato da contratação do serviço corporativo.

Por último, devemos estar cientes de que qualquer prazo que passe de 12 meses é ilegal e infringe as regulações da Anatel.

Quando devo pagar multa?

Conforme falamos, é obrigatório o pagamento de multa pela contratação do serviço em caso de cancelamento em até 12 meses. Assim, o cliente terá que pagar multa proporcional aos benefícios recebidos e também ao tempo que restava para finalização do contrato. Dessa forma, o cliente só fica imune a multa caso permaneça até o fim do contrato ou se tiver recebido um produto de má qualidade e deseja cancelar, por esse motivo, o serviço.

Com isso, é direito do consumidor pedir o ressarcimento de serviços recebidos de forma inadequada. Esse caso está relacionado a cobrança de tarifas acima das contratadas, produto sempre indisponível, como as quedas frequentes de internet.

Dessa forma, vale a pena o cliente buscar seus direitos de consumidor em caso de negligências da oferta de serviços.

Existem planos sem fidelização?

Por último, será que existem planos sem fidelização? De fato esses planos existem mas não costumam ser divulgados pelas empresas de telecomunicações. Então, o cliente deve buscar junto às empresas os esclarecimentos desses serviços.

Apesar de existirem, esses planos podem ser onerosos ao cliente, por se tratarem de pacotes mais caros do que os com fidelidade. Contudo, o consumidor deve exigir a apresentação do serviço sem a obrigatoriedade de fidelidade e conhecer o valor sem essa cláusula.

Embora seja uma opção a falta de fidelidade pelo usuário físico, para as empresas pode ser também oneroso. Visto que, a fidelidade prevê a troca de benefícios, qualidade de celulares e outros tipos de promoções. As promoções devem ser pesquisados pelos clientes em cada operadora. Aqui no blog já publicamos alguns serviços das empresas de telecomunicações.

Você pode conferir sobre as melhores TVs por assinatura, aqui.  Além disso, saber qual pacotes de serviço para celulares é mais barato, neste artigo, clique aqui.

Conclusão

Enfim, os planos de fidelidade realmente são legais. Fique atento ao que é ofertado de prazo pelas empresas de telecomunicações. Se estiverem extrapolando ou com exigências acima das esperadas pela regulamentação da Anatel, denuncie. Veja como aqui neste artigo.

Afinal, os planos devem estar de acordo com o que o cliente espera. Veja aquilo que é adequado ao seu ramo de negócios ou para pessoa física. Analise os planos ofertados e calcule bem se vale a pena adquirir um celular por comodato ou comprá-lo de forma individual. A satisfação do cliente é o que realmente importa.

Finalizando, analise ainda se você recebe pelo serviço que assina. Se não estiver satisfeito exija seus direitos ao cancelar o plano.

Gostou do nosso artigo? Não deixe de conferir nosso blog Compara Plano. Estamos sempre esclarecendo dúvidas sobre o mundo da tecnologia e sobre os direitos dos consumidores.

Entenda o caso do entregador da Rappi que morreu durante entrega

entregador rappi

Em julho de 2019, o caso de Thiago de Jesus Dias levantou o debate sobre a relação de trabalho informal envolvida nos processos dos aplicativos delivery. O entregador da Rappi morreu após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) na porta da cliente a quem ele levava um pedido, na cidade de São Paulo.

O Samu foi acionado, porém nenhuma ambulância foi enviada em duas horas de espera por socorro. Além disso, um motorista da Uber negou transportar Thiago até o hospital. A irmã de Thiago e um amigo conseguiram chegar ao local e levá-lo ao Hospital das Clínicas, mas era tarde.

O caso virou tema de discussão. O Procon-SP exigiu respostas do Rappi e da Uber, que negam responsabilidade. Entenda melhor o caso neste artigo.

O relato inicial

A situação foi relatada primeiramente nas redes sociais pela cliente que havia feito o pedido. A advogada Ana Luísa Pinto estava com amigos no bairro Perdizes quando pediu comida pelo app da Rappi. 

Thiago era quem fazia a entrega e estava finalizando o serviço quando passou a relatar náusea e fortes dores de cabeça. Conforme a denúncia de Ana Luísa, ela e os amigos socorreram o entregador que começou a tremer e vomitar. O Samu foi acionado mas não enviou ambulância. “Fizemos todos os testes que nos orientaram pelo telefone e enfatizamos diversas vezes a urgência do caso”, relatou a advogada no seu Facebook.

Segundo a irmã de Thiago, quando ela e o amigo chegaram no local ele estava desmaiado e respirando com dificuldade. Em entrevista ao jornal Estadão, Dayane Jesus Dias contou que também ligou para o Samu, que informou já haver uma ocorrência registrada e que a situação seria classificada com urgência. De qualquer forma, Dayane chegou primeiro até o local da última entrega do irmão.

O Samu disse que o chamado com indicação de dor de cabeça foi registrado às 22h15 e classificado como prioridade média. Segundo a coordenação do órgão, foram adotadas medidas internas para investigar as circunstâncias do acontecimento. 

Leia também: Drone da Amazon fará entregas mais rápidas nos EUA

Rappi e Uber foram chamados

Enquanto acionavam o Samu e aguardavam a chegada da irmã de Thiago, Ana Luísa conta que o entregador da Rappi pediu para avisarem a empresa. De acordo com a publicação, eles foram orientados no atendimento a darem baixa no pedido. Isso para que a Rappi pudesse avisar os próximos clientes sobre atraso no horário previsto para entrega.

Além disso, a advogada relata ainda a tentativa de levar Thiago ao hospital chamando um motorista da Uber. “Carregamos ele para dentro do carro sob o argumento de que omissão de socorro é crime, mas nada adiantou. O Uber se recusou a fazer a viagem”, disse. “Thiago deixa uma filha pequena e a sensação de indignação em todos nós. Foram duas horas aguardando socorro e a omissão de seus empregadores e do Estado nos causa profundo sofrimento”, escreveu a advogada em seu post que teve repercussão nacional.

Em entrevista ao site BuzzFeed News, a mãe de Thiago informou que ele trabalhava com entregas da Rappi havia dois anos. Sua irmã disse que a empresa não entrou em contato com a família e que vai buscar os direitos para a sobrinha. “Por causa de negligência, por falta de socorro, ele acabou deixando uma filha de seis anos”, disse. 

Ao BuzzFeed, a Rappi enviou uma nota lamentando a morte do entregador e reforçando que está apurando o ocorrido e aberta a colaborar com autoridades. A Uber, no entanto, não quis comentar o caso.

Leia o relato completo

https://www.facebook.com/analuisa.pinto.10/posts/2479298185467171

Empresas são notificadas

A Fundação Procon-SP notificou tanto a Rappi quanto a Uber para que prestassem esclarecimentos sobre o caso. Para o órgão, ambas têm responsabilidade sobre o caso da morte de Thiago. 

A Rappi respondeu que “não contrata os entregadores parceiros. Muito pelo contrário, são os entregadores parceiros que contratam a Rappi para, por meio de plataforma tecnológica disponibilizada, entrar em contato com os usuários e angariar clientes para a sua atividade comercial de motofrentistas”.

Além disso, a empresa disse ao Procon que está desenvolvendo uma medida de segurança para os entregadores. Futuramente, um botão de alerta poderá ser acionado pelo aplicativo para comunicar situações emergenciais e avisar autoridades competentes.

Já em relação ao Uber, o Procon questionou a empresa se o motorista que não prestou socorro avisou o aplicativo e se houve punição.

A Uber respondeu que registrou “inúmeros casos em que, utilizando o aplicativo da Uber, motoristas parceiros levaram pessoas a hospitais e unidades de pronto atendimento. No entanto, é imprescindível esclarecer que a plataforma não substitui nem deveria substituir os serviços de emergência”. 

A plataforma também se posicionou da mesma forma que a Rappi em relação ao vínculo empregatício. Referindo-se aos motoristas como “parceiros”, a Uber reforçou que eles não prestam serviços à empresa, mas aos usuários do aplicativo. Além disso, disse que a relação é exclusivamente comercial, pela qual “o motorista parceiro é o contratante da Uber para a utilização de sua plataforma tecnológica”. 

A posição do Procon

A resposta das empresas não convenceu. Para o Procon, ainda que a relação mencionada pela Uber seja estritamente comercial e que seus parceiros não sejam profissionais de saúde, é responsabilidade das empresas prepará-los para atuar em situações de risco.

“O Procon-SP entende que não se trata de discussão sobre qual a natureza da relação entre os motoristas, entregadores e suas plataformas digitais, mas a discussão sobre a violação do direito à vida, a dignidade e a adequação dos produtos e serviços. Ninguém pode ter a sua vida colocada em risco ou abandonada em iminente perigo em decorrência de uma simples discussão sobre ausência de responsabilidade legal.”

Além disso, o comunicado do Procon reitera a responsabilidade das empresas citando o Código de Defesa do Consumidor. O documento garante a responsabilidade solidária dos fornecedores na disponibilização de produtos e serviços no mercado.

De acordo com Fernando Capez, diretor-executivo do Procon, essa relação de solidariedade torna a Rappi responsável pelo serviço prestado. Em entrevista à Folha, ele destaca ainda que a empresa não prestou socorro quando ficou sabendo da situação. Para ele, esse é o fator que mais pesa contra a Rappi.

O Procon divulgou que irá conduzir uma apuração mais aprofundada do caso de Thiago e a atuação das empresas. Informou também que irá aplicar medidas e sanções levando em conta o Código de Defesa do Consumidor.

Parcerias instáveis

Apresentados muitas vezes como novas formas de trabalho, os serviços de entrega e transporte oferecidos por softwares de tecnologia têm captado cada vez mais trabalhadores que buscam uma saída ao cenário de 12 milhões de desempregados no país. 

A oportunidade de complementar a renda trabalhando com seus próprios horários acaba, em diversos casos, traduzindo-se em jornadas extensas e desgastantes para conseguir algo em torno de R$ 1 mil por mês.

Tudo isso enquanto as empresas vendem “liberdade e autonomia” para aqueles que não são seus funcionários ou empregados: são seus “parceiros”. Seus aplicativos são apenas a ponte entre o cliente e o prestador de serviços. Uma ponte extremamente frágil.

É preciso que estejamos atentos àquilo que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) classificou como “o desmonte de políticas públicas somada, concomitantemente, à ampla fragilização das relações de trabalho no Brasil”. Ou seja, um cenário que tem a praticidade para uns e a precarização do trabalho para outros.

Enquanto as empresas se esquivam das polêmicas e responsabilidades, o mínimo que podemos fazer é tratar com respeito e de forma digna os trabalhadores que recorrem à “parceria” desses softwares.

Aqui no Compara Plano direitos do consumidor é um dos temas centrais. Fique de olho em nossas publicações e veja mais conteúdo sobre o assunto.

Saiba como bloquear ligações de telemarketing com o app Não me Perturbe

não me perturbe

De tempos em tempos, todos recebem alguma ligação estranha no celular. São serviços de telemarketing com diferentes DDDs espalhadas pelo Brasil. Muitas vezes, acontecem no meio do horário de expediente e você se irrita com esses telefonemas. Mas, para te ajudar, existe o Não me Perturbe.

Com muitas reclamações realizadas na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ou no Procon, por conta dessas ligações inoportunas e incessantes, esses órgãos resolveram criar um jeito de bloqueá-las. Assim, você para de receber alguma oferta da qual já recusou muitas vezes. 

Vamos te explicar o que é essa medida, como realizá-la e te mostrar alguns aplicativos para o bloqueio de chamada. Confira!

Leia também: Quais são os melhores planos de celular?

Não me Perturbe

O site foi colocado no ar em julho de 2019, num acordo da Anatel com as empresas de telefonia no Brasil – Algar, Claro/NET, Nextel, Oi, Vivo. TIM, Sky e Sercomtel. Assim, agora podemos deixar de receber ligações de telemarketing oferecendo serviços em qualquer número cadastrado no Não me Perturbe. 

Em 2017, foram registradas 16 mil reclamações só no Procon de São Paulo. Para ajudar os consumidores, decidiram criar um portal onde você cadastra seu número, seja de celular ou fixo, para não receber mais esse tipo de chamada.

Essa base de informações é o ponto onde estão todos os números de usuários que não quererem receber mais esses telefonemas. O bloqueio deve ocorrer em até 30 dias corridos, começando na data da solicitação. Após poucas horas de funcionamento do site, mais de 320 mil linhas telefônicas já haviam sido cadastradas. 

Sendo assim, o consumidor fica protegido de abusos por parte das serviços de telemarketing. Como, por exemplo, quando recebem ligações em horários inadequados, insistência na chamada, não respeitar quando o consumidor pede para não receber mais esse tipo de telefonema. Além disso, os dados fornecidos no cadastro do Não me Perturbe ficam protegidos pela Lei de Proteção de Dados Pessoais.

Porém, o site só bloqueia telemarketing de serviços de telecomunicação, seja de telefone fixo, celular, TV por assinatura ou internet. Não entrando nessa lista as ligações de pesquisa ou de outras serviços/produtos, como bancos, por exemplo.

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O que acontece em caso de descumprimento

Em caso de descumprimento ao consumidor que tenha o número cadastrado, a empresa que ligou receberá uma multa, que pode chegar a R$ 50 milhões. Para garantir que tudo fique dentro das normais legais, a Anatel fará esse monitoramento. O usuário também pode fazer denúncias, em caso violação, pelo próprio site do Não me Perturbe. 

Além desses pontos, a Anatel também destacou algumas regras que passam a valer desde julho. Para aqueles que não se cadastraram no Não me Perturbe, as empresas de telemarketing se comprometeram a realizar chamadas apenas entre as 9h e as 21h em dias úteis, e das 10h às 16h nos sábados. Proibindo ligações em domingos e feriados.

Será permitido apenas três ligações por dia, não contando aquelas solicitadas pelo usuário ou com a autorização do mesmo. Por fim, a Anatel estuda como acabar com as chamadas que ficam mudas. Essas são realizadas por robôs que desligam quando são atendidas. Saiba como cadastrar uma reclamação na Anatel neste link

Como cadastrar

É muito simples. Basta acessar o site do Não me Perturbe e realizar um cadastro – no menu superior direito – com nome, CPF e e-mail. Depois, adicione todos os números, fixo ou celular, que você não quer que recebam mais essas ligações, e marque as operadoras que não poderão oferecer serviços (pode marcar todas).

Lembre-se que todos os números cadastrados devem ser do mesmo titular do CPF da conta criada no Não me Perturbe. Após isso, será gerado um comprovante. É recomendado que você salve ele para eventuais necessidades futuras.

Para consultar todos os números registrados, acesse o site novamente e clique em “cadastro” no menu superior. Toque em “consultar” e acesse com seu login criado quando você realizou a conta. Você verá todos as linhas que já foram solicitadas o bloqueio.

Descadastro

Caso você queira retirar algum número da lista de bloqueados pelas telemarketing, acesse o site novamente. Clique em “cadastro”, “solicitar desbloqueio” e “selecionar conta”. Selecione as linhas, e pronto. Lembre-se de realizar esse processo sempre que trocar de número.

Procon

Cada Estado e município tem seu Procon. E, alguns deles já tinham uma lista para bloquear ligações de qualquer outro setor, e não apenas de telecomunicações. Verifique se existe no Estado que você mora.

Para realizar o cadastro, procure por “bloqueio do recebimento de ligações de telemarketing” no Procon da sua região e clique em “bloquear ou desbloquear número”. Depois “quero cadastrar meu número de telefone no sistema de bloqueio” e preencha com seus dados pessoais (RG, CPF e endereço). 

Caso o sistema só permita cadastrar cinco números, informe seu e-mail, e assim, será enviada uma senha para você adicionar mais. Lembre-se que você precisa ser titular de todos os números fornecidos. Se você morar em São Paulo, o Poupatempo pode realizar essa solicitação para você.

A diferença entre os serviços do Procon e do Não me Perturbe é que a lista da Anatel abrange o território nacional inteirinho. Porém, o Procon permite o bloqueio de todos os serviços de telemarketing, e não apenas das telecomunicações.

Como bloquear ligações pelo próprio celular

Também é possível bloquear que alguns números te liguem, no próprio aparelho. Porém, vale ressaltar que as empresas de telemarketing têm mais de um número. Por isso, caso seu problema seja realmente as ligações de vendas, vale mais apena usar a opção do Procon ou do Não me Perturbe.

Para Android, você deve clicar no app de chamadas. Vá até “chamadas recebida”, ou no contato que você deseja bloquear, e clique no número. Na próxima tela, toque em “mais”, no canto superior direito, e em “bloquear/desbloquear número”. Ative a opção de bloqueio e pronto!

No iOS o passo a passo é bem parecido. Vá até o contato, ou o “registro de chamadas”, clique no ícone de exclamação no lado direito do número. Na última opção terá “bloquear este chamador”,  confirme e pronto.

Aplicativos para bloquear ligações

Há também alguns aplicativos para celular que bloqueiam determinados números. Pode te ajudar também a bloquear certas chamadas de telemarketing que ligam várias vezes ao dia. Conheça.

Devo atender?

É um aplicativo para Android, que você pode bloquear ligações dos números que você escolher ou qualquer número que não esteja na sua lista de contato.

Truecaller

Ele identifica e bloqueia chamadas, ou mensagens, dos números salvos numa comunidade com mais de 250 milhões de participantes. O aplicativo tem um identificador de chamadas, de SMS e bloqueio de telemarketing. Disponível para Android e iOS.

Whoscall

Além de bloquear chamadas, esse aplicativo também as identifica. Tem um banco de informações com mais de um bilhão de números cadastrados, como operadora, bancos, telemarketing, etc. Uma vantagem é que ele tem um escaneador de SMS, impedindo que você clique em links com vírus. Você pode baixar tanto no iOS, quanto Android.

Mr. Number

Funciona para Android e iOS. Com ele, você terá um identificador de chamadas, eliminando aquelas indesejadas. Está disponível gratuitamente.

YouMail

Identifica chamadas de spam automaticamente. Você pode programá-lo para enviar uma mensagem como “fora de serviço” para ligações de telemarketing. Além de bloquear os números que você desejar, ele é totalmente gratuito. Tem versões para iOS e Android.

Call Bliss

Além de bloquear ligações dos números indesejados, esse aplicativo possui um recurso de DND, que você pode transferir as chamadas para o correio de voz. Tem a possibilidade de ativar o “não perturbe” para ligações. Porém, ele é pago e apenas para iOS.

Bloqueador de chamadas

Com esse app, você pode criar uma lista com os números indesejados. Tem sua versão grátis e paga. Porém, na segunda você pode criptografar suas mensagens. Disponível para Android.

Com o Não me perturbe ou a lista do Procon, você não precisará se estressar mais com várias ligações de telemarketing no mesmo dia. Essas medidas simples, mais o suporte dos órgãos dos governos federais, estaduais e municipais, você se verá livre das chamadas indesejadas. 

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Marco Civil da Internet: entenda porque é importante

marco civil da internet

O Marco Civil da Internet (MCI) foi aprovado em abril de 2014 pela ex-presidente do Brasil Dilma Rousseff, através da lei nº 12.965. Também chamado de Constituição da Internet Brasileira, a lei regulamenta os direitos e deveres no meio online a mais de 100 milhões de usuários.

Mas, o Marco Civil da Internet vai além de pessoas físicas. Ele vale também para empresas que tenham produtos e serviços nesta área. Dessa forma, assegura a mesma qualidade de acesso para todos os cidadãos e companhias. Também determina a atuação dos órgãos do Estado em caso de descumprimento.

A seguir, saiba qual a importância desse marco para o desenvolvimento do Brasil.

Leia também: Entenda a Lei Geral de Proteção de Dados

História do marco civil da internet

Essa lei começou a ser debatida em 2009 pelo Ministério da Justiça junto ao Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas. Foi proposto à sociedade que participasse com ideias para o Marco Civil da Internet. Em menos de dois meses, mais de 800 contribuições foram enviadas por e-mails e comentários.

Em 2013, após divulgação do ex-membro da Agência Nacional de Segurança (ANS) dos Estados Unidos, Edward Snowden, de que as comunicações no Brasil eram alvos de espionagem americana, a então presidente Dilma viu senso de urgência em aprovar esse projeto de lei. Então, depois de muitas tramitações entre câmara dos deputados, dos senadores e comissões especiais, a lei foi aprovada.

O principal objetivo do Marco Civil da Internet é defender os direitos fundamentais na internet brasileira.

Leia também: Cibersegurança: saiba por que é importante proteger seus dados

Princípios do Marco Civil da Internet

O MCI tem 32 artigos e cinco capítulos. Conheça os cinco principais pontos que regem a lei.

Princípio da Neutralidade

É o ponto mais polêmico da lei. Ele proíbe que os provedores de internet bloqueiem ou diminuam a velocidade da banda larga, privilegiando uma empresa em detrimento de outra. Por exemplo, as operadoras não podem bloquear o acesso à Netflix e apenas liberar o do YouTube. O cliente deve pagar e receber pelo plano que escolher, e não pelos sites que usa.

Também é vetado a priorização de um aplicativo. Como algumas operadoras que oferecem, por exemplo, acesso ao Facebook sem descontar do plano de dados. Assim, podemos garantir banda larga democraticamente, independentemente das preferências dos usuários.

O MCI também proíbe que as operadoras de telefonia diminuam ou bloqueiem internet de usuários que atingiram o limite de consumo do plano contrato.

Princípio da Privacidade

É a garantia de privacidade das informações trocadas no meio digital. Os dados dos usuários ficam sob responsabilidade do provedor de internet. Sendo assim, este precisa respeitar a intimidade e confidencialidade de cada um.

Esse ponto prevê quebra de sigilo apenas em casos de intimidação, para contribuir com processos legislativos de situações ilícitas. As empresas estrangeiras que possuem atividades no Brasil, devem seguir essa lei também, mesmo que no país delas não tenha nada similar.

Em caso de descumprimento, a companhia está sujeita a multa, suspensão e até encerramento das atividades. Ela pode ser penalizada criminalmente.

Registro de acesso

As operadoras devem guardar os acessos e dados dos clientes por pelo menos um ano. Esse armazenamento deve ser sigiloso e totalmente confidencial. Já empresas de sites ou aplicativos, nacionais ou estrangeiras, como Facebook e WhatsApp, só podem guardar essas informações por no máximo seis meses.

Mas, esses dados podem ser acessados em caso de processos judiciais, mediante mandado. Além disso, o armazenamento deve ser especificado na contratação do plano de banda larga ou de acesso do site.

Liberdade de expressão

Os sites não serão responsabilizados pelos conteúdos que os internautas publicam. Assim, só terão de responder cado mantenham o conteúdo no ar depois de uma decisão judicial. Dessa maneira, a lei pretende garantir a liberdade de expressão, deixando o ambiente digital o mais democrático possível.

Como exemplo, podemos citar publicações que ofendam, desonrem ou tirem o direito à personalidade de cada indivíduo. Isso entra também na proibição de conteúdos com nudez ou situações íntimas.

Marketing dirigido

Pelo MCI, as empresas não podem coletar dados dos internautas para finalidades comerciais. Como saber suas preferências, localização e últimas pesquisas para enviar propagandas de produtos ou serviços relacionados.

Quais os órgãos de proteção de dados

O Marco Civil da Internet prevê também quais órgãos são responsáveis pelas fiscalizações dos serviços de internet. A Anatel é encarregada de regulamentar, fiscalizar e apurar indisciplina das operadoras relacionadas aos serviços de telecomunicação.

A Secretaria Nacional do Consumidor cuida dos direitos dos consumidores e as possíveis violações causados pelas empresas. Já o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência apura infrações econômicas, como restrição de algum concorrente. As entidades administrativas públicas federais continuaram monitorando as aplicações da lei e só entrarão em cena caso seja necessário.

Marco Civil da Internet gera controvérsias

O Marco Civil da Internet não conseguiu agradar a todos. Há alguns pontos considerados com duplicidade. Por exemplo, o direito à liberdade de expressão pode vir disfarçado de danos morais ou danos a imagem dos cidadãos. Além disso, representantes do Ministério Público e da Polícia Federal e Civil tentam incluir alguns pontos de segurança contra pedofilia na lei.

Empresas de telecom também não gostaram muito do projeto. Isso porque ele inviabiliza a venda de alguns pacotes e planos para celulares, como beneficiar um aplicativo com acesso ilimitado de dados móveis.

Outro ponto a ser debatido tem relação com o armazenamento de dados dos usuários. Empresas pequenas, por exemplo, precisam de mais verba para cumprir esse ponto, guardando essas informações em locais seguros e por meses.

Há alguns projetos de leis para modificar o MCI, principalmente na questão de solicitação para retirar do ar alguns conteúdos. Há muitos pedidos para que os órgãos públicos tirem de circulação conteúdos que incitam a violência ou suicídio, por exemplo. É o caso do jogo Baleia Azul, divulgado no Facebook em 2017, que incita o suicídio.

Regulamentação da internet no mundo

O Brasil foi um dos pioneiros na regulamentação para o meio digital. O Marco Civil da Internet foi elogiado por vários órgãos internacionais como a ONU e figuras públicas como Tim Berners-Lee, o criador da internet.

Os brasileiros são um dos que mais usam a rede no mundo. Com a popularização dos celulares, só aumentou o número de usuários. Por isso, se faz tão fundamental ter uma lei que regulamente os direitos dos internautas dentro desse meio, para que todos tenham acessos iguais.

O Chile foi o primeiro país a aprovar uma lei desse tipo, em 2010. Já na Holanda, foi estabelecido em 2012 uma lei de proteção a neutralidade da rede. Os Estado Unidos têm um órgão para esta questão, o Federal Communication Comission (FCC), que regula as telecomunicações do país. Na Rússia, são os provedores que controlam o tráfego de internet e ainda determinam qual tipo de dado será ofertado.

Empresas cumprem o MCI?

Hoje em dia sabemos que o princípio da neutralidade ainda não é cumprido pelas operadoras brasileiras. Algumas ainda oferecem pacotes com acesso a aplicativos exclusivos sem consumo de dados de internet, como por exemplo o WhatsApp. Mas como ele é o app mais utilizado, ainda não é feito nada a respeito disso.

De qualquer forma, o Marco Civil da Internet trouxe vários outros pontos positivos para os usuários. Como mais segurança nos conteúdos e nos dados de cada um. Mesmo que alguns ainda não se sintam totalmente seguros com o MCI, ele é considerado um grande avanço na questão de igualdade de direitos no meio online.

Ainda mais, sendo o Brasil um dos países com mais usuários. Ou seja, o país está caminhando em uma boa direção em relação a este assunto. Mas claro que ainda há pontos a serem discutidos e melhorados.

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Saiba como cancelar sua internet sem estresse

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Cancelar a internet pode ser uma verdadeira batalha para os clientes. Para evitar situações de estresse, horas no telefone, repasses intermináveis entre atendentes, inúmeras justificativas ou ainda a aquisição de novos serviços com ofertas, é essencial estar preparado e utilizar as ferramentas adequadas para finalizar definitivamente o contrato com a operadora.

Preparamos esse artigo com algumas recomendações para superar esse desafio. Confira!

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Como cancelar internet? Dicas para finalizar o contrato com a operadora

A dificuldade de driblar os atendentes das empresas de internet é bem conhecida entre os brasileiros. Isso é, inclusive,  alvo de críticas e piadas em vídeos e publicações nas redes sociais. Quando você ligar para a operadora informando o desejo de cancelar a internet surgirão inúmeras propostas para manter os serviços.

É importante lembrar que os atendentes trabalham com técnicas avançadas de persuasão. Por isso, podem acabar convencendo facilmente o cliente a permanecer ou até mesmo contratar serviços adicionais.

Por isso, o modo mais fácil de cancelar os serviços é pela internet, direto no site da operadora. A opção deverá aparecer na primeira página de acesso, após o login com usuário e senha. Essa opção está disponível desde 2014. Ela é uma das regras do Regulamento Geral dos Direitos do Consumidor de Telecomunicações, previstas pela Anatel.

Além do cancelamento automático pelo site, o cliente também pode realizar o cancelamento por telefone sem falar com um atendente. Essa opção deverá estar disponível no 1º conjunto de alternativas da central telefônica da operadora. Abaixo listamos o contato das principais operadoras de banda larga fixa:

OI – 0800 001 0031

Vivo – 0800 770 9800

SKY – 4004-2884 (Capitais e regiões metropolitanas) e (11) 4004-2884 (Demais localidades)

Algar – 103 12

NET – 0800 7254114

Sercomtel – 103 43

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Cancelamento por telefone

Outra opção é cancelar a internet com o auxílio de um atendente por telefone ou presencialmente. Nesses casos, é importante estar firme da decisão. Deixe claro que você está certo de que irá cancelar os serviços, independentemente de qualquer oferta ou benefício adicional que seja oferecido.

De acordo com as normas da Anatel, o contrato deverá ser rescindido na hora. Mas caso o atendente questione o motivo do cancelamento, o cliente deve saber que não é obrigado a aceitar ofertas ou propostas abusivas.

Por isso, é essencial ter a certeza do cancelamento, qualquer argumento apresentado pode ser revertido em benefício da empresa. Se o cliente indicar insatisfação com a qualidade, por exemplo, a operadora pode oferecer pacotes com maior velocidade e preço promocional. Se o motivo for problemas técnicos, a empresa pode agilizar o envio de um técnico.

Enfim, se o cliente não for firme, é muito provável que a empresa crie inúmeras saídas para evitar o término do contrato.

Caso você não consiga cancelar os serviços por nenhum dos canais indicados anteriormente e a empresa continue a criar formas de evitar o cancelamento, é possível recorrer a Anatel para fazer uma reclamação contra a operadora. A agência irá intermediar o contato do cliente com a empresa, cobrando o cancelamento do contrato em até 5 dias.

Como cancelar internet com contrato de fidelidade?

A grande maioria dos planos de internet realizado com pequenas e grandes operadoras de banda larga, fibra óptica ou outras tecnologias, tem um contrato de permanência de 12 meses. Este é o período máximo de fidelidade, previsto pelo Artigo 57 da Resolução nº632 /2014 da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

O grande problema, é que o serviço contratado por vezes não atende às expectativas do cliente tanto pela qualidade da tecnologia quanto pelo valor cobrado. Em algumas situações o usuário precisa cancelar a internet por motivos de mudança de cidade ou para áreas onde o sinal não chega. Enfim, são vários os motivos que podem levar ao cancelamento da internet antes do tempo previsto no contrato.

Nesses casos, a quebra antecipada do acordo pode gerar multas e muito estresse para o consumidor. Isso porque a cobrança, tal como determina a lei, é proporcional ao valor do serviço e ao tempo restante para o término do documento. Ou seja, se faltam oito meses para o fim do tempo de fidelidade, a multa terá um valor elevado.

Por isso é importante saber em que casos é possível recorrer e impedir a cobrança. Confira a seguir, em que situações o consumidor pode cancelar a internet sem pagar multas pela quebra do contrato de permanência:

Falha no serviço da prestadora

O argumento mais efetivo para evitar o pagamento de multas pela quebra de contrato é o alto número de falhas nos serviços prestados. Afinal, este é um dos principais motivos para mudar de operadora.
Assim, se houver problemas na qualidade do sinal da internet, interrupção dos serviços, velocidade contratada não alcançada ou queda da conexão, por exemplo, é possível cancelar o serviço com isenção de multa.

Contudo, a operadora poderá recorrer e apresentar provas que possam demonstrar o contrário. Tal como indicado no Artigo 58 da Resolução nº632 /2014.

Por isso, se estiver passando por qualquer problema com a sua internet, busque registrar as falhas do sinal. Existem ferramentas específicas que medem a velocidade da internet, como o Minha Conexão, que indica se a velocidade contratada está realmente funcionando.

Falta de benefícios por contrato de fidelidade

Para exigir a permanência dos clientes, a operadora deve oferecer benefícios em contrapartida. Isso porque o contrato de prestação de serviço da internet é separado do contrato de permanência.

Dessa forma, caso a empresa não tenha oferecido nenhum tipo de desconto, bônus ou vantagem ao consumidor, será possível cancelar os serviços antes do período previsto para o término do contrato.

Mas, atenção: ao abordar a empresa, é bem provável que sejam oferecidos tais benefícios para tentar evitar o cancelamento. Por isso, se estiver decidido a trocar de operadora, seja firme e cobre o seu direito de cancelar o contrato sem pagar a multa.

Contrato inadequado

Se a operadora não possui o Contrato de Permanência, ou se este não indica o tempo e a multa prevista em caso de quebra do contrato, qualquer cobrança por tempo de fidelidade será indevida. Assim, verifique os documentos assinados e certifique-se se há algum tipo de cláusula indicando o pagamento de taxas pela quebra no contrato. É importante que o texto seja preciso sobre o modo de cálculo e período a ser considerado.

Falta de informação ao cliente

Ao apresentar o serviço aos clientes, é dever da operadora indicar as informações sobre o tempo mínimo de permanência. Também deve ser informado a incidência de multa em caso de desistência.

Assim, mesmo que a informação esteja no contrato, o cliente pode alegar o desconhecimento da fidelidade ao serviço. Isso está indicado no Artigo 6 do Código de Defesa ao Consumidor.

Se este for o seu caso, provavelmente terá que recorrer ao Procon, a Anatel ou ainda a Justiça Especial Cível.

Tempo de fidelidade abusivo

O tempo máximo de contrato dos serviços de telecomunicação é de 12 meses. Isso está indicado no Artigo 57, da Resolução nº 632/2014 da Anatel. Se o tempo de contrato previsto pela operadora for superior a esse período, o acordo será considerado abusivo. Assim, após 12 meses o cliente tem o direito de cancelar o serviço sem pagar multas por fidelidade.

Atenção: muitas empresas trabalham com a renovação automática do contrato dos serviços de internet. Fique alerta, e verifique se o tempo de fidelidade também será renovado.

Depois de todas essas dicas, esteja ciente que mais cedo ou mais tarde, a operadora irá entrar em contato. Provavelmente, o funcionário que fizer a ligação vai querer entender os motivos do cancelamento e oferecer novas propostas.

Para não se estressar, é recomendável informar de maneira educada que você já assinou um novo contrato com o concorrente. Ou então diga logo que não a tecnologia da empresa não oferece o que você precisa.

Para saber mais sobre os serviços de telecom e os seus direitos como consumidor, continue acompanhando as publicações do nosso blog.