Galaxy Fold chega ao Brasil: vale a pena investir no aparelho?

O que você faria com R$ 13 mil? Compraria um carro usado? Daria entrada na casa própria? Aplicaria em capacitação profissional e abriria uma empresa? Bom, se você está disposto em investir essa bagatela em um celular top das galáxias, ou está em dúvida se isso vale a pena, então precisa conhecer o Galaxy Fold, lançamento arrasa-quarteirões da Samsung que está chegando ao Brasil.

O Galaxy Fold é o primeiro smarphone dobrável da gigante sul-coreana. Ou seja, apresenta uma tela externa de 4,7 polegadas, na resolução HD, e quando desdobrado vira um tablet de 7,3 polegadas. Isso sem falar do restante da configuração de celular top de linha, que vamos detalhar nesse post. Não é demais? Lá fora, o preço é de quase astronômicos US$ 2.000 dólares.

Para você ter uma ideia, o preço do Galaxy Fold supera o cobrado pelo não menos cobiçado iPhone Max de 512 MB. Em 2018, o valor desse iPhone, no seu lançamento, era de R$ 9.999. Até então, era o smartphone com o preço mais alto do mercado.

Quer saber todos os detalhes sobre o aparelho e ver conferir se vale a pena colocar tanta grana nesse celular do futuro? Acompanhe nosso post!

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Galaxy Fold: para mudar o futuro

Essa foi a promessa da Samsung no lançamento do aparelho: mudar o formato do celular e do futuro. Para a empresa, o Galaxy Fold representa a maior inovação desde o surgimento do smartphone. Audacioso, não? As vendas oficiais do aparelho no Brasil começaram pela Samsung em janeiro, em períodos limitado. O celular pode ser encomendado também no site da empresa.

Mas por que o Galaxy Fold e tão especial (e caro)? Como falamos no início do post, o ponto mais revolucionário é a tela, com a tecnologia Infinity Flex Display dobrável. O display é um Dynamic AMOLED de 7,3 polegadas, feito com camadas de um polímero que adiciona flexibilidade. Essa é a maior tela dos smarphones da Samsung. Por esse motivo que, quando aberto, o celular vira uma espécie de tablet.

Os usuários notam que, no centro da tela principal, há um vinco. Segundo a empresa, é uma característica natural do aparelho, que permite ser dobrado. Esse procedimento é feito com precisão e trava com suavidade, como um livro. Para você ter uma ideia, cada aparelho fabricado é submetido a 200 mil dobras de teste.

Além disso, esse polímero o torna 50% mais fino em relação aos demais smartphones, e com alta resistência. A tela do aparelho no formato aberto permite a utilização de até três aplicativos ao mesmo tempo. 

Leia também: Quanto pode custar um celular top de linha em 2020?

Outras características notáveis

Apesar da tela dobrável ser o principal atrativo do Fold, o smartphone traz outras características respeitáveis. O celular vem de fábrica com o sistema operacional Android versão 9 Pie, com processador Qualcomm Snapdragon 855 e memória RAM de 12 GB (ou seja, voa), e nada menos que seis (!) câmeras.

Já a memória interna é de 512 GB, um caminhão de espaço interno. Porém, não há entrada para cartão de expansão microSD. A bateria do Samsung Fold é de 4.380 mAh, acima da média da maioria dos aparelhos do mercado. Além disso, há compatibilidade com recarga rápida e wireless.

Falando em recarga, o Galaxy Fold foi criado para ser também um carregador sem fio. Como assim? Ele pode compartilhar sua bateria com dispositivos como o Galaxy Watch e o Galaxy Buds, também da Samsung. Basta aproximá-los.

Otimizador inteligente

O aparelho foi fabricado com o que tem de melhor no mercado em inteligência. Em outras palavras, o Galaxy Fold adapta-se à maneira que você usa o celular. Na prática, ele aprende os seus hábitos de uso para entregar uma navegação. Com isso, o smartphone faz o pré-carregamento de aplicativos mais usados, por exemplo.

Um exagero de seis câmeras

Listamos resumidamente acima as principais características do Fold. Agora, vamos detalhar mais algumas delas além do design e da tela. Dito isso, não poderíamos deixar de falar das câmeras. São seis câmeras no total:

  • Selfie de10MP
  • Profundidade RGB de 8MP
  • Selfie de 10MP
  • Ultragrande-angular de 16MP
  • Grande-angular de 12MP
  • Teleobjetiva de 12MP

O objetivo de tantas câmeras é que a teleobjetiva, a grande-angular e a ultragrande-angular representem sua visão. Com isso, é possível tirar fotos de paisagens e aumentar o zoom para fazer fotos com mais proximidade. Para ampliar ou diminuir o foco com apenas um toque, basta alternar entre a ultragrande-angular e a teleobjetiva.

Já notou que estamos falando aqui de termos comuns da fotografia profissional? O legal é que você poderá abrir o diplay completo do smartphone como um enorme visor. O modo panorâmico também é favorecido, além dos recursos inteligentes Otimizador de Cena e Detecção de Falha.

O recurso de filmagens também é bastante avançado. É possível fazer vídeos em UHD 4K, com qualidade profissional, além de cores HDR10+, para dar mais realismo.

Resumo das especificações do Galaxy Fold:

  • Tela AMOLED Dinâmica: 4,6 polegadas HD+ (fechado) e 7,3 polegadas QXGA+ (aberto)
  • Câmeras: Externa – 10 MP (f/2.2); Interna – dupla frontal de 10 MP (f/2.2) + 8 MP (f/1.9); câmera traseira tripla de 16 MP (ultra wide) (f/2.2) + 12 MP (f/1.5-f/2.4) + 12 MP (f/2.4)
  • Processador octa-core Snapdragon 855 (64 bits)
  • RAM 12 GB
  • Armazenamento 512 GB
  • Bateria 4.380 mAh
  • Sistema operacional Android 9.0 Pie
  • Preço: R$ 12.999 no Brasil

Muito cuidado com a tela!

Você é um feliz proprietário de um Galaxy Fold? Parabéns! Agora, acredito que você não está disposto a gastar mais nenhum centavo com o aparelho. Por essa razão, cuide bastante da tela! Ou seja, trocar a tela flexível do aparelho em caso de quebra ou dano pode custar cerca de US$ 599 dólares, quase R$ 3.000 no Brasil.

Em outras palavras, é a mesma coisa que comprar um iPhone XR novo. Portanto, apesar da tecnologia ser resistente, todo o cuidado é pouco para manusear o seu aparelho.

Falando em tela, no lançamento do aparelho, ano passado, também foram reportados problemas por usuários. Isso até fez a empresa adiar o lançamento para corrigir os problemas. Entre eles, a queima de pixels da tela. Como prevenção, na época, a empresa recomendou, até, que o aparelho seja utilizado com toques leves na tela e películas adicionais.

A tendência dos dobráveis

O smartphone da Samsung puxou a fila da fabricação da categoria celulares dobráveis por outras empresas do ramo. É o caso da Motorola, que lançou o Razr, com preço aproximado de US$ 1.500 doletas lá fora, um pouco mais “em conta” que o fold.

A Huawei também tem um dobrável: o Mate X, mas que ainda não chegou ao Brasil.

E aí, disposto a investir no Galaxy Fold?

Agora que você já conhece todo o potencial do Galaxy Fold, que tal conferir o que a tecnologia nos reserva para os celulares do futuro?

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