Alunos ganham direito ao celular para as aulas online

A pandemia do novo coronavírus acelerou e muito a utilização de tecnologias não-presenciais nas escolas. Isso porque com a impossibilidade de aglomeração nas salas de aula, o ensino retomo foi a alternativa encontrada pelas autoridades e escolas para dar continuidade ao ano letivo. Nesse contexto, até os celulares, antes demonizados, viraram uma importante ferramenta para incentivar a aprendizagem nas aulas online.

Apesar de em algumas regiões brasileiras, como em Manaus, por exemplo, já há um movimento de retorno presencial de escolas particulares, com cuidados de higiene redobrados, tudo nunca mais será como antes. O fato é que o “novo normal” no campo da educação será o ensino híbrido com a utilização de tecnologias de informação e comunicação.

Entre elas, podemos citar as plataformas de videoconferência como Zoom, Google Hangouts, ou Google Classroom, além do Microsoft Teams, entre outros. Professores e alunos de todo o mundo tiveram que se adaptar às aulas online por meio dessas ferramentas. Nesse sentido, até o celular virou aliado, uma vez que os sistemas são acessíveis pelos smartphones, entre outros recursos.

Neste post, vamos detalhar como as novas tecnologias e os celulares vão estar cada vez mais presentes na vida dos estudantes e professores. Por essa razão, é sempre bom também poder contar com planos de internet confiáveis, como na Claro e na TIM.

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Como ocorrem as aulas online?

As aulas online foram a principal alternativa de escolas públicas e privadas em todo o país para continuar com as atividades do ano letivo por conta da Covid-19. Mesmo que aos trancos e barrancos, de forma acelerada, tanto alunos como professores tiveram pouco tempo para conhecer as ferramentas e assimilar a nova dinâmica.

Na prática, as aulas online ocorrem por meio de plataformas de videoconferência e de aprendizagem pela internet. Tecnicamente, podem ser síncronas, ou seja, com a presença de professores e alunos no mesmo horário e em tempo real. Ou também assíncronas, com conteúdos e atividades postados pelos docentes nas plataformas para consulta a qualquer hora pelos alunos.

Para isso, é primordial que tanto alunos como professores tenham acesso a uma boa conexão de internet. Isso porque uma web de pouca potência pode prejudicar o acesso às plataformas e o acompanhamento das aulas, com sons e vídeos prejudicados. Em tempo: no Compara Plano você pesquisa e compara qual o melhor plano para você nesse momento.

É preciso ressaltar que há uma diferença entre aulas online, de forma remota, e o ensino à distância tradicional. Em outras palavras, as aulas online tentam reproduzir à distância uma aula como se fosse presencial. No caso do contexto da pandemia, foi uma maneira emergencial de não parar tudo. Assim, as aulas são realizadas diariamente, geralmente no mesmo horário de sempre.

Já o conceito de educação a distância é mais amplo, envolve um planejamento de ensino com dinâmica e plataformas específicas e, em alguns casos, até encontros presenciais.

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Vídeo-aulas x videoconferências

Além das diferenças entre o EAD tradicional e as aulas online de forma remota, cabe também falar sobre vídeo-aulas e videoconferênicas. A primeira são aulas gravadas com antecedência pelos professores e tutores. Essa gravação é feita da própria casa dos docentes ou em um estúdio e são armazenadas em um ambiente virtual de aprendizagem para acesso dos alunos a qualquer tempo, sem possibilidade de interação.

Já a videoconferência é a ferramenta que foi mais impulsionada por conta da pandemia do novo coronavírus. Não só no âmbito da educação, como entre empresas e até em reuniões familiares. Nesse caso, são utilizadas plataformas como Zoom, Hangouts, Google Classrom e Teams, como já falamos na abertura desse post, entre tantas outras. A vantagem aqui é poder interagir em tempo real com o professor ou palestrante.

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Aulas online são desafiadoras para todos

De fato, a tecnologia têm sido a grande aliada para a educação nesse momento de isolamento social. No entanto, todos concordam que essa adaptação abrupta ao “novo normal” está sendo um enorme desafio para professores e alunos. Principalmente, para dominar as tecnologias e encaixar as aulas na rotina já modificada das famílias.

Para você ter uma ideia, uma pesquisa do Instituto Península indicou que 83% dos professores confessaram não estar preparados para dar aulas online. O levantamento levou em conta quase 8 mil respostas de professores em todo o Brasil, entre abril e maio de 2020.

Já entre os alunos, apesar de já estarem mais familiarizados com as ferramentas e com os smartphones, por exemplo, também há dificuldades no acompanhamento dos conteúdos, na concentração, além da lacuna imposta pela ausência de interação com os colegas.

Esse contexto se agrava ainda mais na educação infantil, fase escolar que compreende o ensino, mas também o cuidado presencial da criança. Aí a exigência dos professores é descomunal para produzir conteúdos que prendam a atenção das crianças.

Autorização dos órgãos competentes

Convém salientar que as aulas não-presenciais por conta da pandemia foram autorizadas no Brasil pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) em todas as etapas do ensino. Ou seja, do infantil ao superior. O Ministério da Educação (MEC) também determinou que em 2020 o ano letivo poderá ter menos de 200 dias, porém, com a obrigatoriedade de 800 horas para as escolas.

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Vantagens e desvantagens das aulas online

As aulas online apresentam a grande vantagem de poderem ser acessadas em tempo real, de qualquer lugar e em qualquer dispositivo ligado à internet. Em outras palavras, você não precisa estar sentado em uma escrivaninha com um computador. Pelo contrário, é aí que entram os smartphones e tablets como possibilidades.

Mesmo com as aulas síncronas, o aluno pode acessar novamente o conteúdo, que fica gravado. Ou seja, caso alguma detalhe da matéria não tenha ficado claro, basta voltar um pouco e rever tudo de novo. Outro fator interessante é que as plataformas estão com recursos cada vez mais apurados para facilitar o aprendizado, ampliando a interação e exposição de diferentes materiais em tela.

Estudar em casa também faz bem para o bolso, já que você não terá custos com deslocamento. Com isso, haverá economia também no tempo do seu dia, que poderá ser reservado para uma atividade de lazer, por exemplo.

Apesar desses atrativos, sem dúvida, a grande desvantagens das aulas online é a distância física dos colegas e professores. As crianças e jovens, certamente, sentem mais essa falta de proximidade, o que pode gerar desmotivação.

Disciplina e boa internet

Estudar em casa com aulas online exige muita disciplina por parte dos alunos. Ou seja, estabelecer uma rotina familiar que organize o momento dos estudos. Tente evitar fatores que gerem interrupção, com as redes sociais, e também procure ambientes afastados e mais iluminados.
Além disso, invisa em uma internet com boa velocidade para a sua casa. Isso a Claro e a TIM podem garantir, com planos sob medida para cada necessidade e bolso.

Aulas online: o “novo normal”

Agora que você já conhece como as tecnologias estão influenciado nas aulas em tempos de pandemia, que tal conhecer um pouco mais sobre o Google Glass 2, o novo óculos inteligente do Google?

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